Desalmado estreia novo single ‘Your God, Your Dictator’ com clipe

Nesta sexta-feira (30), o quarteto de death grind Desalmado lança em seu canal no YouTube o videoclipe para a música ‘Your God, Your Dictator’, faixa que estará presente no próximo álbum de músicas inéditas cujo título e data de lançamento serão anunciados em breve.

Assista ‘Your God, Your Dictator’

Inicialmente a música será lançada exclusivamente no canal no YouTube da banda e futuramente será disponibilizada como single nas plataformas de streaming. “Hoje em dia as pessoas têm muitas distrações, muitas notificações e não prestam atenção em absolutamente nada. A nossa ideia de lançar inicialmente em uma única plataforma é para o pessoal poder se conectar com a mensagem da música e as imagens do clipe”, diz o baixista Bruno Teixeira.

Sobre a música e a letra o vocalista Caio Augusttus afirma que “além de ser uma das músicas mais brutais, ‘Your God, Your Dictator’ é uma crítica às formas de idolatria de fundamentação religiosa e que transforma o mundo em uma constante guerra por poder e dinheiro”.

Caio assina o roteiro do clipe que foi dirigido por Estevam Romera, guitarrista do Desalmado. A própria banda, que é completada por Ricardo Nützmann na bateria, é responsável pela produção do vídeo, que foi editado por João Lucas de Sousa. 

A faixa ‘Your God, Your Dictator’ foi gravada no estúdio Family Mob e foi produzida, mixada e masterizada por Hugo Silva, que também é responsável pela produção dos últimos dois lançamentos da banda: Save Us From Ourselves (2018) e o EP Rebelião (2020).

Desalmado é:

Caio Augusttus (vocal)

Estevam Romera (guitarra)
Bruno Teixeira (baixo)
Ricardo Nützmann (bateria)

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MAPB – METALHEADS AGAINST POLICE BRUTALITY

Metalheads Against Police Brutality é uma iniciativa de mais de 80 bandas, selos, coletivos e artistas em solidariedade à luta contra a brutalidade policial na Grécia e no mundo.

A MAPB nasceu após mais um episódio de violência, onde o jovem Aris P., membro do coletivo anarquista Masovka, de Atenas, foi sequestrado na rua e levado ao Diretório Geral da Polícia (GADA). Durante dias foi espancado, torturado e pressionado a se suicidar.

A campanha foi iniciada por artistas da cena de black metal da Grécia, juntamente com ativistas brasileiros e rapidamente contou com a adesão de grupos por vários países, incluindo o Brasil. A nota oficial é assinada por bandas brasileiras como Gangrena Gasosa, Manger Cadavre?, Desalmado, Dark Tower, Nervochaos, Thuatha de Dannam, Pandemmy, Vociferatus, entre outras, além de selos e coletivos como o Preto no Metal. Leia a nota na íntegra:

Não podemos mais nos calar. Nossa voz precisa ser ouvida.

A longa e sangrenta história da brutalidade policial teve um capítulo recente em Nea Smyrni, na Grécia, no início de março onde, após reprimir uma manifestação (que era inclusive contra a própria brutalidade policial) na qual um policial foi ferido, a Unidade “Anti”-Terrorista da polícia iniciou uma campanha de retaliação selvagem contra várias pessoas, presentes ou não no ato. Aris P., membro do coletivo anarquista Masovka, foi sequestrado na rua em 10/03, levado ao Diretório Geral da Polícia (GADA) e espancado, torturado e até pressionado a se suicidar por dias. O governo de Kyriakos Mitsotakis, do partido de direita Nova Democracia, não mostra arrependimento ou sequer reconhecimento de que esses eventos horríveis ocorreram.

