Ateie Fogo! Entrevista com a banda de Thrash/Death Setfire

A banda paulista Setfire, original de Mauá, tem sido muito assídua nessa quarentena. Eles lançaram um full album, dois clipes, playthrough de guitarra e agora sessões de quarentena. E eles querem que a chama se espalhe ainda mais. Confira a entrevista que fizemos com eles.


Conte um pouco sobre o início da banda e a trajetória para chegar até aqui.

Antes do Setfire, tínhamos uma banda Cover de Sepultura+Pantera, chamada Territory Hostile. O Setfire é um banda de Thrash Metal paulista, oriunda da cidade de Mauá/SP, formada em Junho de 2009 com foco em composições próprias e com fortes influências de bandas como Pantera, Sepultura, Torture Squad, Death, Slayer, Lamb of God entre outras. Em 2010 lançamos o EP Deserted Land com 5 faixas, o qual rendeu muitas críticas positivas em sites, revistas, rádios, tanto no âmbito nacional quanto internacional, desse EP lançamos dois videoclipes das músicas Envy Shit e Revolution of Machines. Em 2015 o “Deserted Land” foi relançado na versão de fita cassete pela gravadora Norte americana Hotarex, remasterizado e com a capa redesenhada. A banda promove um Festival titulado “Setfire Fest” desde 2014 na cidade de Mauá-Sp, com a intenção de abrir espaço para as bandas do cenário independente apresentarem seus trabalhos, reunir o público para prestigiar o evento e fortalecer a Cena Rock/Metal na região Abc Paulista. Já foram realizadas 5 edições do Setfire Fest, com participações de bandas como: Vooodoopriest, Attomica, Vírus, Distraught entre outras. A formação atual da banda conta com Artur Morais nos vocais, Michael Douglas e Fernando Ferre nas guitarras, Felipe Jeronymo no contrabaixo e Nikolas Marcantonatos na bateria. Lançamos recentemente o nosso mais novo álbum Spots of Blood nas plataformas de Streaming e em mídia física. Desse CD, lançamos dois clipes das músicas Paralyzed e Paranoia, e um Lyric Video para a música Careless.

Em meio a pandemia e a impossibilidade da realização de tours, muitas bandas tem adiado os lançamentos, no entanto vocês optaram por lançar o excelente álbum Spots of Blood e dois clipes, que tem sido muito elogiados. Por que escolheram manter o lançamento? Isso impactou a resposta do público?

Nesse período de Pandemia a grande maioria das pessoas estão mais conectadas a internet, aproveitamos essa oportunidade para lançar o Spots of Blood em todas plataformas de Streaming juntamente com os clipes e estamos trabalhando fortemente nas Quarentine Sessions, que inclusive já foram lançados dois vídeos das músicas Nordeste e Revolution of Machines no nosso Canal do YouTube. A resposta do público vem sendo muito satisfatória, tanto relacionado ao Spots of Blood, quanto aos clipes lançados, estamos recebendo muitos elogios e um enorme reconhecimento da galera.

Vemos um Setfire mais maduro nesse trabalho. Como foi o processo de gravação do Spots of Blood?

Na época que lançamos o EP Deserted Land, logo após começamos a trabalhar nas composições do Spots of Blood, porém quando estávamos compondo a sexta música, conhecida hoje como Paralyzed, teve a saída do baterista Alex Momi da banda. Em 2013 o baterista Alex Kruppa assumiu o posto e reiniciamos o processo de composição das músicas, mas ele também deixou a banda após um período de 1 ano e meio. Em 2014 o baterista Daniel Balbinot entrou na banda, compôs a batera de todas as músicas e gravou o Spots of Blood na íntegra. Por esses motivos tivemos um bom tempo para amadurecer as composições e deixá-las cada vez mais próximas do que tínhamos como objetivo. O processo de composição da banda sempre foi bem democrático, todos integrantes davam suas opiniões em toda a estrutura da música, desde as linhas vocais até a batera, tudo de uma forma bem organizada e numa boa parceira. O interessante nisso tudo é que cada um conseguiu colocar um pouco de sua influência nas músicas e ficamos muito satisfeitos com o resultado. Com as músicas prontas fomos ao mesmo estúdio que gravamos o EP Deserted Land, chamado Acústica, localizado na cidade de São Caetano do Sul-Sp. O Danilo Pozzani foi responsável pela produção, mixagem e masterização do Disco e fez um trabalho extraordinário, os toques dele na produção das músicas foram essenciais para fazermos os últimos ajustes que precisava antes de iniciarmos as gravações.

