Wolfheart And The Ravens: veteranos do gothic metal nacional lançam “Gimme Your Blood”

WOLFHEART AND THE RAVENS é a continuação da saga gothic metal iniciada pela banda RAVENLAND, criada por Dewindson Wolfheart em 1996. Com o RAVENLAND o grupo obteve um reconhecimento internacional, tendo sua música tocada em rádios no mundo todo, como na BBC de Londres, Estados Unidos e Japão, onde participou da coletânea da rádio TransaRock, de Osaka, por ser uma das bandas mais pedidas na programação. Seu primeiro vídeo clipe, “End of Light“, foi exibido em diversas emissoras no país, como Multishow, Play TV, Record, Rede TV, TV Cultura e MTV Brasil.

Ainda com o RAVENLANDDewindson tocou em mais de 500 shows, seja como headliner ou ao lado de nomes como MoonspellTiamatNightwishTheatre of Tragedy, e Danny Cavanagh. Ao todo a banda produziu dois álbuns, cinco EPs, dois singles e participações em inúmeras coletâneas e tributos.

No ano de 2015 Dewindson Wolfheart e Fábio Jhasko (ex-Sarcófago) gravaram juntos a música “The Ravens“, para um tributo ao Bathory, o que resultou em um projeto chamado WOLFHEART AND THE RAVENS, e que mais tarde, após mudanças de formação da RAVENLAND, veio a ser o novo nome da banda. Para iniciar essa nova fase foram lançados os singles “Ravphenix – From Ashes“, “Inês – The Dead Queen“, e “Midnight“, além de participações em diversos shows. e tributos

No momento o grupo está trabalhando em um novo disco que contará com convidados especiais como Tommy Lindal (ex-Theatre of Tragedy), Margriet Mol (Asrai), Fernando Ribeiro (Moonspell), Aaron Stainthorpe (My Dying Bride) e Skinny Kangur (Deathstars).

Para dar uma amostra do novo material a banda lançou o vídeo clipe do single “Gimme Your Blood” que pode ser assistido AQUI.

O WolfHeart And The Ravens é formado por:
– Dewindson Wolfheart (Vocais)
– Andreas Dehn (Guitarra)
– Marcos Brito (Guitarra)
– Rafaela Redbass (Baixo)
– Dan Werneck (Bateria)

Links:
– Vídeo clipe “Gimme Your Blood”: https://www.youtube.com/watch?v=hDqdrHyRgQU
– Site: wolfheartandtheravens.com
– Facebook: facebook.com/WolfheartAndTheRavens
– Instagram: instagram.com/wolfheart_and_the_ravens
– Spotify: open.spotify.com/artist/1GLHGKcZ9bqLps8HNCA7Rc
– YouTube: youtube.com/dewindsonvocal

CONHEÇA SEQUÓIA, NOVA BANDA DE DANIEL SIQUEIRA (GARAGE FUZZ / CPM 22)

Assim como a admirável árvore, a banda Sequóia construiu sua história com raízes fortes, que vêm de uma longa amizade entre dois amigos que cresceram na mesma rua, e que já dura mais de 25 anos.

Embora os primeiros arranjos do grupo tenham começado em 2013, foi com a entrada de um novo membro, em 2019, que o projeto ganhou fôlego e trouxe para banda dimensões agigantadas em suas composições.

O trio de rock instrumental formado em Santos, litoral do estado de São Paulo, é composto por Daniel Siqueira, baterista das bandas Garage Fuzz e CPM 22, Fabio Carcavalli, baixista do Mistanásia e ex-integrante do Blackjaw e Leonardo Mangeon na guitarra. Trazem em seu repertório uma sonoridade com influências de Explosions in the Sky e The Mercury Program.

“Nicarágua”, o primeiro single do Sequóia é, curiosamente, também a primeira composição feita pela banda, em homenagem a rua onde Leonardo e Fábio passaram a infância juntos. “Achamos bastante pertinente batizar a nossa primeira música com o nome do lugar onde nos conhecemos há mais de 25 anos atrás, a Rua Nicarágua em São Vicente/SP”, complementa Leonardo, guitarrista da banda.

A produção foi feita pela banda em conjunto com Nando Bassetto (Garage Fuzz), que também foi responsável pelas gravações e mixagem, feitas no estúdio PlayRec, em Santos. A música foi masterizada por Caio “Fake” Fernandes no estúdio Cabeção Music, em São Paulo.

