Raiva, Revolta e Melancolia Como Os Elementos Fundamentais Para O Som Pesado em 2021 | Melhores Lançamentos do Ano

A pandemia arrebatou a vontade de muita gente. Não é pra menos, visto que perdemos familiares, amigos queridos, pessoas que amamos ou que admiramos. Somos em essência seres sociais e, para nossa proteção, privados do coletivo, perdemos muito daquilo que somos. Aqui mesmo no O Colecionador, perdemos os braços de parte da equipe que, por sua vez, perdeu o sentido em trabalhar para a cena independente. Mas esse estado de hibernação em que fomos colocados e seus sentimentos que surgiram como consequência foi a gasolina necessária para que muitas bandas criassem (e digo com toda a certeza do mundo, visse) uma das melhores safras de álbuns e EPs dos últimos 10 anos. Dito isso, vamos aos lançamentos mais expressivos de 2021.

Recomenda-se o play nas 20 faixas que selecionamos para acompanhar a leitura.

Álbuns

Nervosa “Perpetual Chaos”

A nova formação da banda (o dream team) trilhou a sonoridade de volta para a proposta inicial naquilo que o Nervosa faz de melhor: thrash metal visceral e até uma pitada de hardcore no trabalho. Perpetual Chaos é o ponta pé inicial que virou um golaço, mas na goleada que está por vir, temos certeza que virão bicletas.

Crypta “Echos of the Soul”

A nova banda de Luana e Fernanda Lira (Ex-Nervosa) já chegou com uma formação de peso, que somou forças à Tainá e Sônia Anubis nas guitarras. Echos of The Soul é um death metal com muitas referências a Morbid Angel e riffs homéricos na melhor pegada do Black Metal.

Desalmado “Mass Mental Devolution”

Álbum que fez o Desalmado despontar pra fora do Brasil, tanto que a banda já está com shows agendados na Europa, com destaque ao Obscene Extreme e na América Latina. MMD é o abandono do grindcore e o abraço ao metal extremo, principalmente ao Death e ao Sludge, mas a porradaria continua viva nas veias da banda.

Manger Cadavre? “Decomposição”

Decomposição marca um salto gigantesco na evolução do som do Manger Cadavre?. Com o vocal mais visceral de Nata, pedais duplos na medida certa de Marcelo, riffs insanos de Paulinho, e os graves de Bruno, as composições vem numa pegada mais metal punk, lembrando muito Disfear e Wolfbrigade e com elementos do death metal, como Obituary e Gatecreeper.

Sangue de Bode “Seja Bem Vindo De Volta Pra Cruz”

Com 15 faixas, o trabalho mostra um amadurecimento dos integrantes e uma preocupação maior com a produção das músicas. “Seja Bem Vindo De Volta Pra Cruz” é um álbum extremo. Temos death, black metal, mas também temos referências ao hardcore e ao new metal nas composições.

Bode Preto “Goat Spells”

Terceiro álbum completo da banda de metal extremo que conta com membros rotativos. Com um reconhecimento maior fora do país que dentro, o Goat Spells fez o público brasileiro finalmente conhecer e agraciar o seu black metal poderoso.

Corja! “Insulto”

“Insulto” é o primeiro álbum da banda de Fortaleza Corja!. Só consegui dar a devida atenção ao trabalho, depois de ter ficado impactado com toda a potência da vocalista Haru Cage na apresentação no Canal Scena. Temos groove metal, metalcore e um pouco de new metal na sonoridade do trabalho. Acreditamos que a banda seja um dos próximos expoentes do metal nacional.

Ankerkeria “Matriarchy”

Um dos nomes que deveriam ter aparecido mais em 2021 é o do Ankerkeria, que no início de 2021 lançou o excelente “Matriarchy”. Se você é fã de death metal técnico, djent e metal progressivo, essa é uma audição obrigatória e a exaltação do talento dessa banda de Fortaleza se faz necessária.