Vocês divulgaram um vídeo muito bacana da participação do Vitor Rodrigues (ex Torture Squad e ex Voodoopriest) na música “The Thin Line”. Contem um pouco sobre essa parceria.

A amizade com o Vitor Rodrigues existe desde o lançamento do nosso EP Deserted Land em 2010, numa apresentação do Torture Squad entregamos o material pra ele na época e pouco tempo depois, ele enviou um e-mail pra banda com uma resenha extremamente detalhada de cada faixa do disco, ficamos muito felizes e impressionados com a atitude dele, daí em diante continuamos mantendo contato e essa amizade só se fortaleceu com o tempo. Convidamos ele para dividir os vocais com o Artur Morais na música The Thin Line e ele aceitou numa boa participar, tudo aconteceu de forma bem natural, o Artur entrou em contato com ele e o deixou a vontade para cantar nas partes que ele achasse melhor e se sentisse mais a vontade, não teve nenhuma regra. Ele curtiu demais a música e no estúdio arregaçou nos vocais (risos), cantou literalmente com a alma e se sentiu muito bem, dizendo pra gente que havia sido uma das melhores participações que ele havia feito, pela forma natural que aconteceu.

Por que vocês optaram por letras em inglês? Qual é a temática das letras que compõe o álbum?

A escolha do idioma foi para atingir de forma universal todos os públicos e facilitar as aberturas de portas pra banda com o resto do mundo. A parte literária da banda sempre foi pautada ao protesto à pobreza, o alerta ao crescimento tecnológico e seu impacto na história, as atitudes de violência e revolta geradas pelo estilo de vida que a sociedade impõe e o cotidiano das interações humanas. E nesse CD não foi diferente, o álbum Spots of Blood retrata em cada letra, as “manchas de sangue” deixadas pelo homem por suas atitudes erradas e decadentes ao longo da história, vale a pena ler com calma e refletir sobre o tema de cada letra. Temos uma música com a letra em português no álbum, chamada Macaco ou o Rato, que retrata a alienação da mídia sobre a sociedade.

Indiquem 3 bandas nacionais independentes que vocês gostam e ouvem o som.

Krisiun, Claustrofobia e Korzus.

Após a pandemia, podemos esperar uma tour aqui no nordeste?

Temos a pretensão de fazermos uma turnê “pós-pandemia” para divulgação do Álbum em âmbito nacional e dando tudo certo, com certeza na nossa rota o Nordeste estará incluso.

Obrigado pela atenção. Deixem uma mensagem para o público.

Primeiramente gostaríamos de agradecer ao Moisés Duarte do blog “O Colecionador – Música independente” pela abertura do espaço para falarmos um pouco sobre o trabalho e história do Setfire.

E mandar um abraço e agradecimento a todos os nossos fans(Firebangers), que acompanham nosso trabalho e são o combustível para as chamas do Setfire, sem vocês nada disso faria sentido!!!

Quem não conhece ainda o nosso trabalho, acesse os links abaixo para conferir:

www.youtube.com/setfiretv
www.facebook.com/setfireofficial
www.instagram.com/setfire_official
www.twitter.com/setfireofficial

Junte-se ao fogo e vamos incendiar!

#jointhefire

QUILOMBO: Death Metal Contra o Racismo

Para mim é motivo de muita alegria encontrar projetos e bandas dentro do metal que falem sobre a ancestralidade, denunciem a diáspora e a atual segregação do preto no Brasil e mundo. Bandas como Black Pantera, Desalmado, Crexpo, Punho de Mahim dentre outras estão em atividade e tem muita importância nesse espaço. Para somar forças a essa galera, a banda Quilombo apresenta seu primeiro trabalho, a Itankale.

Com inspiração na realidade vivida pelo povo preto desde sempre, o EP conta com seis músicas, com lançamento pela Sangue Frio Produções.