Ao serem questionados sobre este single de estreia, o grupo se diz feliz com o resultado e ansioso em compartilhar este trabalho com os amigos e fãs de suas outras bandas. “Nicarágua representa todo o nosso amor em fazer música e é um presente que queremos dar às pessoas” finaliza Fábio, baixista do Sequóia.

Ouça “Nicarágua”:
https://found.ee/Qzfr0

Artistas do Brasil inteiro criam coletivo de ska e lançam faixa em protesto ao atual governo

Grupo Cat Jump Ska All Star acaba de lançar o single “Sonhando Acordado”, gravado e criado totalmente à distância

 

Olá, tudo bem? Artistas do Brasil inteiro se uniram virtualmente e criaram o coletivo Cat Jump Ska All Star. O primeiro lançamento do grupo, o single “Sonhando Acordado”, acontece hoje, 25, com um videoclipe especial gravado totalmente à distância. Teríamos espaço para uma matéria ou nota?


Deixo aqui uma pasta com fotos e áudio: https://drive.google.com/drive/folders/1n_DkhpSh8uWSt-j7Y-KeXvkodPUK-lmy?usp=sharing

Seguem mais detalhes sobre o lançamento:

A pandemia do coronavírus impossibilitou diversas coisas, inclusive os shows e os festivais. Mas quem disse que, mesmo à distância, os músicos não podem se encontrar? Com este pretexto nasceu o projeto Cat Jump Ska All Star, um supergrupo que reúne músicos de diversas bandas de vários cantos do Brasil e que acaba de lançar a faixa “Sonhando Acordado“.

A ideia surgiu quando Du Moreira (carreira solo-ABC/SP) apareceu com uma letra e melodia e jogou em um grupo de músicos e amigos na internet. Nacho Martin (Guantas-São Paulo/SP) veio com alguns versos,  acompanhado de seu ukulele. Daí em diante, a “troca de figurinhas” ficou ainda maior. Juntou-se ao projeto: Victor H (Skabong-Aracajú/SE) na bateria, Álamo Leonardo (Poplars-Americana/SP) nos coros, Sarah Bini (Skabong-Aracajú/SE) na voz, Edu Z (Sapo Banjo-ABC/SP) no baixo, Edu Cursino (Sapo Banjo-ABC/SP) nas teclas, John Souza (Demasiada Presión-São Leopoldo/RS) na guitarra, Nilvo Krauze (carreira solo-ABC/SP) nas rimas e Kiko Bonato (Buena Onda Reggae Clube-ABC/SP) no saxofone.
 

OUÇA EM SUA PLATAFORMA PREFERIDA
CONFIRA O VÍDEOCLIPE



“A melodia  de ‘Sonhando Acordado’ foi feita em casa, antes da pandemia. Era um ska instrumental que eu não conseguia colocar letra. Ela ficou parada em meus arquivos e, quando fui convidado a entrar em nosso grupo de Whatsapp, percebi que ali tinham bandas e pessoas interessantíssimas. Em uma de nossas conversas, alguém sugeriu fazermos um som do zero e na hora lembrei desse ska que estava guardado. Mandei para a galera ouvir…Daí por diante, a história virou musica”, conta Du Moreira.

“‘Sonhando Acordado’ remete ao momento atual em que estamos vivendo. Quem não quer acordar deste pesadelo? A premissa é clara: o atual governo está nos matando e precisamos acordar. Acordar de forma lírica ou literal, mas do jeito que está não aguentamos mais. Esperamos trazer um pouco de alívio para um momento tão delicado como este e quem sabe nos reunirmos para valer depois que tudo isso acabar. O single pode ser parte de um álbum? A banda pode vir a fazer shows? Ainda não sabemos, mas o primeiro passo foi dado”, diz Nacho Martin. 

O single está disponível em todas as plataformas de streaming e também conta com videoclipe, gravado totalmente à distância. Edu Z e Victor H assinam a mixagem e masterização, enquanto Nacho Martin ficou à frente da parte gráfica e audiovisual.

