Conheça Sequóia, nova banda de Daniel Siqueira (Garage Fuzz / CPM 22)

CONHEÇA SEQUÓIA, NOVA BANDA DE DANIEL SIQUEIRA (GARAGE FUZZ / CPM 22)

Assim como a admirável árvore, a banda Sequóia construiu sua história com raízes fortes, que vêm de uma longa amizade entre dois amigos que cresceram na mesma rua, e que já dura mais de 25 anos.

Embora os primeiros arranjos do grupo tenham começado em 2013, foi com a entrada de um novo membro, em 2019, que o projeto ganhou fôlego e trouxe para banda dimensões agigantadas em suas composições.

O trio de rock instrumental formado em Santos, litoral do estado de São Paulo, é composto por Daniel Siqueira, baterista das bandas Garage Fuzz e CPM 22, Fabio Carcavalli, baixista do Mistanásia e ex-integrante do Blackjaw e Leonardo Mangeon na guitarra. Trazem em seu repertório uma sonoridade com influências de Explosions in the Sky e The Mercury Program.

“Nicarágua”, o primeiro single do Sequóia é, curiosamente, também a primeira composição feita pela banda, em homenagem a rua onde Leonardo e Fábio passaram a infância juntos. “Achamos bastante pertinente batizar a nossa primeira música com o nome do lugar onde nos conhecemos há mais de 25 anos atrás, a Rua Nicarágua em São Vicente/SP”, complementa Leonardo, guitarrista da banda.

A produção foi feita pela banda em conjunto com Nando Bassetto (Garage Fuzz), que também foi responsável pelas gravações e mixagem, feitas no estúdio PlayRec, em Santos. A música foi masterizada por Caio “Fake” Fernandes no estúdio Cabeção Music, em São Paulo.

Ao serem questionados sobre este single de estreia, o grupo se diz feliz com o resultado e ansioso em compartilhar este trabalho com os amigos e fãs de suas outras bandas. “Nicarágua representa todo o nosso amor em fazer música e é um presente que queremos dar às pessoas” finaliza Fábio, baixista do Sequóia.

Ouça “Nicarágua”:
https://found.ee/Qzfr0

Caverjets revive Zumbis do Espaço e mostra veia ativista em música nova

Caverjets, banda do Rio de Janeiro, estreia nesta sexta-feira (18) o single ‘Caminhando e Matando’, uma releitura da música da lendária banda Zumbis Do Espaço. A faixa já está disponível nos principais apps de streaming e foi masterizada por Pedro Garcia, baterista do Planet Hemp.

Ouça ‘Caminhando e Matando’
https://onerpm.link/8507870757

A capa do single “Caminhando e Matando” pelo ilustrador Zanon

Xandão do Rock (vocal e baixo), Gimme Mandrix (guitarra), Vitega (bateria) e Pagu (vocal de apoio) conseguiram rearranjar e reescrever de forma “caverjeticamente” ‘Caminhando e Matando’ reunindo ainda influências do punk de Black Flag, Ramones e The Stooges. A música é uma analogia política referente ao atual momento brasileiro e estabelece bem o posicionamento contrário da banda ao atual cenário.

‘Caminhando e Matando’ foi apresentada em primeira mão no festival on-line ‘Solstício do Som – Inverno 2021’,  na Piccola Arena, em Petrópolis, no dia 18 de junho, obedecendo todos os protocolos de segurança à saúde.

Assista o festival

http://bit.ly/caverjets-no-solsticio-do-som

Sobre Caverjets

Rock, ativismo e irreverência são algumas das características da banda Caverjets que chega chacoalhando o cenário do rock nacional sem pedir licença. Recorrendo ao bom humor, aborda situações espinhosas como a cruel realidade sócio-política do país e do mundo.

A banda traz para o debate temas atualíssimos como poliamor e legalização da maconha. O próprio fundador e vocalista da Caverjets, Xandão do Rock, aproveita as letras para dividir sua experiência como usuário medicinal de canabinóides em função de uma dor crônica intratável e que não responde aos medicamentos convencionais para despertar a urgência de se tratar o assunto como questão de saúde pública.