Nervochaos “Dug Up (Diabolical Reincarnations)”

A máquina do metal morte Nervochaos não para! Essa, que é uma das bandas mais ativas no país, trouxe um álbum excelente para os apreciadores do som extremo. Ocultismo aliado ao death e ao black metal com passagens repletas de peso e técnica.

Viollen “What to Kill For”

Álbum de estreia da banda de thrash metal antifascista de Fortaleza. Com oito faixas extremamente enérgica, coloca a banda em destaque no cenário nacional.

Rot “Organic”

O álbum conta com 25 faixas repletas do ódio necessário na composição de todo clássico de grindcore. Último trabalho gravado pelo grande Alexandre Bucho, que faleceu em decorrência da Covid-19.

Cerberus Attack “Abyss Of The Lost Souls”

O Abyss of Lost Souls” colocou a banda no radar da galera do colete cheio de patchs e do tênis branco de cano alto. Enérgico do começo ao fim, e com a participação ilustre de Caio Augusttus do Desalmado na faixa que dá título ao álbum, mostra que a banda tem tudo para se tornar um dos grandes nomes do thrash nacional e quem sabe caia nas graças do mundo.

Aneurose “Made in Rage”

A banda mineira voltou a produzir com tudo! De todos os sons do brutal “Made in Rage”, três faixas ganharam clipes muito bem feitos. O álbum tem elementos muito marcantes do thrash metal e de outras vertentes de som. Se você curte as sonoridades do Pantera, essa é a banda pra você.

Mountain Chicken “You´re Going To Brazil”

A descoberta do ano foi desse álbum da banda que é natural de Brasília/DF. Apesar da pouca idade, os integrantes mostram uma técnica e criatividade ímpar. Som instrumental, prog metal com djent e qualidade nas alturas.


EPs

Heuristica “Paramont Symetry”

Excelente EP que saiu em novembro. Heuristica é um duo situado na Irlanda mas que conta com os brasileiros Igor e Maysa. O Ep conta com quatro faixas de puro death metal em sua pegada mais técnica e com elementos progressivos. É o jazz do metal!

The Mist “The Circle of the Crow”

Até o momento da publicação dessa lista, foram lançadas apenas duas das quatro músicas do novo EP, mas só pela My Inner Monster e pela Over My Dead Body, o lançamento precisava figurar entre os melhores do ano. Temos aqui o thrash metal que o brasileiro tanto ama.

Troomps of Doom “The Absense of Light”

EP temático, com músicas interligadas entre si, mostra que a banda liderada pelo grande Jairo está pronta para ganhar o mundo. Brutalidade na bateria, riffs marcantes, vocal excelente, graves preenchendo nossa alma com escuridão.

Surra “Ninho de Rato”

Com, 12 faixas em sua maioria com menos de 1 minuto, sendo dois covers, a tentativa de um EP de grindcore do Surra foi muito bem sucedida. Ódio extremo e velocidade da luz são os principais elementos do lançamento.

Singles

Forceps “Anthropoviral Amalgamation”

Após um longo período sem novos lançamentos, a banda de death metal carioca liberou o single e o clipe de  “Anthropoviral Amalgamation”, som com letra ao melhor estilo Mad Max, em um futuro distópico nem tão distante assim. Som brutal e evolução sonora marcam a música.

Invisible Control “Cold Blood”

Single de estreia da banda com integrantes de diferentes localidades do nordeste brasileiro. Death metal mesclado com outros elementos somados aos vocais viscerais de Daniela Serafim.

Drowned “Hail Captain Genocide”

Rapidez, agressividade e peso fazem parte da fórmula mágica da banda mineira de death/thrash Drowned e o single “Hail Captain Genocide” ainda conta com a revolta contra ao desgoverno atual que levou a vida de mais de 600 mil pessoas em nosso país.

Sinaya “After Life”

Com uma nova formação, a banda Sinaya resolveu incorporar novos elementos do hardcore ao seu death metal. Afterlife é um single de deathcore que conta com a participação de CJ MacMahon e é indicada a fãs de Down pelos riffs muito bem feitos.

Até 2022! Boas festas a todos e cuidem-se.