Buscando fugir da historiografia contada pelo povo opressor (que tentam justificar o injustificável), as letras contam com um estudo aprofundado, além da participação do percussionista Binho Gerônimo, que trouxe elementos originários da África no EP. Resumidamente, o lançamento fala da cultura africana e seus descendentes, com a Diáspora africana; como a cultura e costumes se espalharam pelo globo, sincretismos, intercâmbios de ambos os lados, que moldaram algumas partes do mundo, como é nosso caso aqui no Brasil.

Faixa a Faixa

“Melanina” abre o EP com um cântico africano, que dá lugar ao death metal oitentista, com vocal potente e riffs poderosos. É um som mais longo, mas nem por isso cansativo. “Ancestralidade” começa com um blues que cede o espaço a um metal um pouco mais cadenciado, com melodias tensas. “Treze Nações” começa ao som de um berimbau e palmas típicas da capoeira, seguidas da brutalidade em pedal duplo e riffs na velocidade da luz. Na sequência temos “Descendentes de Reis” que também conta com uma introdução de cânticos africanos. É um som curto e impactante, que vale a pena de ser ouvido mais uma vez para se prestar atenção aos detalhes. “Semideusas” é o som que eu mais curti, é daqueles que a gente bangueia e abre o circle pit. Tem referências de Morbid Angel e Napalm Death. Fechando o EP, temos “Diáspora” que é um murro de brutalidade na nossa cara. Destaque para o vocal raivoso.

O trabalho está muito bom, necessitando de alguns acertos de mix e master apenas, mas criativo em composições instrumentais, vocais muito bem encaixados, com potência e precisão e temática mais que necessária. Eu, como homem preto e nordestino dentro do metal, só tenho a agradecer por esse trabalho.

VERMIIS – Death Metal que une Fortaleza e Recife.

VERMIIS, é um projeto criado por David Barroso, guitarrista de death metal de Fortaleza das bandas Krenak, Decomposing e da gravadora Maximum Violence Productions e Alcides Burn, ex-vocalista da banda Inner Demons Rise do Recife.

Logo após os primeiros contatos e idéias formadas, Cláudio Slayer, baixista do Expose Your Hate, Son of a Witch e Open the Coffin de Natal, se junta ao projeto para gravação do baixo.

Em breve seu primeiro single, intitulado The Disgusting Path of Humanity, será lançado, a temática é toda voltada ao caminho que a humanidade trilha, a sobrevivência em meio a todo caos (política, religião, violência…).

Deixando claro que por enquanto o VERMIIS é apenas um projeto voltado a criação de músicas e divulgação das mesmas.

As influências são diversas do bom e velho Death Metal.

Aguardem mais novidades \,,/

Acessem a fanpage e acompanhem tudo: https://www.facebook.com/Vermiis-105828770758605/?modal=admin_todo_tour

PANDEMMY: Ouça agora “Obliteration” nas principais plataformas de streaming

Ficou ainda mais fácil encontrar o atual trabalho da banda pernambucana PANDEMMY dentre os aplicativos de streaming e download do mundo.

O split álbum “Obliteration”, lançado em maio deste ao ano ao lado dos italianos do Abscendent, foi disponibilizado pela Sangue Frio Records e pode ser conferido pelos links abaixo:

Spotify: https://open.spotify.com/album/4VURhEoeuXfiQCUnjjzgXp
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/102659562
Napster: https://us.napster.com/artist/various-artists/album/obliteration
Claro música: https://www.claromusica.com/album/8607321/BR
YouTube: https://youtu.be/Pvx_GSNF_Jc
Amazon Music: https://music.amazon.com/albums/B07TWYWGJ7
Tidal: https://listen.tidal.com/album/112770436
Yandex Music: https://music.yandex.com/album/7963746
Google Play: http://bit.ly/ObliterationGooglePlay
Amazon: https://www.amazon.com/xx/dp/B07TWYWGJ7

Para resenhar este trabalho ou entrevistar o PANDEMMY escreva para contato@sanguefrioproducoes.com e solicite o press kit.