Sobre o Cat Jump Ska All Star

O Cat Jump Ska All Star é um grupo formado durante a pandemia por músicos de diversas bandas do Brasil inteiro. Os artistas se reuniram virtualmente e lançaram a faixa “Sonhando Acordado”, que traz reflexões críticas sobre a política brasileira atual. 

Ficha técnica

Du Moreira – Letra e Voz
Nacho Martin – Letra, Voz e Ukulele
Alamo Leonardo – Coros
Sarah Bini – Voz
Edu Z – Baixo
Edu Cursino – Teclados
Victor H – Bateria 
John Souza – Guitarra
Nilvo Krauze – Rima
Kiko Bonato – Saxofone 

Arte agressiva e intensa marca capa do novo single da banda de death metal Forceps

Forceps, potência carioca do death metal, acaba de divulgar a capa de seu novo single, ‘Anthropoviral Amalgamation’, que estreia em breve. A ilustração pesada, intensa e agressiva traz todos os contextos e narrativas do universo do death metal e é assinada pelo artista Edu Nascimento.

‘Anthropoviral Amalgamation’ trabalha o terror futurista e tecnológico com temática bio-pós-apocalíptica, um cenário que sempre fez parte das letras do Forceps desde suas origens em 2006.  “O que não imaginávamos é que viveríamos ainda em nosso tempo uma realidade tão próxima à que criamos na ficção. Inspirados nessa espécie de premonição, compusemos a “Anthropoviral Amalgamation”, que relata um ataque muito similar ao que sofremos atualmente, porém, no mundo futurístico do Forceps”, diz o vocalista Douglas Murdoch.

‘Anthropoviral Amalgamation’ foi gravada no Tellus Studio e produzida por Caio Mendonça, guitarrista da banda Lacerated and Carbonized, também do Rio de Janeiro. O trabalho ganhou merchandising especial com camiseta disponível em pré-venda e com desconto de lançamento na loja virtual da banda em forceps.lojaintegrada.com.br.

Sobre o Forceps

Nascida no ano de 2006 na cidade do Rio de Janeiro, Forceps é formada por Douglas Murdoch (vocal), Bruno Tavares (guitarra), Thiago Barbosa (baixo) e Emmanuel Iván (bateria). A banda tem na discografia três lançamentos oficiais: Corporeality (Demo 2009),  Humanicide (EP 2012) e  Mastering Extinction (Full 2017). Atualmente está trabalhando em material inédito. No Youtube, tem documentário que retrata a turnê que a banda fez nos Estados Unidos, em 2017.  Crédito da foto: Daniel Croce

Siga o Forceps

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YouTube: youtube.com/forcepsdeath

Bandcamp: forceps.bandcamp.com

Ancesttral estreia single e clipe novo com Live no Youtube

Ancesttral estreia nesta sexta-feira (16) seu novo single, ‘Us vs Them’. Enquanto os apps de streaming recebem a faixa, o clipe da música será lançado no canal da banda, às 10h. À noite, às 21h, a banda se reúne e recebe a equipe de produção do vídeo para uma Live React especial do filme junto com os fãs no Youtube para responder ao vivo as interações.

▶ Ative o lembrete para a Live aqui
https://youtu.be/P5D_Ha968bo

▶ Ative o lembrete para ver o clipe aqui

Com uma sonoridade thrash metal direta e reta, ‘Us vs Them’ entoa um protesto sobre o apoio cego a políticos de todas as vertentes e convida a refletir sobre as implicações na vida privada das pessoas que defendem homens em cargos públicos com unhas e dentes.

“Protestar contra tudo que está errado, essa é a mensagem por trás da música “Us Vs Them”. Para nós, não faz sentido ter “políticos de estimação”, não estamos em um jogo em que existam torcidas para os dois lados. Nós estamos de um lado e todos os políticos, que prometeram cuidar do povo, estão de outro. Eles são nossos empregados. Eles devem nos temer, não o contrário”, diz Alexandre Grunheidt, vocalista. 

A banda encarnou o personagem e surge de terno e gravata no clipe em uma mistura com sua versão original. O filme é assinado pelo fotógrafo e filmmaker Caike Scheffer que já trabalhou com Ancesttral em outros projetos. Rodrigo Oliveira assina a mixagem, masterização e a produção dividida com a banda. A gravação aconteceu no Dharma Studios.