OUÇA O EP DE ESTREIA DO SEQUÓIA, NOVA BANDA DE DANIEL SIQUEIRA (GARAGE FUZZ / CPM 22)

Nesta sexta (20) o trio instrumental Sequóia – formada por Daniel Siqueira (Garage Fuzz / CPM 22), Fabio Carcavalli e Leonardo Mangeon – lançou nas principais plataforma digitais o seu trabalho de estreia. O EP homônimo do grupo traz composições repletas de ornamentos que emergem nossos sentimentos mais profundos.

“Mozze”, “Cane” e “Dole” são as três partes que formam “Roverbella”: música de abertura em que é possível observar toda a essência e criatividade da Sequóia. O EP ainda possui as músicas “Malmok” e “Floralis”, com a participação de Daniel Arena tocando lap steel, além de “Nicarágua”, elogiado single de estreia do grupo.

”Enfim, o EP está no ar! Essa é a oportunidade perfeita pra agradecer todos aqueles que fizeram parte desse processo de registro das nossas primeiras músicas e também a todos que estão de alguma forma curtindo nosso som e espalhando por aí. Sabemos que fazer música no Brasil não é fácil, principalmente em tempos como os de hoje, então contar com o prestígio de vocês faz a diferença, nos aquece o coração e nos encoraja a continuar produzindo“, comenta Leonardo Mangeon, guitarrista do Sequóia.

A produção é assinada pela banda e em conjunto com Nando Bassetto (Garage Fuzz), que também foi responsável pelas gravações e mixagem, feitas no estúdio PlayRec, em Santos. A música foi masterizada por Caio “Fake” Fernandes no estúdio Cabeção Music, em São Paulo. A arte de capa é assinada pelo próprio guitarrista da banda.

Ouça o EP de estreia do Sequóia:
hbbrecords.com/sequoia/st

Ignited apresenta novo símbolo e vídeo da faixa “Call Me To Run”

A banda catarinense de heavy metal IGNITED participou do festival Heresy Online Fest no dia 3 de agosto ao lado de bandas de metal da Europa, Américas e África do Sul.

Para sua participação o grupo gravou dois vídeos, um para a faixa “Rotting“, disponibilizada anteriormente, e outro para “Call Me To Run“, que a banda acaba de postar em seu canal no YouTube. Esta apresentação contou com a participação especial do baixista Luciano Grunwald, da banda Clipado Trio, substituindo Sama Benedet, que deixou o grupo este ano.

Além de divulgar os vídeos a IGNITED está apresentando seu novo símbolo, criado pelo artista Gustavo Sazes (ManowarArch EnemyMorbid AngelDream Evil), com inspiração que remete à Herege, uma antiga banda dos músicos.

O guitarrista Dalton Castro comentou: “A ideia inicialmente foi inspirada no local aonde ensaiávamos na cidade de Cruz Alta – RS, na casa do baterista, durante os anos de 2001 a 2007 (no período da antiga banda, Herege), em que era muito próximo dos trilhos do trem. A ferrovia passava uma quadra e pouco de distancia e isso sempre nos remete a um sentimento da época. Frio, chuva e trem ao mesmo tempo. A outra ideia somada a esta é o símbolo do chumbo da alquimia que pareceu uma boa ideia misturar com isso tudo”

As faixas “Rotting” e “Call Me To Run” fazem parte do “Steelbound”, o disco de estreia da IGNITED, produzido por Thiago Bianchi (NOTURNALL, ex-SHAMAN) e lançado ano passado pela gravadora Voice Music. Atualmente a banda está finalizando um disco ao vivo, gravado durante show realizado ao lado do baterista Mike Portnoy (ex-DREAM THEATER) no Bar Opinião, em Porto Alegre. A produção do material está a cargo de Thiago Bianchi (NOTURNALL, ex-SHAMAN).