Contato para shows: pandemmy@gmail.com

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/pandemmyofficial/
http://pandemmy.blogspot.com.br/
https://www.sanguefrioproducoes.com/artistas/Pandemmy/44
Fonte: Sangue Frio Produções

A Realidade Distópica Apontada Pelo Rest In Chaos

Questionando a essência do comportamento humano na contemporaneidade, Rest in Chaos faz uma análise subjetiva sobre como os signos neoliberais influenciam no nosso comportamento. Matando a nossa própria personalidade, aquilo que realmente somos, para adequação ao sistema e os frutos da tecnologia, usadas de forma irracional, a banda planta questionamentos em seu death metal influenciado pelo teor crítico do grindcore e do thrash metal. Conheça um pouco sobre a banda catarinense nessa entrevista!

Vocês começaram a banda em 2016 e nesse pouco tempo de estrada já realizaram grandes feitos como tours, clipes, lançaram material… Além do som que é excelente, o que vocês consideram como essencial para as coisas acontecerem para uma banda independente?

Acreditamos que força de vontade e atitude são coisas essenciais para que haja algum tipo de evolução em um projeto, acreditar no som, arregaçar as mangas e não criar empecilhos também ajuda, de resto é apenas sorte de estar nos lugares certos, com as pessoas certas.

O clipe do som “Ego Riser” é muito bem produzido, assim como o som. Falem um pouco sobre a concepção desse trabalho.

A ideia básica da música é falar sobre o quanto matamos a nossa própria personalidade, para garantir que estamos certos. A partir disso, encontramos um lugar abandonado para representar nossas mentes. Fizemos a confecção de corpos e adicionamos o elemento do sangue. A mensagem acaba ficando sutil e metafórica, mas o objetivo é assustar para que depois entendam. Os corpos mortos no clipe, na verdade, representam nossas próprias personalidades, mortas pelo nosso ego.

Quais são as principais influências no som de vocês? Sobre o que as letras tratam e quem as escreve?
Nossas influências passam por bastantes vertentes, do Metal atual ao Thrash, Grind, Hardcore com pitadas de Death Metal também. Até agora a temática de nossas letras fala basicamente do quão raso o ser humano se tornou, dominado por pequenas máquinas e apps (celulares, tablets e redes sociais), vive em função de sua imagem, tenta passar algo que não é e faz com que outras pessoas se sintam mal por não ter condições de ter o mesmo, mentindo para si mesmo. Look At Me e Ego Riser são exemplos perfeitos de nossa temática. Para os próximos trabalhos estamos pensando em maneiras de expandir o conceito e começar a entender melhor as emoções e ideias que levam os humanos a interagir dessa forma, tentar entender a fundo o porquê perdemos o controle de nós mesmos.

Vocês vão se apresentar junto ao Brujeria em Florianópolis. Como se deu o convite? Como está a expectativa para o show?
O convite acabou acontecendo bem naturalmente. O Kaká (da Xaninho Discos) é quem estava produzindo e acabou que fomos recomendamos como banda de abertura por alguns amigos em comum com ele, pessoas que já conheciam o nosso trabalho. E foi assim que ele conheceu a banda. Depois disso conversamos bastante, durante uma semana inteira alinhando Ideias, para que houvesse a parceria e tivéssemos a certeza de que tudo estava alinhado. Acabou dando certo. O Kaká é um cara bem profissional da cena, está há muito tempo envolvido e é muito respeitado. Ficamos bem felizes com esse voto de confiança, gratos por poder fazer parte desse rolê!

Recentemente vocês saíram em tour com a banda Distraught. Comentem um pouco sobre os shows, o convívio entre as bandas, aprendizados, perrengues…
Tá aí um rolê que foi bastante especial pra gente. A Distraught é uma banda que conhecemos há muito tempo e temos uma grande admiração. Viramos amigos, mantemos contato ao ponto de irmos na casa uns dos outros, literalmente a parceria aconteceu. Foi uma tour muito divertida e quase não houve perrengues, foi só parceria e diversão.

Indiquem 5 bandas nacionais que vocês curtam e que os nossos leitores deveriam conhecer. Falem um pouco sobre elas.

Distraught sem dúvidas é uma das bandas que todos deveriam conhecer, metal pesado, anos na cena underground, peso absoluto e com muita classe.

Manger Cadavre? Também é recomendadíssimo, nossos irmãos do crust fazem uma sonzeira com muito contexto, nos fazendo refletir sobre o atual momento de escuridão em que vivemos politicamente no Brasil. Muito respeito!

Surra, motivos pelos quais nem precisamos falar, né… Surra quebra em todos os sentidos!