Sobre Ancesttral
Ancesttral é considerada uma das principais bandas de Thrash Metal do Brasil. Na estrada desde 2005, a banda fez sua estreia no mesmo ano com o EP ‘Helleluiah’. Com a boa receptividade do material, a banda passou a trabalhar no álbum de estreia, ‘The Famous

Unknown’, lançado em 2007 pela gravadora Voice Music.

Comparações com o Metallica, agenda de shows repleta e críticas favoráveis no Brasil e no exterior fizeram com que o trabalho elevasse o nome Ancesttral na cena brasileira. Tal fato foi comprovado com a conquista de diversos prêmios na eleição dos melhores de 2007.

Musicalmente, as referências vêm de nomes como Metallica e White Zombie, mas, em virtude do background de seus músicos, também segue a escola do Thrash Metal praticado no fim dos anos 1980 e início dos 1990, como Fight, Testament, Megadeth e Slayer. O grupo vem adicionando novos elementos ao som, tanto de bandas de Heavy Metal tradicional, como as mais contemporâneas, na linha de Godsmack e Disturbed.

Usando, de forma inteligente e bem colocada, mensagens de duplo sentido, o grupo fala o que algumas pessoas pensam, mas não têm coragem de dizer. A temática das letras, retratando assuntos do cotidiano, ataca com firmeza a hipocrisia e o falso moralismo.

Ancesttral tem disponível o CD ‘The Famous Unknown’ (2007) e o EP ‘Bloodshed and Violence’ (2012) e ‘Web of Lies’ (2016). A banda é Alexandre Grunheidt (vocal e guitarra), Denis Grunheidt (bateria), Leonardo Brito (guitarra) e Renato Canonico (baixo).

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Exylle lança Sangue nas Ruas

Após dois anos do lançamento de seu primeiro álbum, a banda Exylle vem trazendo seu mais novo EP “Sangue nas Ruas”.

O foco deste novo trabalho é intensificar a mensagem e críticas sobre política e sociedade que a banda vem trazendo desde suas primeiras músicas, sendo que para isso o EP conta com 5 faixas inteiramente em português. As gravações ocorreram durante a pandemia e toda a situação que o Brasil anda passando serviu como inspiração para as composições. Além disso, o estilo característico da banda que mescla o Thrash e Death Metal permanece, porém as novas músicas possuem uma maior influência do hardcore, algo já presente em composições anteriores porém pouco explorado.

O EP também marca a estreia da nova formação da banda, que além de Kevin Vieira e Victor Hugo, conta com Winicius Rodrigues que já tocou em diversas bandas de hardcore de Curitiba (Infarto HC, Böriz Kasööy) e Isaac Murilo, que traz uma grande bagagem tocando em bandas de São Paulo e Curitiba (Porrada, Perpetual).

Sangue nas Ruas já está disponível nas principais plataformas de streaming, além disso, a música Seu Brasil ganhou recentemente um lyric vídeo produzido pela Nordic Filmes

O disco também sairá em formato físico ainda este ano através de um lançamento colaborativo realizado pelos selos Brado Distro, Vertigem Discos, Two Beers or not Two Beers Records, Terceiro Mundo Caos, Poeira Maldita Records, Underground Storm Records, Underground Gräves Distro e Capetóize Distro

Exylle iniciou suas atividades em 2014, e desde então vem se apresentando nas principais casas de shows e eventos da região sul do Brasil.

Lyric vídeo https://www.youtube.com/watch?v=WUMUh4qaifM

Plataformas de Streaming https://onerpm.link/4465533770

Facebook da banda: https://www.facebook.com/ExylleOficial

Instagram da banda:  https://www.instagram.com/exylle_official/
Desde já agradeço pela atenção
Daniel Silvawww.bradodistro.com.br

PLEBE RUDE COMEMORA 40 ANOS COM NOVO SINGLE; OUÇA “68”

No dia 7 de julho de 1981 era formada a Plebe Rude, que se tornou uma das principais bandas de rock do país e carrega na bagagem sete álbuns de estúdio e três ao vivo. Após exatos 40 anos, o grupo lança nesta quarta-feira (7) o primeiro single do disco “Evolução – Vol. II”, intitulado “68”.

A faixa, produzida pelo vocalista Philippe Seabra, faz parte do projeto “Evolução”, que teve seu primeiro volume lançado em 2019. O trabalho narra em um total de 28 canções, a trajetória do ser humano na Terra através de uma ampla análise do homem, do seu desenvolvimento e de sua vivência em sociedade.
 