Isso está longe de ser uma novidade. George Floyd, Rafael Braga, Théo L., Sarah Everard, e Camilo Catrillanca são alguns exemplos em outros países, mas a lista é maior do que qualquer pessoa poderia escrever. A polícia sempre foi uma ferramenta da classe dominante para submeter os explorados e oprimidos, e em tempos de crise social, econômica e sanitária como 2020-21 (por causa da pandemia de Covid, mas não só), essa função é ainda mais nítida. A polícia da Grécia foi uma parte essencial da ditadura de Metaxas, e não é uma surpresa que o partido neonazista Aurora Dourada tivesse tantos apoiadores policiais, mas a PM do Brasil, para dar outro exemplo, não é diferente com os incontáveis assassinatos de negros desarmados nas periferias e seu apoio ao projeto de ditador de extrema-direita Jair Bolsonaro. Mesmo governos supostamente progressistas ou de esquerda, como Obama nos EUA com Michael Brown, a Argentina de hoje com Sebastian Romero, ou a Espanha sob o governo PSOE com Pablo Hasél, perseguem, agridem, assassinam e aprisionam ativistas políticos.

Agora, Aris P e o coletivo Masovka deram um passo grande. Eles decidiram processar legalmente a Unidade “Anti”-Terrorista da polícia grega, sem expectativas de que o sistema judiciário faça justiça, mas como parte de uma campanha para denunciar a brutalidade policial na Grécia e para forçar o Estado democrático grego a reconhecer seus problemas. Estão recebendo ameaças de morte, sendo perseguidos nas ruas, e sofrendo uma campanha de calúnias, e precisam de solidariedade política, de ajuda financeira para a campanha legal, e de apoio para espalhar as denúncias. E nós resolvemos atender a esse chamado.

Somos músicos, jornalistas, ativistas e produtores; viemos do black metal, do dungeon synth, do hip-hop e da poesia slam; somos marxistas-leninistas, anarquistas, trotskistas, ou simplesmente preocupados, estamos nos EUA, no Brasil, na Grécia e na Nova Zelândia. Somos muitos, e temos muitas diferenças entre nós – muitos sequer concordamos que a tática de Aris e do Masovka seja a melhor nessas circunstâncias – mas hoje unimos nossas vozes para dizer bem alto:

ABAIXO A BRUTALIDADE POLICIAL NA GRÉCIA E EM TODO MUNDO!

TODA NOSSA SOLIDARIEDADE A ARIS P., AO COLETIVO MASVOKA E A TODOS QUE LUTAM!

OUÇA A PLAYLIST METALHEAD AGAINST POLICE BRUTALITY

https://open.spotify.com/embed?uri=spotify%3Aplaylist%3A5shivAOCgU07FEoMOvKgVx

Black Moon Riders reúne contos sinistros no primeiro álbum

A banda Black Moon Riders acaba de lançar o seu primeiro álbum completo, intitulado “Weird Tales”. O disco é recorte de contos estranhos e histórias sombrias, transformadas em músicas que misturam o Heavy Metal com os grandes grupos vocais da Motown Records. O trabalho conta com produção de Henrique Fioravanti (From HellRecords Studios) e arranjos de Magnus Wichimann (Rage In My Eyes). A capa ficou a cargo de Gabriel Lauxen.

“Weird Tales” reúne em um único disco músicas que compõem o EP “Black Moon Riders”, de 2019, os singles “Edward Mordrake” que conta com a participação especial de Iuri Sanson (ex-Hibria), “We Are the Riders” e versões para os clássicos “Romaria” e “You Make Me Feel Brand You”. O álbum ainda traz como bonus track à versão demo de “We Are the Riders” com Magnus Wichimann na guitarra.
Confira o álbum:
https://open.spotify.com/album/1AmyKkGNfN1GDHlmOGprUe
O vocalista e mentor da Black Moon Riders, Átila Ferrarez, fala sobre o álbum: “É um disco que a gente está trabalhando desde 2019, quando lançamos o EP e os singles na sequência É um trabalho que conta muito as histórias da minha vida e é muito bom poder colocar elas para fora. Eu me sinto mais aliviado quando consigo transformar essas histórias em músicas o jogá-las para o mundo. Não consigo ficar em paz se não faço isso. É um processo que resultou no álbum que tem apenas uma finalidade, ser arte. Não faço isso por dinheiro, apenas com o objetivo artístico. É arte pela arte. Então é uma satisfação enorme conseguir reunir todas essas histórias em um único álbum” – destaca Átila.