Caverjets não se prende a reproduzir um único estilo do Rock e transita livremente por variados gêneros passando pelo Blues e o Rockabilly ao Ska, Punk, Hardcore e Hard Rock. 

O grupo tem um álbum gravado chamado ‘O Manifesto Caverjético’ e planeja o lançamento do disco para os próximos meses. A capa é assinada pelo ilustrador Cristiano Suarez, que em 2019 causou polêmica ao criar um pôster para a lendária banda de punk rock americana Dead Kennedys que mostrava palhaços vestindo camisa da CBF com armas na mão e comemorando sadicamente o extermínio da população das comunidades cariocas.

As músicas já lançadas pela Caverjets são ‘Pequenas Igrejas, Grandes Negócios’, com clipe no YouTube, ‘Uzbequistão’, ‘Prato do Dia’, ‘Genocidas’ e ‘Marchinha da Democracia’.

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Mostrando A Consequência | Entrevista Com A Banda Mineira Aneurose

No berço brasileiro do metal encontramos bandas fizeram e fazem história. Esse é o caso a Aneurose, que está ativa desde 2002 fazendo um thrash metal com muita identidade e peso. Conversamos com o vocalista Wall Almeida que trouxe uma perspectiva mais ampla sobre a banda.

Fale um pouco sobre o início do Aneurose.

Wall Almeida: Quando começamos lá em 2002 a gente só queria tocar, beber e se divertir. Naquela época não pensávamos em ter a banda que nos tornamos hoje. A partir de 2011 quando resolvemos retornar de uma pausa nas atividades com nova formação, buscamos profissionalizar a banda o máximo que podíamos e foi aí que tudo passou a dar mais certo. É muito gratificante olhar para trás e ver tudo que conquistamos, mas é pouco perto do nosso objetivo.

Como foi gravar o “Made in Rage” em meio a pandemia?

Wall Almeida: Na verdade a maior parte das gravações do “Made in Rage” foi finalizada em fevereiro de 2019. Estávamos com material pronto quando a pandemia estourou, causando uma incerteza muito grande em todo o mundo, e por isso resolvemos esperar para lançar o disco. Durante a pandemia escrevemos a música “Ruptura”, essa nós fizemos todo o processo em home office, gravamos em nossas casas e mandamos para nosso produtor Celo Oliveira. Assim, consideramos o disco completo e resolvemos lançar nesse ano.

O clipe da música “Ruptura” tem sido muito elogiado pela galera da mídia independente. Por que a escolha da música?

Wall Almeida: Nossa ideia é fazer clipe para muitas faixas do novo disco. Ruptura retrata o momento atual que estamos vivendo, e por isso foi uma escolha óbvia para nós lançar o primeiro vídeo com essa música.

Ainda sobre a música “Ruptura”, a letra tem um teor bem crítico aos tempos difíceis que vivemos que se aprofundam com a desinformação. Falem um pouco sobre esse som.

Wall Almeida: Essa música é uma das minhas favoritas de toda nossa discografia. Eu estava em casa entediado, tomando umas cachaças e tocando violão e tive a ideia da música e liguei para o Raphael Wagner pra gente compor. Depois disso trabalhamos junto com toda a banda e escrevemos a letra. Espero que a mensagem dessa canção possa abrir os olhos das pessoas quanto à gravidade dessa pandemia.

Com a impossibilidade de shows, as redes sociais tem sido uma forma de aproximar bandas e público. Vemos que vocês são bastante ativos nos canais da banda, sempre interagindo com a galera. Como tem sido para vocês ficar sem o presencial e ficar só com o virtual?

Wall Almeida: As Redes Sociais são hoje nossas maiores aliadas, então com certeza precisamos utilizar ela a nosso favor, mas nada substitui o presencial né? Essa é nossa forma favorita de interagir com o público, tocando, fazendo mosh e trocando ideias. Não vemos a hora disso tudo acabar para voltar para estrada.

Vimos que o “Made in Rage” saiu em material físico. Qual é a importância do CD na era do streaming?