O baixista André X conta que “68” foi escolhida para apresentar o álbum “Evolução – Vol. II” por discorrer sobre um tema, ainda, relevante. “É sobre um ano marcante do século XX, no qual, em várias localizações do globo, protestos contra o status quo se levantaram, com consequências explosivas”, revela. André X diz que a banda foi atraída pelo fato de que muitos dos levantes foram comandados ou tiveram a participação de jovens. “Além de todas as consequências políticas e sociais, os protestos trouxeram a juventude para a cena global, como protagonistas. Após 1968, minorias e excluídos também passaram a ter voz e serem representados. Foi um ano anti-repressão, que procurou mudar a sociedade, tornando-a mais inclusiva, tolerante e livre. Apanharam muito, mas não cederam”.
 
Seabra também aponta a importância do ano específico escolhido pela Plebe como tema da nova canção. “68 foi um ano de muitas lutas, desde os protestos contra a guerra do Vietnã, dos direitos civis e a primavera de Praga. O assassinato do Martin Luther King talvez tenha sido o fato mais marcante. Mas foi como o ano terminou que marcou 68 e deu significado e esperança para tudo o que aconteceu. O Apollo 8 em dezembro circundou a Lua pela primeira vez e foi ali que vimos toda a fragilidade da Terra através da famosa imagem ‘earthrise’. Um ano tão difícil foi encerrado com a raça humana se vendo na vastidão do espaço. Quem sabe aprenderia a deixar de lado as diferenças e cuidar daquele pontinho no céu”.

Apesar da Plebe Rude se debruçar em um tema do passado com a faixa single de “Evolução – Vol. II”, o baixista conclui que o momento atual está presente em todas as músicas do projeto “Evolução”. “Me pego ouvindo o disco e pensando: essa música é sobre algo que aconteceu na história tempos atrás, mas parece que estamos cantando sobre hoje”. E finaliza: “Com a nova onda conservadora se consolidando, é importante o exemplo histórico de que lutar é possível”. O vocalista concorda: “A letra é assustadoramente atual. Esse momento esdrúxulo que estamos passando pediu um comentário social que ninguém está abordando”.
 
O álbum “Evolução – Vol. II” foi finalizado antes do início da pandemia de Covid-19, no entanto Seabra revela que a faixa ainda inédita, “A Hora de Parar”, teve uma atualização para abarcar o tema. “A trajetória do homem, tristemente previsível, nos fez não ter que atualizar mais nada. O ‘Volume 2’ começa na revolução industrial e segue a história desse curioso rebanho que tende à autodestruição. Mas durante o caminho quem sabe aprenda alguma coisa para reverter esse futuro sombrio”.
 
Quanto aos 40 anos da banda, o vocalista comemora: “Quem diria, hein? Muita história, amizade e conscientização. Parabéns. O rei está morto, viva a Plebe!”
 
“68” ganhou um lyric video assinado por Fernando Dalvi, também responsável pela arte do single.

“68” (Música e letra: Philippe Seabra / André X)

“Ergam os punhos pros direitos civis
Do gramado em frente à Casa Branca as ruas de Paris
 
No Vietnã a caça a Ho Ching Minh
E na América o assassinato do Martin Luther King
 
68 acabou entrando para a história
 
Eu sou realista, sim
E quero o impossível para mim
 
A Primavera de Praga acendeu
Uma chama de esperança pelo leste europeu
 
No Araguaia a mobilização
Enquanto o AI-5 trucidava a constituição
 
68 acabou entrando para a história
 
Eu sou realista, sim
E quero o impossível para mim
Esquentem a guerra fria e saibam sim que é proibido proibir
 
Dezembro de 68 partiu em missão
O Apollo 8 com a humanidade na tripulação
 
Circundou a lua e vimos pela primeira vez
A aurora de um planeta e toda sua insensatez
 
O nascer da terra pra lembrar do que já esquecemos
 
A lua que iluminava a selva do Vietnã
A mesma luz que o Mandela via da prisão
Que refletia na sepultura do Martin Luther King
A luz que a força bruta não consegue extinguir
 
68 acabou entrando para a história
 
Eu sou realista, sim
E quero o impossível para mim
Esquentem a Guerra Fria e saiba, sim que é proibido proibir

Ouça nas principais plataformas digitais:  https://onerpm.link/pleberude68

Caverjets revive Zumbis do Espaço e mostra veia ativista em música nova

Caverjets, banda do Rio de Janeiro, estreia nesta sexta-feira (18) o single ‘Caminhando e Matando’, uma releitura da música da lendária banda Zumbis Do Espaço. A faixa já está disponível nos principais apps de streaming e foi masterizada por Pedro Garcia, baterista do Planet Hemp.