Logo após seu lançamento oficial, o bonus track “We Are the Riders” entrou para a playlist do Spotify “Novo Rock Brasil”, ao lado de bandas como Acústicos & Valvulados, Comunidade Nin-Jitsu, Picanha de Chernobill, Plebe Rude, Supla, Dead Fish e outros grandes nomes. A banda ainda foi agraciada com a foto de Átila como capa oficial da playlist.
https://open.spotify.com/playlist/49RWqmg3aZSeNTaETDXgVX
Formada em 2014, a Black Moon Riders é uma banda de rock pesado que exorciza seus demônios com performances marcantes, figurinos autênticos e guitarras insanas. Seu nome remonta a uma antiga seita que espera a chegada da lua negra. Era em que reinará a magia, o rock e o prazer.

Imagem:
Gabriel Lauxen

Contatos:
Black Moon Riders Official

Corja! é atração de festival Desérticas que apoia presença feminina na música

Corja!, banda do Ceará e um dos nomes mais promissores da música pesada brasileira, leva seu show para a segunda edição do festival online Desérticas, que acontece dia 24 de abril, no Youtube, às 19h.

Liderada com o peso, energia e atitude da vocalista Haru Cage que conduz a banda com vocal extremo, Corja! está na estrada desde 2017 e prepara o lançamento de seu primeiro disco que está na reta final de produção intitulado Insulto.    

Com a intenção de explorar temas que abordam os conflitos humanos em letras introspectivas que se aprofundam na autocrítica, misturadas com riffs de guitarra pesados e vocais extremos e em português, Corja! surgiu em Fortaleza e é formada por músicos que trazem na bagagem experiências de vários outros projetos.

Corja! aparece como um novo representante de uma vertente que mistura o metal extremo com o hardcore, culminando em um som crossover resultante das diversas influências de seus integrantes que são além de Haru, Darlan Pinheiro (guitarra), Raul Marques (guitarra), Silvio Romero (bateria) e Pedro Felipe (baixo).

O Festival Desérticas é organizado e promovido pelo Coletivo Desérticas, composto integralmente por mulheres do alto oeste potiguar, criado com o intuito de divulgar, incentivar e promover a participação das mulheres na cena musical independente da cidade de Mossoró, Rio Grande do Norte, tendo como bandeiras a luta feminista, LGBTQI+, antirracista e antifascista.
Siga Corja!
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Serviço Festival Desérticas II
Onde: http://bit.ly/youtube-deserticas e no canal 10 da TCM
Quando: 24 de abril
Horário: 19h
Mais em instagram.com/coletivodeserticas

Rootbrain: lançamento do single Lion Tamer marca estreia do quinteto europeu com membro do Triptykon e inaugura estilo black grunge

Rootbrain, um coletivo formado por membros das bandas Triptykon, Profane Omen & Kuolemanlaakso, lança nesta sexta-feira (26) o single e o clipe ‘Lion Tamer’ que marca a estreia mundial da banda originária da Finlândia.  

Assista o clipe Rootbrain – Lion Tamer

O quinteto começou a tomar forma na união de Thomas Wright (baixo) e Helle (guitarra), amigos desde os anos 1990, que insatisfeitos com o que ouviam na cena recente do metal, decidiram que a solução era montar uma banda para fazer eles mesmos o tipo de som que queriam escutar. 

Juntaram-se à dupla Jules Näveri (vocal), Tony (bateria) e V. Santura (guitarra) que comanda o instrumento também no Triptykon, uma das bandas mais influentes do doom/black metal no mundo e que surge como espécie de extensão de outro super grupo, o Celtic Frost.

De união do talento e das diferentes personalidades e identidades que cada um desses músicos representam surge o Rootbrain e seu estilo de música que batizaram como “black grunge”. Embora chamem assim o próprio estilo de música, eles dizem que quem escutar pode chamar da forma que quiser. Brincam que a banda nasceu na cidade de “Seattle”, só que na Finlândia. 

A música do Rootbrain é cativante, artisticamente ambiciosa e musicalmente diversa. A filosofia da banda é simples: a vida é curta, então passe-a com as melhores pessoas fazendo o que você ama. Rootbrain não é um projeto. É uma banda construída na fraternidade.