Wall Almeida: Eu particularmente adoro material físico, mas sei que boa parte da galera prefere o streaming. Como já disse certa vez Marcelo Pompeu, “-antes fazíamos shows para vender discos, hoje gravamos discos para vender shows”. O material físico realmente é um cartão de visitas importante, mas nós valorizamos muito os fãs que colecionam nossos discos, então não podíamos deixa-los na mão.

Quais são os planos da banda para o pós pandemia?

Wall Almeida: Se tudo correr bem com a vacinação e imunização da população pode ter queremos pegar a estrada, tocar em todas as regiões do Brasil e quem sabe pela América Latina. Podem esperar também uma edição especial do Aneurose Festival, esperamos fazer um 2022 inesquecível.

Pra esse ano, ainda teremos lançamentos? Teremos novidades?

Wall Almeida: Com certeza! Como disse, em breve lançaremos novos clipes e muito mais! Podem aguardar.

Muito obrigado pela atenção e parabéns pelo trabalho. Esse espaço é de vocês, deixem um recado e os links para contato.

Wall Almeida: Em 2021 não teremos a volta de shows, eventos, e isso é muito prejudicial não só para nós músicos como para todos envolvidos diretamente na indústria de eventos. Porém somos otimistas e acreditamos que temos que fazer nossa parte, estamos trabalhando para gerar conteúdo que dê suporte e alivie as pressões da quarentena e distanciamento social da galera, queremos que nossa música seja uma válvula de escape, e que ajude o pessoal a ficar em casa. Se cada cidadão fizer sua parte as coisas tendem a melhorar. Espero e desejo do fundo do coração que a gente passe logo por essa fase terrível e que seja rápido. Usar máscara, higienizar as mãos, fazer o distanciamento social e se vacinar é o dever de todos que querem ter suas vidas “normais” de volta.

Muito obrigado a você pelo espaço e parabéns pelo seu trabalho, é de extrema importância para nossa cena. Agradeço a todos que sempre nos apoiam e motivam a gente a continuar nessa luta. Rock on!

Links:

Vídeos oficiais:

Ruptura: Aneurose – Ruptura [OFFICIAL MUSIC VIDEO] – YouTube

Deathly, Cold, Chill: https://youtu.be/qKE33FuTngY

Drunk as Skunk: https://www.youtube.com/watch?v=At_lWKlI_uc

Butcher: https://www.youtube.com/watch?v=RLqn4TiPkdc

Hunting Knife: https://www.youtube.com/watch?v=-_CViwA8CXM

Discografia disponível para audição no Spotify, Deezer e demais plataformas de streamings:

Made in Rage (2021)

Juggernaut (2016)

From Hell (2013)

Páginas oficiais:

http://www.aneurose.com.br

Facebook: www.facebook.com/aneurose

Youtube: www.youtube.com/aneurosetv

Instagram: @aneurose

Além da audição: livro “Quando o Som Bate no Peito”, com lançamento em 8 de junho, conduz o leitor pelas sensações que um show de rock pode provocar

Nona publicação literária do escritor e jornalista Márcio Grings traz relatos descritivos e informativos sobre apresentações de grandes nomes da música internacional. Obra compila ainda cerca de 140 imagens dos 34 espetáculos musicais

Sabe aquela sensação de arrebatamento ao presenciar um show de rock ao vivo? É disso que fala o livro Quando o Som Bate no Peito (Memorabilia, 224 páginas), do jornalista, escritor e produtor cultural Márcio Grings. Trata-se de um compilado com 34 resenhas que misturam histórico dos artistas e impressões pessoais sobre performances internacionais de nomes como Bob Dylan, Paul McCartney, Rolling Stones, The Who, Roger Waters, Eric Clapton, Buddy Guy, Deep Purple, Black Sabbath, entre tantos outros.

O lançamento ocorre em 8 de junho, terça-feira, quando será realizado um evento virtual com convidados, como fotógrafos que colaboraram para a publicação, além de um pocket show. Até a data, é possível garantir seu exemplar via pré-venda pelo hotsite interativo. Além dos relatos, a obra tem cerca de 140 imagens, mais da metade destacadas em um álbum colorido. Os cliques foram feitos por 18 fotógrafos profissionais, alguns com passagens por importantes veículos de imprensa. 