Confira a versão de “Call Me To Run” gravada para o Heresy Online Fest em https://www.youtube.com/watch?v=qd5SDO1rQdk

Links:
– “Call Me To Run” (Heresy Online Fest) – https://www.youtube.com/watch?v=qd5SDO1rQdk
– “Rotting” (Heresy Online Fest) – https://www.youtube.com/watch?v=5Ejgtq7QV7M
– Vídeo clipe “Ignition” – https://www.youtube.com/watch?v=Jo_KwNfkQb4
– Site – ​www.ignitedmetal.com
– Facebook: www.facebook.com/ignitedofficialband
– Instagram: ​www.instagram.com/ignited_official
– YouTube: ​www.youtube.com/IgnitedOfficial

Alterego faz desabafo explosivo em segundo disco, “Terapia”

A banda paulista Alterego mistura punk, hardcore, rock nacional noventista e alternativo para dialogar com o autoconhecimento e a saúde mental em seu novo álbum. “Terapia” foi fruto da psicanálise e traz questões empáticas para o sofrimento de muitas pessoas. O trabalho está disponível em todas as plataformas de streaming.

Ouça “Terapia”: https://bit.ly/AlteregoTerapia

“‘Esse álbum foi completamente inspirado nas minhas sessões de terapia, de verdade mesmo, não é só o nome! Engraçado é que começamos a fazer ele em 2018, e até então eu nunca tinha feito terapia na vida, mas entre as idas e vindas das gravações comecei, peguei gosto pela coisa e virou o foco total das letras. Toda a parte gráfica também foi pensada na forma de ‘se conhecer e se consertar de dentro pra fora, pra evoluir’”, conta o vocalista e guitarrista Mário Coda.

Além dele, Luizão (baixo) e Macel Teixeira (bateria) completam o trio. Em 2016, eles lançaram seu homônimo álbum de estreia. Cinco anos depois, a banda natural de Limeira (SP) amadurece seu trabalho numa redescoberta interna para o novo trabalho.

Assista ao clipe “Dual”: https://youtu.be/jYfAeWETHyA

Assista ao clipe “Não Mais que Hoje”: https://youtu.be/kXOSYn6TXrE

“Com esse conceito lírico baseado nessas sessões de terapia, automaticamente a parte musical das composições começou a tomar outros rumos, é incrível como algo que você escreve pede determinada melodia ou arranjo! Inclusive mudamos a afinação padrão da banda para essas novas músicas, sentimos que faltava algo pra ficar no clima que queríamos, e funcionou total!”, reflete Coda.

Produzido por Mário, o disco está disponível em todos os serviços de streaming de música. 

Ouça “Terapia”: https://bit.ly/AlteregoTerapia

Ficha técnica:

Mário Coda – vocal, guitarra e produção musical

Luis Henrique – baixo

Macel Teixeira – bateria

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Com temática bio-pós-apocalíptica, Forceps lança clipe de Anthropoviral Amalgamation

Forceps, quarteto carioca de death metal, lança nesta sexta-feira (26), videoclipe para seu mais recente single ‘Anthropoviral Amalgamation’. Intercalando cenas da banda em ação e trechos representados pela atriz Gersyka, Anthropoviral Amalgamation faz referência a atual situação pandêmica. 

Assista aqui ‘Anthropoviral Amalgamation’

‘Anthropoviral Amalgamation’ traz a temática bio-pós-apocalíptica (um terror futurista e tecnológico) constantemente abordado nas letras do Forceps, desde suas origens em 2006. “O que não imaginávamos, era que viveríamos ainda em nosso tempo, uma realidade tão próxima a que criamos na ficção. Inspirados nessa espécie de premonição, compusemos a ‘Anthropoviral Amalgamation’, que relata um ataque muito similar ao que sofremos atualmente, porém no mundo futurístico do Forceps.”, conta o vocalista Douglas Murdoch. 

O clipe conta com direção de Ramon Melo, da Acaso Films, e o single foi gravado no Telus Estúdio com produção do Caio Mendonça (guitarrista do Lacerated And Carbonized). A ilustração da capa é assinada pelo artista Edu Nascimento.