O álbum de estreia ainda não lançado, “Breakwater”, foi projetado, mixado e masterizado por V. Santura, que integra também as bandas Triptykon e Dark Fortress, no Woodshed Studio, Alemanha. Originalmente, Santura foi convidado a gravar, produzir e tocar algumas faixas para o álbum, mas, para a surpresa de todos, ele ficou tão impressionado com o ritmo, com a química e a composição da banda que, durante as sessões, acabou se juntando como guitarrista principal em tempo integral.

Os shows – muitos já marcados – tiveram de ser colocados em modo de espera, e, mesmo  durante esses tempos desafiadores, Rootbrain prepara o terreno para lançar “Breakwater” com o lançamento de quatro singles que abrirão os caminhos desse trabalho de janeiro a abril. Também já estão empenhados na criação de canções para um segundo álbum.

Rootbrain é: 

Jules Näveri – vocal 

V Santura – guitarra 

Helle – guitarra 

Thomas Wright – baixo 

Tony – bateria

Dores e amores no lançamento do single “Vem me Curar” da dupla brega João Pedro & Abelardo

m clima de descontração, a dupla brega João Pedro & Abelardo, lança seu primeiro single, “Vem me Curar”, pela Tal e Tal Records. A canção brinca com a sofrência amorosa a partir de uma via lúdica, brincando com situações e sintomas típicos da dor subjetiva. Vagar a esmo, sentindo-se nauseado e confuso,  consultar forças cósmicas e receitas populares até achar a fórmula mágica da paz. É desse jeito, que João Pedro & Aberlado promovem essa celebração do amor em sua forma sofrida e venturosa, dialogando com as dores sentimentais que deixam feridas na alma de todas pessoas em algum momento de suas vidas.  

Link to Spotify: https://bit.ly/3uzZE6H

Sobre a dupla:

Depois de muitos projetos alternativos, cults, passeios pelos sons experimentais, beats e outros afazeres que já não satisfaziam seus corações, João Pedro Cé (Trabalhos Espaciais Manuais) e Diego Abelardo (Agnostic Orchestra) iniciam um novo projeto e o encontro de artistas versáteis é um ingrediente primordial para trilhar o caminho do sucesso. Como o sucesso é relativo a realizar uma tarefa do início ao fim bem sucedida, podemos dizer que João Pedro & Abelardo já nasce um sucesso: fazer canções românticas com um certo tom de humor, sem perder a seriedade necessária para falar de amor.

Diego Abelardo é músico, compositor, produtor, videomaker e professor. Criador dos três volumes do projeto Agnostic Orchestra. Ganhador do concurso internacional “Broken Orchestra Remix” em 2018. Tem seu estilo focado nos processos eletroacústicos de arranjos e mixagens, explorando sonoridades e texturas através da experimentação composicional. Indo da MPB ao Jazz e ao Hip Hop, misturando com sua poesia e samples tudo que consegue expressar de suas intenções artísticas e existenciais.

Músico e Produtor Musical, João Pedro Cé atuou em diversos projetos em Porto Alegre (Bel Medula, Pretago, Trabalhos Espaciais Manuais) como arranjador e guitarrista, tendo experiência em produção executiva de grupos e curadoria Festival Porto-Alegrense de Bandas Instrumentais. Ganhou o Prêmio Açorianos de melhor trilha sonora em 2015 por “Qual a diferença entre o charme e o funk” e foi indicado para o mesmo prêmio em 2016, pelo espetáculo “Afrome”.Também é Psicólogo e mestre em Psicologia Social focada nos processos culturais e execução de políticas públicas de cultura com foco nas trajetórias de vida.

Oceania expande gama harmônica e melódica em canções mais pesadas com segundo disco, “Dark Matter”

Após revelar os intensos e provocadores singles “Looking for the Exit” e “Mouth of God”, o trio mineiro Oceania mostra uma sonoridade amadurecida em seu novo disco, “Dark Matter”. Expandindo o já característico alcance harmônico e melódico da banda, o trabalho chega com mais peso para a identidade do rock alternativo do projeto. O álbum já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Ouça “Dark Matter”: https://tratore.ffm.to/darkmatter 

As canções foram trabalhadas ao longo dos últimos dois anos e meio. Das sessenta composições, oito foram selecionadas por Oceania para representar o atual momento do seu som, sempre trilhando a linha tênue entre a vulnerabilidade pessoal e a universalidade dos temas abordados. Musicalmente, o trabalho revela um momento de ampliação das fronteiras criativas, abarcando novas experimentações e riscos, sempre na expectativa de levar o som ao máximo de pessoas possível e traduzir a personalidade de seus três membros.