Eutha não poderíamos deixar de citar. Banda do underground catarinense com quase 30 anos de vida, peso e agressividade inclusive nas letras.

Desalmado. Essa é uma das bandas que viraram referência em conceito e caminho a ser trilhado.

Podemos esperar um full album?

Sim. No momento estamos em estúdio regravando o nosso EP de 2016 para juntar com os outros 3 singles, mixados e masterizados pelo Adair Daufembach. Decidimos regravar para que houvesse a mesma qualidade dos últimos sons lançados, e com isto, temos em mãos um material de 10 faixas, nosso primeiro full álbum.

Quais são os planos futuros da Rest in Chaos?

No momento estamos produzindo o material para o lançamento do nosso próximo single, Artificial, e finalizando as edições para o clipe do mesmo. Além disso, o processo de composição nunca para e pretendemos lançar nosso segundo full já em 2020. Temos planos para uma tour, mas ainda estamos em negociação e é surpresa até pra gente onde será. Seguindo em frente, continuaremos indo até onde nos chamarem, levando nosso som e nossa mensagem, resgatando cada indivíduo que pudermos incluindo nós mesmos, para que o mesmo não nos tornemos este ser humano raso do qual falamos em nossas músicas.

Considerações finais

Queremos agradecer à todos que contribuíram de alguma forma para que nós, a RIC tenha conseguido chegar até aqui. Continuamos acreditando que através de um esforço coletivo e de muita união, as coisas se transformem novamente. Desejamos que todos os responsáveis por manter a cena viva, permaneçam acreditando, que todos os admiradores e entusiastas da música alternativa continuem comparecendo aos shows e mantenham viva a chama deste nosso lado obscuro, só assim, bandas como nós e as outras que citamos, conseguirão continuar a caminhada.

CRUCIFICATOR: Alcides Burn assinará capa do novo álbum “Then Hatred Reborn At Dawn”

Como noticiado recentemente, os baianos do CRUCIFICATOR estão a todo vapor nos trabalhos de gravação e produção do seu novo álbum “Then Hatred Reborn At Dawn”.

E para deixar este artefato ainda mais brutal, a banda firmou uma parceria com o renomado artista brasileiro Alcides Burn, que estará trabalhando na arte gráfica do mesmo.

Alcides Burn está à frente da Burn Artworks e é conhecido internacionalmente por trabalhar grandes nomes do Metal mundial, acesse o site e confira a lista completa: http://www.burnartworks.com/

Produtores interessados em levar o CRUCIFICATOR para seus eventos, escrevam para warcaller@hotmail.com e solicitem mais informações.

Assista ao videoclipe de “Front” lançado recentemente:

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/Crucificator-war-death-metal-621659868236692/
https://www.youtube.com/channel/UC76M_6aYnRkdCVR6h3u5nPQ
https://sanguefrioproducoes.com/bandas/CRUCIFICATOR/70
Fonte: Sangue Frio Produções

Torment the skies “Impure”

A banda de death metal de Natal (RN), Torment The Skies disponibilizou em março o novo álbum chamado “Impure”. Mermão, o último álbum havia sido lançado em 2014, e podemos notar uma grande evolução nas composições que estão mais trabalhadas e na qualidade técnica da gravação.

O disco trata do conceito do Inferno, segundo Dante e leva os ouvintes para uma viagem ao submundo, ficando cara a cara com a podridão do ser humano. As vozes e cordas gravadas no Studio Bodex Records e a bateria, no Studio Black Hole. A Mixagem, Masterização, Artes e Design Gráfico ficaram a encargo de Paulo Dias.