Ouça ‘Caminhando e Matando’
https://onerpm.link/8507870757

A capa do single “Caminhando e Matando” pelo ilustrador Zanon

Xandão do Rock (vocal e baixo), Gimme Mandrix (guitarra), Vitega (bateria) e Pagu (vocal de apoio) conseguiram rearranjar e reescrever de forma “caverjeticamente” ‘Caminhando e Matando’ reunindo ainda influências do punk de Black Flag, Ramones e The Stooges. A música é uma analogia política referente ao atual momento brasileiro e estabelece bem o posicionamento contrário da banda ao atual cenário.

‘Caminhando e Matando’ foi apresentada em primeira mão no festival on-line ‘Solstício do Som – Inverno 2021’,  na Piccola Arena, em Petrópolis, no dia 18 de junho, obedecendo todos os protocolos de segurança à saúde.

Assista o festival

http://bit.ly/caverjets-no-solsticio-do-som

Sobre Caverjets

Rock, ativismo e irreverência são algumas das características da banda Caverjets que chega chacoalhando o cenário do rock nacional sem pedir licença. Recorrendo ao bom humor, aborda situações espinhosas como a cruel realidade sócio-política do país e do mundo.

A banda traz para o debate temas atualíssimos como poliamor e legalização da maconha. O próprio fundador e vocalista da Caverjets, Xandão do Rock, aproveita as letras para dividir sua experiência como usuário medicinal de canabinóides em função de uma dor crônica intratável e que não responde aos medicamentos convencionais para despertar a urgência de se tratar o assunto como questão de saúde pública.

Caverjets não se prende a reproduzir um único estilo do Rock e transita livremente por variados gêneros passando pelo Blues e o Rockabilly ao Ska, Punk, Hardcore e Hard Rock. 

O grupo tem um álbum gravado chamado ‘O Manifesto Caverjético’ e planeja o lançamento do disco para os próximos meses. A capa é assinada pelo ilustrador Cristiano Suarez, que em 2019 causou polêmica ao criar um pôster para a lendária banda de punk rock americana Dead Kennedys que mostrava palhaços vestindo camisa da CBF com armas na mão e comemorando sadicamente o extermínio da população das comunidades cariocas.

As músicas já lançadas pela Caverjets são ‘Pequenas Igrejas, Grandes Negócios’, com clipe no YouTube, ‘Uzbequistão’, ‘Prato do Dia’, ‘Genocidas’ e ‘Marchinha da Democracia’.

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Vida em turnê nos EUA vira documentário no canal da banda carioca de death metal Forceps

Da esq: Emmanuel Ivan (baterista), Doug Murdoch (vocal), Bruno Tavares (Guitarrista), Thiago Barbosa (Baixista) – Crédito: Daniel Croce

O quarteto de Death Metal carioca Forceps acaba de lançar em seu canal no YouTube cinco episódios do documentário sobre a ‘Mastering Exctinction USA Tour’, turnê que a banda realizou nos Estados Unidos em 2017, em um giro de 25 shows em 31 dias que percorreu quase 12 mil quilômetros em 15 estados. 

▶Assista no canal do Forceps no YouTube:
https://www.youtube.com/forcepsdeath

A turnê começou em 13 de outubro de 2017, em Denver, e foi finalizada em 12 de novembro de 2017, em Kansas City. O documentário começa mostrando a preparação do Forceps para a maratona de shows, desde a compra de equipamentos, os ensaios já nos Estados Unidos até dificuldades de última hora que a banda teve de enfrentar, como problemas com a companhia aérea e atrasos na entrega do merch oficial da banda. 

O Forceps realizou a turnê de divulgação do álbum ‘Mastering Extinction’, álbum também lançado em 2017, em um motorhome. O veículo é basicamente uma casa com um motor, com banheiro, cozinha e camas que facilita a logística pela estrada. 