“O grande desafio na concepção deste álbum esteve relacionado a atingir a unanimidade dos três integrantes em relação a todas as etapas do processo criativo”, revela o vocalista e guitarrista Gustavo Drummond. Além dele, a banda é formada por Daniel Debarry (baixo) e Tulio Braga (bateria). 

Assista ao clipe “Looking for the Exit”: https://youtu.be/t3ei9XY9lVY 

Assista ao lyric video “Mouth of God”: https://youtu.be/hI7Cr6wcO0E

O projeto surgiu em 2016 com Drummond decidindo retomar sua vocação original para a música e compor uma coleção de novas canções, novamente em inglês, reconciliando a vertente visceral dos tempos de Diesel – com quem tocou no Rock in Rio –  e a sofisticação harmônica do Udora – que o levou para turnês pelo mundo -, com letras que expressam, à sua maneira, as idiossincrasias e peculiaridades da experiência humana.

Trazendo essa busca por imensidão desde o nome, a Oceania lançou em 2017 o disco “Beneath The Surface”, com grande aceitação entre público e crítica especializada e desde o ano passado eles estão focados na produção de seu segundo álbum. As influências foram definitivamente as mais pesadas até então, tais como Black Sabbath e Lamb of God, aliadas com o histórico pregresso dos integrantes do Oceania em outros projetos.

Os músicos assinam, além das composições e arranjos, a produção musical ao lado de Marcelo Mercedo. “Dark Matter” está disponível nas principais plataformas.

Ouça “Dark Matter”: https://tratore.ffm.to/darkmatter 

Desalmado celebra 12 anos de disco de estreia e toca álbum na íntegra em Live nesta sexta

A banda de Death Grind Desalmado celebra os 12 anos de seu álbum de estreia, Hereditas, em show especial transmitido pelo canal da banda no YouTube nesta sexta-feira (11), às 21h, tocando todas as músicas do disco. Além da performance gravada no estúdio Family Mob, em São Paulo, a banda fará uma live comentando cada uma das faixas.

Desalmado resolveu gravar previamente o evento para garantir melhor qualidade de som e imagem. “É complicado transmitir ao vivo, pois é necessário ter uma equipe, justo nesse momento em que se evita aglomerações, além de um grande investimento. Resolvemos assim registrar previamente nossa performance e vamos fazer uma live comentando cada uma das músicas”, explica o baixista Bruno Teixeira.

O evento será transmitido no canal do Desalmado no YouTube. A apresentação contará ainda com músicas bônus. Assista em youtube.com/desalmado

De acordo com Bruno, a ideia da banda é fazer também um relançamento do trabalho. “O Hereditas foi nosso primeiro registro oficial com o nome Desalmado. Na época nós fizemos algumas cópias caseiras do disco, que foi posteriormente lançado pela gravadora Greyhaze Records em vinil. A nossa ideia é fazer um relançamento em CD, com as faixas originais junto com essa regravação 100% ao vivo, mostrando como estamos soando com a formação atual, que não é a mesma da época. Se esse plano sair do papel, será a primeira vez que o Hereditas terá versão oficial em CD, 12 anos depois!”, conta.

Sobre o Desalmado

O quarteto formado por Caio Augusttus (vocais), Estevam Romera (guitarra), Bruno Teixeira (baixo) e Ricardo Nützmann (bateria) completou 16 anos de estrada em 2020 e lançou o EP “Rebelião” nas plataformas digitais neste ano. Para 2020 a banda fará o lançamento de um novo álbum de estúdio com músicas inéditas e o relançamento do EP Hereditas.