O título resgata uma expressão usada para descrever a prática multissensorial de se assistir a uma banda ou músico in loco, algo que fica claro durante a leitura. Isso porque os textos não se resumem a simples análise técnica das apresentações, mas buscam situar o leitor diante da trajetória dos artistas resenhados e das referências do autor, um fã de música inveterado desde meados dos anos 1980.

“É a visão de um repórter em primeira pessoa, ininterruptamente em busca pela captura do registro documental de um show, quase sempre tentando ver aquilo que muitos não veem”, afirma o escritor. 

Em seu nono trabalho no universo literário, Grings traz o olhar apurado de quem tem a música como fundamento artístico. É essa atenção, somada a uma escrita crítica refinada por anos na atividade do jornalismo cultural, que nos leva a descrições apuradas, jogando luz nos bastidores ou detalhes que talvez o ouvinte comum não perceba em meio a um espetáculo musical.

“Como repórter ou produtor de eventos ligado ao blues e ao rock, tenho noção de que muita coisa rola nas entrelinhas. Como esquecer aquele bate-papo com Willie Walker enquanto ele enxugava uma garrafa de Domecq? Com um taco de bilhar na mão, Willie ‘Big Eyes’ Smith me confidenciou que estava prestes a lançar um disco com Pinepop Perkins (que ganharia o Grammy poucos meses depois). Dan McCafferty, vocalista do Nazareth, ficou sem ar e, do backstage, pude vê-lo recorrendo a um balão de oxigênio para retomar o fôlego. Coisas assim não estão no palco ou aparecem no telão, mas também fazem parte do espetáculo”, diz o autor, que também explica como trabalhou para aprimorar os próprios escritos:

“Na busca de uma harmonização dos relatos compilados no livro, reescrevi boa parte do material que já tinha publicado on-line, logo depois dos shows. Assim, procurei manter o roteiro prescrito nos originais, mas também o revi, corrigindo equívocos e ampliando a experiência resenhada. Assisti vídeos dos shows, ouvi centenas de canções, novamente conferi os setlists, subtraí repetições, reli biografias e livros similares, numa atenta checagem das informações, nunca omitindo a inequívoca voz inicialmente descrita em meus blocos de anotações.”

A live streaming de lançamento, em 8 de junho, será transmitida pelo Canal Pitadas do Sal (www.youtube.com/pitadasdosal) e terá bate-papo com os fotógrafos Lauro Alves, Fabio Codevilla, Ton Müller e Pablito Diego — todos envolvidos nas coberturas narradas no livro.

Além disso, a celebração virtual terá performance de Vinicius Brum, músico que fará releituras de temas relacionados ao conteúdo da publicação.

Lançamento da Memorabilia Store, Quando o Som Bate no Peito contém 224 páginas e aproximadamente 140 fotos — sendo 71 coloridas encartadas em um libreto de 40 páginas em papel couchê. As imagens foram clicadas por 18 fotógrafos: Adriana Franciosi, Ana Bittencourt, Camila Gonçalves, Carlos Macedo, Cris Santoro, Ericson Friedrich, Fabiano Dallmeyer (in memoriam), Fábio Codevilla, Fábio Mattos, Gika Oliva, Isadora Neumann, Juliana Pozzatii, Lauro Alves, Pablito Diego, Rafael Cony, Ton Müller, Yuri Weber e Zé Carlos de Andrade.

Vida em turnê nos EUA vira documentário no canal da banda carioca de death metal Forceps

Da esq: Emmanuel Ivan (baterista), Doug Murdoch (vocal), Bruno Tavares (Guitarrista), Thiago Barbosa (Baixista) – Crédito: Daniel Croce

O quarteto de Death Metal carioca Forceps acaba de lançar em seu canal no YouTube cinco episódios do documentário sobre a ‘Mastering Exctinction USA Tour’, turnê que a banda realizou nos Estados Unidos em 2017, em um giro de 25 shows em 31 dias que percorreu quase 12 mil quilômetros em 15 estados. 