Além de cenas de bastidores, das apresentações e da recepção calorosa que a banda recebeu dos fãs norte-americanos, o documentário ‘Mastering Exctinction USA Tour’ é um excelente registro de como uma banda independente deve se organizar para levar sua música para o exterior.

Sobre o Forceps

Nascida no ano de 2006 na cidade do Rio de Janeiro, Forceps é formada por Doug Murdoch (vocal), Bruno Tavares (guitarra), Thiago Barbosa (baixo) e Emmanuel Iván (Bateria). A banda tem na discografia três lançamentos oficiais: Corporeality (Demo 2009),  Humanicide (EP 2012) e  Mastering Extinction (Full 2017). Atualmente está trabalhando material inédito que deve ser lançado em julho deste ano.

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YouTube: youtube.com/forcepsdeath

Bandcamp: forceps.bandcamp.com

CLAUSTROFOBIA: MARCUS D’ANGELO lança playthrough do single “Riff Cult”



Claustrofobia lançou o single “Riff Cult” em todas as plataformas de streaming através do selo Canil Records e o videoclipe foi lançado com exclusividade pela Decibel Magazine, que considerou a música um hino matador criado pelo power trio brasileiro de thrash/death.

Fechando a divulgação do single, o Claustrofobia lança o playthrough da música com o guitarrista e vocalista Marcus D’Angelo, produzido no Swamp Loco Studios, próprio local de ensaio da banda.

D’Angelo usa a já clássica combinação Jackson RR24, EVH 5150, com EMG Pickups 81 com cordas Giannini e Maccabos. Com a guitarra Jackson, seu estilo tecnicamente desafiador e elegância visual, D’Angelo fecha com chave de ouro a divulgação de “Riff Cult”, single que foi super significativo e representou muita gente “Eu não poderia deixar de fazer um playthrough pra essa música que tem Riff no nome (Risos). Gravamos no nosso estúdio no mesmo tipo de cenário do clipe mantendo a proposta de respeitar esse momento de isolamento e mostrando também o quanto a arte nos ajudou. A arte falou mais alto e mal podemos esperar pra mostrar para o mundo o que produzimos durante esse tempo de isolamento. Foi tudo muito inspirador”, explica Marcus D’Angelo.https://www.youtube.com/embed/y2apw2_zfYY?feature=oembed“Riff Cult” foi produzido pelo renomado produtor brasileiro Adair Daufembach que já trabalhou com nomes como Megadeth, Angra, Kiko Loureiro, Aquiles Priester, Dirk Verbeuren e Tony MacAlpine. Para o Claustrofobia, a música é uma homenagem aos Riffs, componente chave do metal. O vocalista Marcus D’Angelo enfatiza esse aspecto afirmando “Consideramos uma cultura, um culto. É o gancho de todo o Metal, tudo nasce do riff da guitarra. E Riff após Riff (Riff by Riff), nós vamos alimentando nossa paixão pelo Metal, alimentando nosso desejo de continuar o legado. O Riff é o que nos vicia no bom sentido. Nessa quarentena o amor pelo Metal ficou mais evidente, sem shows e sem contato com os fãs, então decidimos fazer uma homenagem e celebrar”.A banda também disponibilizou em seu canal do Youtube o making of do videoclipe “Riff Cult”Assista AQUI.

“Construir um culto é uma daquelas coisas que são fáceis na teoria, mas difícil na prática – se você não for o Claustrofobia . Você irá banguear com o novo vídeo de Caio D`Angelo para o hino emocionante e matador ‘Riff Cult’”  –  Decibel Magazine

“Em ‘Riff Cult’ o grupo traz seu metal-tributo aos riffs com sua própria maneira de criar riffs de death metal, groovy e thrash em abundância ” –  Metal Injection

Gênero:  Thrash Metal / Death MetalSelo: Canil Records

Produtor: Adair Daufembach

Gravação, mixagem e masterização: Adair Daufembach – Northwood Sound Studio

Fotografia: Courtney Ware / Edição: Junior Imigrante

Formação:
Marcus D`Angelo (vocal e guitarra)
Caio D`Angelo (bateria)
Rafael Yamada (baixo e vocal de apoio)

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