O Ben para todo mal: Iggor Cavalera fala sobre filhos, reencontro com o irmão Max, família e a palheta coçadeira do Iron Maiden

Gestar uma produção audiovisual não é brincadeira. Mas “O Ben para todo mal” está de volta, com episódios inéditos abordando músicos em conversas sobre a relação entre filhos e o fazer artístico. Para pontuar o momento, batizamos a temporada de “se criando no isolamento”. O nome é uma alusão aos bate-papos realizados à distância em razão das restrições impostas pela pandemia no novo coronavírus. A grafia é mesmo fora do padrão — como nossa ideia de parentalidade — trocando a ênclise, que seria o correto, pela próclise. A expressão “se criando” é uma gíria comum no Rio Grande do Sul e significa, grosso modo, “se desenvolvendo”, “nascendo”.

A estreia da nova fase é com Iggor Cavalera (Petbrick / Mixhell). O baterista e ex-integrante da maior banda de metal parida no Brasil, fala sobre a importância da família para a carreira, o nascimento do Sepultura, o peso que o filho mais novo teve na reconciliação com o irmão Max — com quem ficou uma década sem conversar diretamente — e o uso fora do comum para palhetas do Iron Maiden. Assista ao episódio aqui (https://bit.ly/obeniggorcavalera). Em breve, também na programação da Music Box Brazil.

Na sequência, ainda teremos entrevistas com o rapper Afro-X, com a cantora Fernanda Takai (Pato Fu) e com o jornalista André Barcinski (que, entre tantos trabalhos, escreveu a biografia de João Gordo, vocalista do Ratos de Porão e um de nossos convidados na primeira temporada).

A montagem e edição do projeto segue sob a tutela de Sérgio Caldas, criador da Subverse Filmes.

Sobre o Ben para todo Mal

Filhos só fazem bem. Até para os maus — ou tidos como tal. Além disso, são um alento para todos os males. Dão trabalho, vá lá, mas são nosso bem mais precioso.

E o Homero, jornalista e pai do Ben, (com)provou isso desde que o guri nasceu. Aí, resolveu conversar com figuras que o cidadão de bem considera malvadas para mostrar a influência que uma criança exerce na vida dessa turma ‘maligna’.

Então, idealizou ‘O Ben para todo mal’ (assim mesmo, com ‘n’, para homenagear o filhote), série de entrevistas com criaturas fora dos padrões convencionais da família brasileira. A ideia é conversar com rockeiros — do mainstream ao underground — e gente que não se apega às convenções de pai & mãe tradicionais.

Até o momento, foram produzidos 13 episódios com personagens nacionais e internacionais. Entre eles: Jão e João Gordo (Ratos de Porão), Julia Barth (Os Replicantes), Andreas Kisser (Sepultura), Colin Abrahall (GBH), CJ Ramone, Rodrigo Lima (Dead Fish), Fredrik Larzon (Millencolin), João Kombi (Test), Toby Morse (H2O), Fredi Chernobyl (Comunidade Nin-Jistu),  Rafel Malenotti (Acústicos & Valvulados) e Simon Chainsaw (Simon Chainsaw & The Hippie Killers). Estão todos disponíveis aqui: www.youtube.com/c/OBenparatodomal

Quem ajuda nessa criação é o produtor e editor de vídeos Sérgio Caldas, da Subverse Filmes, que já tem extenso currículo com produções audiovisuais ligadas à música. É ele o responsável por conceber o projeto na tela.

Além de um canal no Youtube, a iniciativa ganhou espaço no canal Music Box Brazil — que  está na grade de programação das maiores operadoras de TV a cabo do país e é o segundo maior canal de música do país (sendo o primeiro de conteúdo nacional). As exibições são semanais e podem sofrer alterações conforme a programação da emissora.

Canal no Youtube: www.youtube.com/c/OBenparatodomal

Facebook: /www.facebook.com/obenparatodomal

Instagram: www.instagram.com/obenparatodomal/

Banda cearense Rematte lança novo single/clipe: conheça “A Cerca”

Em novo clipe, Rematte denuncia bárbarie social brasileira: assista “A Cerca” Gravado no período da pandemia, novo trabalho do grupo chega furioso, e discute sobre as diversas desigualdades sociais em nosso país

O quarteto cearense Rematte disponibilizou em todas as plataformas de streaming, e em formato de videoclipe, seu novo single: “A Cerca”. A música é o segundo lançamento do grupo este ano, e desta vez conta com a parceria do selo Electric Funeral Records.