Sobre o Forceps Nascida no ano de 2006 na cidade do Rio de Janeiro, Forceps é formada por Douglas Murdoch (vocal), Bruno Tavares (guitarra), Thiago Barbosa (baixo) e Emmanuel Iván (bateria). A banda tem na discografia três lançamentos oficiais: Corporeality (Demo 2009),  Humanicide (EP 2012) e  Mastering Extinction (Full 2017). Atualmente está trabalhando em material inédito. No Youtube, tem documentário que retrata a turnê que a banda fez nos Estados Unidos, em 2017. 

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Bandcamp: forceps.bandcamp.com

Aneurose fala de difamação em clipe da faixa Coolzão

A banda Aneurose (Crédito: Rafa Ela Fotografia)

O quinteto mineiro Aneurose lança nesta quinta-feira (25) videoclipe para a música ‘Coolzão’, faixa que fecha seu mais recente trabalho ‘Made in Rage’ apresentado em abril de 2021. 

Assista Coolzão (link)

Ouça Coolzão (link)

Spotify: https://bit.ly/spotify-coolzao

Deezer: https://bit.ly/deezer-coolzao


A composição, que gira em torno de assuntos como difamação e falsidade, foi apresentada aos fãs com ação na rede social que esquentou a curiosidade. Uma briga fake foi publicada nas páginas do grupo e mostrava “uma conversa vazada” de alguém que se dizia amigo, mas, por trás, falava mal da banda. A campanha rendeu apoio e atenção do público que participou interagindo e comentando sobre o assunto até a banda revelar a intenção da publicação. 

“O clipe de Coolzão foi todo gravado com nossos celulares, que é uma forma de colocar toda a galera para dentro das cenas com a gente e também estimular todo mundo ao ‘faça você mesmo’”, explica o vocalista Wall Almeida.

Aneurose que é Wall Almeida (vocal), Sávio Chaves e Raphael Wagner (guitarras), Sthéfano Dias (baixo) e Kiko Ciociola (bateria) concentra na discografia os álbuns ‘From Hell’ (2013) e ‘Juggernaut’ (2016). Na estrada de desde 2002 e nascida em Minas Gerais, na cidade de Lavras, participou de tributos da gravadora inglesa Secret Service com versões para AC/DC e Black Sabbath e também de uma coletânea ao Sepultura com uma versão de ‘Sepulnation’.

Ouça também o álbum Made in Rage

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Inspirado em Nirvana, The Crashing Brains lança novo single

A banda The Crashing Brains (Crédito: Jonathan Faria)

O quarteto The Crashing Brains acaba de disponibilizar nas principais plataformas de streaming o single ‘Reaper’ que também ganhou clipe via YouTube. Composição do guitarrista e fundador da banda Alef Silva, a música é inspirada em ‘Breed’, clássico do Nirvana do álbum ‘Nevermind’.

Assista Reaper

Ouça Reaper

Spotify: https://spoti.fi/32gueZl

Deezer: https://bit.ly/3l4Qzjb

‘Reaper’ aposta em sons mais pesados do que o single anterior, ‘Clown’, para falar sobre libertação de vícios emocionais e desprendimento de sentimentos tóxicos como egoísmo e ódio. A canção também abre os caminhos para o retorno de The Crashing Brains para os shows ao vivo após o período de isolamento social.

A banda, que segue para seu quinto ano de estrada, é formada por Luke Grave (vocal e guitarra), Álef Silva (guitarra, voz de apoio), Marcky Moura (baixo) e Matheus Rapanha (bateria), tem programada apresentação em um festival em 2022 e também prevê lançamento de ‘Premeditated’, seu disco de estreia para o ano que vem. 

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A capa do single ‘Reaper’:

Spiritraiser: finlandeses lançam single e vídeo para Stream

Spiritraiser (Foto: Teppo Ristola)

O quarteto finlandês de rock alternativo Spiritraiser acaba de lançar música e vídeo para o single ‘Stream’ que fará parte do segundo disco da banda com estreia programada para o primeiro semestre de 2022. Jules Näveri (vocal), Uula Korhonen (guitarra), Anssi Ruotanen (baixo) e Kristian Merilahti (bateria e programação) fazem a mistura de diversos elementos do rock e música ambiente sem deixar de incluir guitarras de peso como já visto em ‘Glory’, single que abriu os trabalhos do álbum anteriormente. 
Assista Stream

Ouça Stream
https://album.link/btcsksjr8dzhk

Os músicos do Spiritraiser também são envolvidos com outros importantes trabalhos. Jules Näveri é ainda conhecido pelas bandas Profane Omen, Rootbrain e Enemy of the Sun, Uula Korhonen pelo Sleep Of Monsters e Kristian Merilahti também faz música eletrônica sob o codinome Fone. A banda fez sua estreia em 2018 com o álbum Inspiral, disponível nas plataformas digitais.