▶Assista no canal do Forceps no YouTube:
https://www.youtube.com/forcepsdeath

A turnê começou em 13 de outubro de 2017, em Denver, e foi finalizada em 12 de novembro de 2017, em Kansas City. O documentário começa mostrando a preparação do Forceps para a maratona de shows, desde a compra de equipamentos, os ensaios já nos Estados Unidos até dificuldades de última hora que a banda teve de enfrentar, como problemas com a companhia aérea e atrasos na entrega do merch oficial da banda. 

O Forceps realizou a turnê de divulgação do álbum ‘Mastering Extinction’, álbum também lançado em 2017, em um motorhome. O veículo é basicamente uma casa com um motor, com banheiro, cozinha e camas que facilita a logística pela estrada. 

Além de cenas de bastidores, das apresentações e da recepção calorosa que a banda recebeu dos fãs norte-americanos, o documentário ‘Mastering Exctinction USA Tour’ é um excelente registro de como uma banda independente deve se organizar para levar sua música para o exterior.

Sobre o Forceps

Nascida no ano de 2006 na cidade do Rio de Janeiro, Forceps é formada por Doug Murdoch (vocal), Bruno Tavares (guitarra), Thiago Barbosa (baixo) e Emmanuel Iván (Bateria). A banda tem na discografia três lançamentos oficiais: Corporeality (Demo 2009),  Humanicide (EP 2012) e  Mastering Extinction (Full 2017). Atualmente está trabalhando material inédito que deve ser lançado em julho deste ano.

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Bandcamp: forceps.bandcamp.com

CLAUSTROFOBIA: MARCUS D’ANGELO lança playthrough do single “Riff Cult”



Claustrofobia lançou o single “Riff Cult” em todas as plataformas de streaming através do selo Canil Records e o videoclipe foi lançado com exclusividade pela Decibel Magazine, que considerou a música um hino matador criado pelo power trio brasileiro de thrash/death.

Fechando a divulgação do single, o Claustrofobia lança o playthrough da música com o guitarrista e vocalista Marcus D’Angelo, produzido no Swamp Loco Studios, próprio local de ensaio da banda.

D’Angelo usa a já clássica combinação Jackson RR24, EVH 5150, com EMG Pickups 81 com cordas Giannini e Maccabos. Com a guitarra Jackson, seu estilo tecnicamente desafiador e elegância visual, D’Angelo fecha com chave de ouro a divulgação de “Riff Cult”, single que foi super significativo e representou muita gente “Eu não poderia deixar de fazer um playthrough pra essa música que tem Riff no nome (Risos). Gravamos no nosso estúdio no mesmo tipo de cenário do clipe mantendo a proposta de respeitar esse momento de isolamento e mostrando também o quanto a arte nos ajudou. A arte falou mais alto e mal podemos esperar pra mostrar para o mundo o que produzimos durante esse tempo de isolamento. Foi tudo muito inspirador”, explica Marcus D’Angelo.https://www.youtube.com/embed/y2apw2_zfYY?feature=oembed“Riff Cult” foi produzido pelo renomado produtor brasileiro Adair Daufembach que já trabalhou com nomes como Megadeth, Angra, Kiko Loureiro, Aquiles Priester, Dirk Verbeuren e Tony MacAlpine. Para o Claustrofobia, a música é uma homenagem aos Riffs, componente chave do metal. O vocalista Marcus D’Angelo enfatiza esse aspecto afirmando “Consideramos uma cultura, um culto. É o gancho de todo o Metal, tudo nasce do riff da guitarra. E Riff após Riff (Riff by Riff), nós vamos alimentando nossa paixão pelo Metal, alimentando nosso desejo de continuar o legado. O Riff é o que nos vicia no bom sentido. Nessa quarentena o amor pelo Metal ficou mais evidente, sem shows e sem contato com os fãs, então decidimos fazer uma homenagem e celebrar”.A banda também disponibilizou em seu canal do Youtube o making of do videoclipe “Riff Cult”Assista AQUI.