Se no trabalho anterior, “Sob o Luar”, o Rematte falava sobre inquietações internas e apresentava um som quase etéreo em certos momentos; em “A Cerca”, o grupo formado por Daniel Gadelha (vocal), Álvaro Abreu (bateria), Jonas Monte (baixo) e Thiago Barbosa (guitarra) põe toda a sua raiva para fora, apresentando uma musicalidade mais pesada, com riffs frenéticos e dissonantes, além de uma letra que fala sobre as desigualdades sociais cada vez mais gritantes em nosso país, como conta Daniel: “O texto é uma costura de reflexões e críticas sobre a nossa sociedade, que está metaforicamente (ou não) recortada por “cercas invisíveis”, que não enxergamos, mas que são tão sólidas quanto o ódio de quem as cria e de quem as vivencia. Cercas sociais, raciais, econômicas, religiosas, e todas aquelas que subtraem da humanidade a capacidade de perceber a existência do outro, do coletivo, da diversidade, e o prejuízo impagável que isso imprime em uma visão de mundo mais justa”.

Devido à pandemia, a banda acabou tendo que buscar uma alternativa para viabilizar a produção do single. A solução foi a gravação remota, onde cada integrante gravou separadamente, em um local diferente, sob a orientação de Matheus Brasil (Matt B), produtor parceiro do Rematte desde os trabalhos anteriores. No final, a música foi gravada em dois estúdios (Esconderijo e Top Studio, ambos em Fortaleza), nas casas dos membros, e até contou com a participação do produtor Zeca Leme, do BTG Studio (SP), fazendo o trabalho de timbragem das guitarras. Sobre esse processo totalmente novo para os músicos, Jonas comenta: “Gravar a distância foi um mix de medo e euforia. Medo pela pandemia, e euforia por voltar a produzir e querer que o trabalho ficasse logo pronto. A cada elemento que era gravado, uma comemoração era feita! Apesar de toda a preocupação de como iria ficar, já que cada um estava gravando de um jeito diferente, a certeza de que ficaria bom era sempre presente, pois confiamos demais no Matheus”.

Para o clipe, a banda teve uma ideia de recorte mais pontual: mostrar o impacto da desigualdade social territorial em Fortaleza, cidade onde vivem, e de como obras do governo e de empreendimentos imobiliários separam uma parcela mais pobre da população de forma cruel e muitas vezes violenta. Para isso, a banda contou com a parceria do coletivo Nigéria Filmes, que cedeu trechos de seu acervo, entre eles a série documental “Cartas Urbanas”, que aborda justamente a reflexão territorial urbana. “Gostaríamos de falar sobre nossa cidade e inserir imagens fortes, que dialogassem com a densidade do que a letra da música diz. Não demorou em pensarmos na Nigéria, que já é conhecida por suas obras de impacto e apelo social. Trocamos uma ideia com os caras, e eles toparam! O ‘Cartas’ caiu como uma luva para o clipe, pois mostra exatamente o que essas ‘cercas’ de desigualdades sociais podem causar aos mais desfavorecidos”, conta Álvaro. A captação das imagens da banda, direção e edição ficaram a cargo de Vicente Ferreira, da Vomor Produções.

                SOBRE A BANDA

Rematte é uma banda de rock de Fortaleza fundada em 2017. Com influências que vão desde bandas alternativas como Deftones, Incubus e Audioslave, até a poesia engajada e contestadora de Chico Science, Marcelo Yuka e Chico Buarque, o grupo apresenta um som vigoroso, que intercala climas atmosféricos com distorções agressivas. Em seu discurso, temas como reflexões individuais, engajamento social e a energia das relações em um contexto urbano e tecnológico são abordados de maneira muito particular, graças às composições do vocalista Daniel Gadelha. Com um EP e dois singles na bagagem, o Rematte segue expandindo o alcance da sua música de forma digital, enquanto a pandemia ainda não dá trégua.

Assista ao clipe no link: https://youtu.be/XluyO-bUymo

Ouça o single “A Cerca”:

– Spotify: http://bit.ly/Rematte-A-Cerca

– Deezer: https://bit.ly/2TPZk2t

– Bandcamp: https://remattebanda.bandcamp.com/

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