Uma viagem ao inferno! “Limbo” inicia o disco, com uma intro bonita e perturbadora. Estamos adentrando ao espaço sombrio. Pra quem aprecia death metal técnico, o primeiro som já enche os ouvidos: “Grave ov fire” é death metal com precisão e muito peso. O destaque fica para o vocal colocado de forma curta e precisa. É a recepção de um demônio. Em “Malebolge” destacamos o baixo esmagador e a bateria mais veloz. É um som para banguear. “Mud lake” tem riffs esmagadores executados com maestria. “Rocky hills”, é o quinto som e provavelmente o que conta com mais ódio na composição. “Styling” o destaque do lançamento. Com uma atmosfera sombria e um solo de guitarra que nos leva ao desespero, é o som que entra em nossas entranhas. “Valley ov the winds” possui mais peso e rapidez nos pedais. “Cocitus” inicia com uma intro muito boa. Encontramos influência de bandas como Behemoth, Job For A Cowboy, mas com a identidade do death metal brasileiro. “Final” fecha o trabalho com chave de ouro! Estamos no inferno literalmente. Não há como escapar. As camadas sonoras colocadas pela banda são angustiantes e estamos de frente com a nossa própria podridão. Parabenizamos a banda, pois o trabalho está excelente! Death metal de qualidade e muito bem executado. Esperamos um futuro promissor com muitos shows para a banda.

Membros: Vocal : Jefson Souza Guitarra : Paulo Dias Guitarra 2: Dennys Parente Baixo : Marcos Flávio Bateria: Flávio Neves

https://www.instagram.com/tormenttheskiesband/ http://tormenttheskies.bandcamp.com/releases

CLAUSTROFOBIA inicia tour norte americana

Em viagem pelos Estados Unidos desde meados de 2018, o Claustrofobia vem ganhando cada vez mais força e representatividade em solo americano. Após comunicar uma série de shows por locais importantes da Califórnia, o trio mais poderoso do Thrash Metalbrasileiro, apresenta aos fãs um tour que irá percorrer vários estados e cidades norte americanas.

A tour intitulada de “Pandemoniun In The Pit” terá início dia 10 de maio de 2019 e contará com 13 datas, sendo o último dia 23 de maio, ou seja, o Claustrofobia em um prazo de 14 dias, estará em 13 cidades diferentes levando todo seu peso e qualidade para os headbangers americanos.

Em breve o grupo estará apresentando novidades aos fãs brasileiros e retornando ao Brasil para uma apresentação épica no Rock In Rio 2019.

Formação:
Marcus D’Angelo – vocal, guitarra
Rafael Yamada – baixo
Caio D’Angelo – bateria

Links importantes

www.claustrofobia.com.br
facebook.com/claustrofobiaofficial
youtube.com/metalmaloka

instagram.com/claustrofobia_official
twitter.com/metalmaloka
contato@claustrofobia.com.br

Rest in Chaos e Distraught desembarcam em São Paulo essa semana

No próximo feriado prolongado as bandas Rest in Chaos (Death metal – Florianópolis) e Distraught (Thrash metal – Porto Alegre) desembarcam em São Paulo para uma mini tour.

A “Blind Vision Of The Ego Tour” passará por quatro cidades de dois estados: Maringá, Londrina (Paraná), Piracicaba e São Paulo (São Paulo).

Detalhes dos eventos 
DISTRAUGTH + REST IN CHAOS EM MARINGÁ/PR
https://www.facebook.com/events/829519020727118/

DISTRAUGTH + REST IN CHAOS EM LONDRINA/PR
https://www.facebook.com/events/304119027129917/

DISTRAUGTH + REST IN CHAOS EM PIRACICABA/SP 
https://www.facebook.com/events/510922112766486/

DISTRAUGHT + REST IN CHAOS EM SÃO PAULO/SP
https://www.facebook.com/events/1997997800508906/

Contato para Shows:
Phill Lima
Tel/Whats: +55 24 99296-6639 (Rio de Janeiro)
Tel/Whats: +55 11 93067-6175 (São Paulo)

Via Agência OM

Chaos Synopsis relança álbum em formato LP 12″

A banda de death metal do interior de São Paulo, Chaos Synopsis relançou o álbum
“kvlt ov dementia” em uma edição de vinil 180g, preto 12″ luxuosa capa gatefold e encarte fabricado na Vinil Brasil.

O trabalho, que foi remasterizado especificamente para o formato, está sendo vendido pelo valor de R$80. Ele pode ser adquirido diretamente com a banda ou pelos selos
Old Pride Records ou Impaled Records.


Tracklist

1 Postwar Madness
2 Sarcastic Devotion
3 Only Evil Can Prevail
4 LXXXVI
5 License to Kill
6 Expired Faith
7 Blinding Chains
8 Spiritual Cancer
9 2100 A.D.
10 March of the Unholy
11 A Batalha Final