“Construir um culto é uma daquelas coisas que são fáceis na teoria, mas difícil na prática – se você não for o Claustrofobia . Você irá banguear com o novo vídeo de Caio D`Angelo para o hino emocionante e matador ‘Riff Cult’”  –  Decibel Magazine

“Em ‘Riff Cult’ o grupo traz seu metal-tributo aos riffs com sua própria maneira de criar riffs de death metal, groovy e thrash em abundância ” –  Metal Injection

Gênero:  Thrash Metal / Death MetalSelo: Canil Records

Produtor: Adair Daufembach

Gravação, mixagem e masterização: Adair Daufembach – Northwood Sound Studio

Fotografia: Courtney Ware / Edição: Junior Imigrante

Formação:
Marcus D`Angelo (vocal e guitarra)
Caio D`Angelo (bateria)
Rafael Yamada (baixo e vocal de apoio)

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CENA CARIOCA | Conheça 5 Bandas de Peso do Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro é um dos estados que surpreende com a quantidade de bandas brutais com qualidade excepcional. Na terra da boemia, o que não faltam são casas de shows e bares que revelam essas bandas do subterrâneo para grandes palcos. Conheça 5 bandas que ouvimos e recomendamos!

LACERATED AND CARBONIZED

O LACERATED AND CARBONIZED foi formado em 2006 por Jonathan Cruz (vocal), Caio Mendonça (guitarra), Paulo Doc (baixo) e Victor Mendonça (bateria).

A banda vem do Rio de Janeiro, uma cidade que comporta ao mesmo tempo maravilhas naturais mundialmente conhecidas e um submundo de violência e degradação quase nunca visto por estrangeiros. Essa atmosfera é refletida em todos os aspectos do Death Metal visceral e implacável trazido pelo grupo.

www.instagram.com/lac.metal
www.youtube.com/laceratedband

FORCEPS

Em atividade desde 2006, Forceps é um dos grandes nomes do brutal death metal brasileiro, formado por Bruno Tavares (guitarra) e Thiago Barbosa (baixo) unindo forças com os duradouros membros Emmanuel Ivan (bateria) e único membro original Doug Murdoch (vocal). A banda já fez vários shows pelo Brasil, uma turnê internacional, uma turnê nacional, lançou um full-lenght, duas DEMOS e um EP.

https://www.instagram.com/forcepsofficial
https://www.youtube.com/forcepsdeath3

HATEFULMURDER

Do underground aos grandes palcos, dos EPs aos LPs, das independentes às gravadoras, passo a passo o Hatefulmurder vai construindo sua história. A banda conta com os vocais pontentes da frontwoman Angelica Burns e vem se destacando como um dos grandes nomes do Death Metal Melódico na América Latina.

https://www.instagram.com/hatefulmurder
https://www.youtube.com/hatefulmurder

FACING FEAR

A banda começou exatamente em novembro de 2016 no Rio de Janeiro (BRA), quando o guitarrista Raphael Dantas e baterista do Vall Maranhão começaram a trabalhar nas composições. Para completar o time, chamaram Nathalia Souza (baixo) e Carina Oliveira (vocal), que já tocaram em bandas underground brasileiras. As influências partem dos nomes clássicos do NWOBHM (New Wave do Heavy Metal Britânico) e dos nomes mais fortes da cena NWOTHM (New Wave do Heavy Metal Tradicional).

https://www.instagram.com/facingfearbr
https://www.youtube.com/FACINGFEAR

AFFRONT

O AFFRONT prática um thrash/Death metal rápido e agressivo. Marcelo Mictian fundador, baixista/vocal (ex Unearthly), Marcel Barros (Guitarra) & Lobato (bateria). Com uma produção incessante, é uma das bandas mais guerreiras em atividade no estado.

https://www.youtube.com/channel/UCSh4nTTArb8RgtDGJEyG7PQ
https://www.instagram.com/affrontbrazil/

Projeto exclusivo do “Roadie Crew – Online Festival”, She é o grito da mulher headbanger

O primeiro line-up da She formado por Fernanda Lira, Cacau Pinheiro, Débora Losna e Isabela Moraes estreia no próximo dia 11 de Junho