Atualmente morando no Rio de Janeiro, o vocalista Jules Näveri comenta a composição: “A música é sobre um sonho que nosso guitarrista Uula Korhonen teve. Ele sonhou com “Stream” sendo tocada por vários músicos na nossa antiga sala de ensaio e, assim que ele acordou, gravou para não esquecê-la”.


Para Mikko Lampinen, diretor do clipe, ‘Stream’ é uma música explosiva e poderosa. “Na minha visão de diretor, esse vídeo se volta naturalmente para a visão da mente, mas também para questões pessoais e universais. O objetivo é criar várias histórias pictóricas significativas e interligadas”, conta.

A letra da música foi inspirada numa citação do médico e poeta estadunidense Oliver Wendell Holmes: “Muitas pessoas morrem com sua música ainda nelas. Muitas vezes é porque elas sempre estão preparadas para viver. Antes delas saberem disso, o tempo acaba”. 


Para Jules, essa ideia combina muito bem com o fato de Uula ter conseguido transpor para a guitarra uma música surgida em um sonho. “Muitas pessoas devem ter o dom de receber música e arte, mas talvez não sejam capazes de realmente colocar isso para fora delas”, diz o vocalista que é o autor da letra de ‘Stream’.

Créditos de Stream

Letra: Jules Näveri

Música: Uula Korhonen, Anssi Ruotanen, Kristian Merilahti

Arranjos: Spiritraiser

Gravado e mixado por: Aksu Hanttu

Produzido por: Aksu Hanttu & Kristian Merilahti

Gravado em Petrax Studios e SN-Audio Productions Studio

Masterizado por Svante Forsbäck na Chartmakers

Ficha técnica Stream (videoclipe)

Dirigido, filmado e editado por Mikko Lampinen

Modelo: Danica Axberg

Coreografia: Mikko Lampinen

Spiritraiser é:

Jules Näveri – Vocais

Uula Korhonen – Guitarra

Kristian Merilahti – Bateria e programação

Anssi Ruotanen – baixo

Siga Spiritraiserinstagram.com/spiritraiser_band
bit.ly/yotube-spiritraiser

Manger Cadavre? comemora 10 anos com lançamento de studio session inédita

A banda Manger Cadavre? acaba de disponibilizar três sons ao vivo no YouTube gravados no AS Studios para o quadro Black Room Sessions em comemoração aos 10 anos da banda completados agora em novembro. ‘Em Memória’, ‘A Raiva Muda o Mundo’ e ‘Tragédias Previstas’, todas faixas do novo disco Decomposição, ganharam vídeos especiais.

Assista Manger Cadavre? no Black Room Sessions

Nascida em São José dos Campos, no interior de São Paulo, Manger Cadavre? passou a ser reconhecida pela qualidade de seus trabalhos e se tornou sinônimo de resistência enquanto banda independente no cenário da música pesada brasileira. Para virar a primeira década de vida, acaba de lançar o álbum Decomposição e também assinar com o selo Bloodblast, subsidiária da gravadora alemã Nuclear Blast para distribuição digital da obra.   

Manger Cadavre? conquistou também o papel de expoente no rol das vozes femininas de metal extremo sob comando de sua cofundadora, vocalista e compositora Nata Nachthexen. Passando por uma troca recente de membros, hoje a banda é formada também pelo fundador Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo).

Em Decomposição, que conta com faixa com participação especial de Fernanda Lira (Crypta) e Caio Augusttus (Desalmado) Manger Cadavre? manteve sua essência hardcore mas dessa vez levando a sonoridade para os rumos do death crust.