Desde Abril de 2020, a revista Roadie Crew, em parceria com a produtora Som do Darma, vem apresentando o “Roadie Crew – Online Festival”.
O evento online, realizado mensalmente, tem a missão de celebrar e promover o trabalho das bandas brasileiras e fortalecer a cena do heavy metal nacional, sempre com transmissão “Streaming-Live” exclusiva pelo canal oficial da Roadie Crew no Youtube – www.youtube.com/roadiecrewmagtv

Até aqui, mais de 200 bandas já passaram pelas 14 edições do festival e centenas de outros grupos aguardam para se apresentarem em futuras edições. O “Roadie Crew – Online Festival” tornou-se a principal referência na fruição da cena brasileira de heavy metal que é, quantitativa e qualitativamente, uma das mais relevantes do mundo.

Além dos vídeos das bandas participantes, o “Roadie Crew – Online Festival” também passou a produzir projetos exclusivos, produzidos especialmente para o festival. Para a edição de Junho do festival, a décima-quinta que acontece na sexta-feira dia 11, haverá a estreia do novo projeto intitulado She.

Segundo Susi dos Santos da Som do Darma, produtora cultural responsável pelo projeto, a ideia da She é promover e estimular a produção criativa feminina na cena de heavy metal do Brasil.
“O núcleo criativo da She são os line-ups que formaremos com musicistas de todo Brasil para participação no Roadie Crew – Online Festival, porém queremos disponibilizar o projeto para muito mais. Vemos a She como uma nova instância onde todas as mulheres headbangers, do Brasil e do mundo, podem se encontrar, comunicar, partilhar e se pertencer. She sou eu. She é você. Somos todas She. She é o grito da mulher headbanger.”

A estreia da She contará com um line-up pra lá de especial formada pela baixista Fernanda Lira (Crypta), a guitarrista Débora Losna (Losna), a baterista Isabela Moraes (Kamala) e a vocalista Cacau Pinheiro (Made Of Stone). O quarteto fará uma versão bem pesada de “Cherry Bomb”, clássico da banda feminina The Runaways. A produção musical fica por conta de Alex Voorhees.

Mulheres de todo Brasil, musicistas ou não, interessadas em participar de uma extensão criativa do vídeo de estreia da She na próxima edição do “Roadie Crew – Online Festival”, podem entrar em contato via direct pelo Instagram oficial do projeto: www.instagram.com/sheheavymetal

Mais Informações:
www.roadiecrew.com.br
www.somdodarma.com.br
www.instagram.com/sheheavymetal

Press Release, Curadoria e Apresentação:
Eliton Tomasi – SOM DO DARMA
eliton@somdodarma.com.br
www.somdodarma.com.br
(15) 99134-3443

Corja! lança disco de estreia ‘Insulto’ e novo clipe ‘Do Lar ao Caos’

Foto: Raul Marques

Apostando em um visual super performático, denso e perturbador com uso de elementos do suspense, a banda surgida em Fortaleza faz de ‘Do Lar ao Caos’ anfitriã do universo que Corja! escolheu apresentar em ‘Insulto’: um som extremamente pesado com o desafio de letras cantadas em português. 

A capa de Insulto é assinada pelo artista pernambucano Alcides Burns, a produção é do Maximum Violence Studios e a parceria de lançamento digital ficou por conta do selo Electric Funeral Records. Já o clipe contou com direção de Vicente, da Vomor Produções. ‘Insulto’ está disponível nos principais apps de streaming. 

Corja! está na estrada desde 2017 e carrega na proposta a intenção de explorar temas que abordam os conflitos humanos em letras introspectivas que se aprofundam na autocrítica, misturadas com riffs de guitarra pesados e vocais extremos. Seus músicos trazem na bagagem experiências de vários outros projetos.

A banda aparece como um novo representante de uma vertente que mistura o metal extremo com o hardcore, culminando em um som crossover resultante das diversas influências de seus integrantes que são além de Haru, Darlan Pinheiro (guitarra), Raul Marques (guitarra), Silvio Romero (bateria) e Pedro Felipe (baixo).