Decomposição gira em torno de dois pontos centrais de reflexão: pensamentos sobre a existência e outra camada que aborda em tom crítico assuntos como a pandemia. Tem um clipe lançado no YouTube da música Apatia, título inspirado na melancolia, que, no século XIX era tida como o mal do século e chamada de Doença dos Olhos Vazios.

Assista Apatia aqui:

O trabalho é um lançamento conjunto dos selos Xaninho Discos, Poeira Maldita Recs, Helena Discos, Brado Distro, Two Beers or Not Two Beers Records e Tiranossaura Recs e com distribuição digital Blood Blast.


Manger Cadavre? – um questionamento em francês para “Comer Cadáver?” – luta pelo fim de todos os tipos de exploração. Com letras a partir do recorte de classe, faz um hardcore com influências do crust, extremamente politizado. A banda, que teve início em 2011 tem na discografia os singles, splits e álbuns ‘Existimos’, ‘Sua Justiça’, ‘Origem da Queda’, ‘Limbo’, ‘Senhores da Moral’, ‘Revide’, ‘AntiAutoAjuda’ e ‘Inflamar’.

Manger Cadavre? já se apresentou em grandes festivais nacionais como Setembro Negro, Oxigênio Festival, Abril Pro Rock, entre outros e percorreu todas as regiões do Brasil.

Manger Cadavre é

Nata Nachthexen – Vocal

Marcelo Kruszynski – Bateria

Paulo Alexandre – Guitarra

Bruno Henrique – Baixo

Siga Manger Cadavre?

YouTube – https://youtu.be/qlMLuEmeYtY

Bandcamp: http://mangercadavre.bandcamp.com

Deezer: http://www.deezer.com/album/95256392

Spotify: https://spoti.fi/2V7QO1V

Facebook: https://www.facebook.com/mangercadavre

Instagram: https://www.instagram.com/mangercadavre

Twitter: http://www.twitter.com/mangercadavre

Blind Pigs lança vinil com tecnologia inédita no Brasil; confira “The Last Testament”

Os fãs da banda punk rock Blind Pigs, que anunciou o seu fim em 2016, não têm do que reclamar. Neste ano, os porcos cegos decidiram abastecer as prateleiras de vinil dos colecionadores que clamam pela volta da banda. Após o lançamento do inédito “Lights Out” no início do ano, e da edição comemorativa do clássico “São Paulo Chaos”, é a vez do “The Last Testament”, um EP doze polegadas com tecnologia ainda inédita no Brasil.

Com impressão UV digital, o EP parece ser um ‘picture disc’, mas o vocalista Henrike explica que, apesar da semelhança, a sonoridade é outra. “O picture disc tem as ranhuras impressas em uma película de plástico que é colada no vinil, deixando a qualidade sonora aquém de um LP comum. Já o disco com a impressão UV é um vinil transparente, com as ranhuras prensadas direto no lado A do vinil, e a impressão a laser do lado B, que não toca”, revela.
 
“The Last Testament”, é assinado pela gravadora americana Pirates Press Records e conta com as três faixas autoriais do álbum “Lights Out”: “Restless Resistance”, “Steel Toe Judges” e “Not Dead Yet”. Além do formato especial, as músicas do novo lançamento foram remasterizadas nos Estados Unidos por Dan Randall, deixando o som da banda ainda mais potente. “Com essa nova masterização, consegui ouvir nuances que não ouvia antes. O som agora parece um soco na cara” diz o guitarrista Gordo.

Apesar do Blind Pigs ainda não cogitar uma retomada nas atividades, a banda diz que pretende manter os lançamentos em vinil. “Ano que vem, teremos algumas surpresas inéditas em vinil para a ‘legião de inconformados’. Posso adiantar que pelo menos dois compactos serão lançados, um deles é o EP ‘Porcos Cegos’ de 2002”, conta Henrike.

“The Last Testament” já está à venda pelo site da Pirates Press Records. Garanta a sua cópia:https://cutt.ly/hRuKepW