Arte agressiva e intensa marca capa do novo single da banda de death metal Forceps

Forceps, potência carioca do death metal, acaba de divulgar a capa de seu novo single, ‘Anthropoviral Amalgamation’, que estreia em breve. A ilustração pesada, intensa e agressiva traz todos os contextos e narrativas do universo do death metal e é assinada pelo artista Edu Nascimento.

‘Anthropoviral Amalgamation’ trabalha o terror futurista e tecnológico com temática bio-pós-apocalíptica, um cenário que sempre fez parte das letras do Forceps desde suas origens em 2006.  “O que não imaginávamos é que viveríamos ainda em nosso tempo uma realidade tão próxima à que criamos na ficção. Inspirados nessa espécie de premonição, compusemos a “Anthropoviral Amalgamation”, que relata um ataque muito similar ao que sofremos atualmente, porém, no mundo futurístico do Forceps”, diz o vocalista Douglas Murdoch.

‘Anthropoviral Amalgamation’ foi gravada no Tellus Studio e produzida por Caio Mendonça, guitarrista da banda Lacerated and Carbonized, também do Rio de Janeiro. O trabalho ganhou merchandising especial com camiseta disponível em pré-venda e com desconto de lançamento na loja virtual da banda em forceps.lojaintegrada.com.br.

Sobre o Forceps

Nascida no ano de 2006 na cidade do Rio de Janeiro, Forceps é formada por Douglas Murdoch (vocal), Bruno Tavares (guitarra), Thiago Barbosa (baixo) e Emmanuel Iván (bateria). A banda tem na discografia três lançamentos oficiais: Corporeality (Demo 2009),  Humanicide (EP 2012) e  Mastering Extinction (Full 2017). Atualmente está trabalhando em material inédito. No Youtube, tem documentário que retrata a turnê que a banda fez nos Estados Unidos, em 2017.  Crédito da foto: Daniel Croce

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Ancesttral estreia single e clipe novo com Live no Youtube

Ancesttral estreia nesta sexta-feira (16) seu novo single, ‘Us vs Them’. Enquanto os apps de streaming recebem a faixa, o clipe da música será lançado no canal da banda, às 10h. À noite, às 21h, a banda se reúne e recebe a equipe de produção do vídeo para uma Live React especial do filme junto com os fãs no Youtube para responder ao vivo as interações.

▶ Ative o lembrete para a Live aqui
https://youtu.be/P5D_Ha968bo

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Com uma sonoridade thrash metal direta e reta, ‘Us vs Them’ entoa um protesto sobre o apoio cego a políticos de todas as vertentes e convida a refletir sobre as implicações na vida privada das pessoas que defendem homens em cargos públicos com unhas e dentes.

“Protestar contra tudo que está errado, essa é a mensagem por trás da música “Us Vs Them”. Para nós, não faz sentido ter “políticos de estimação”, não estamos em um jogo em que existam torcidas para os dois lados. Nós estamos de um lado e todos os políticos, que prometeram cuidar do povo, estão de outro. Eles são nossos empregados. Eles devem nos temer, não o contrário”, diz Alexandre Grunheidt, vocalista. 

A banda encarnou o personagem e surge de terno e gravata no clipe em uma mistura com sua versão original. O filme é assinado pelo fotógrafo e filmmaker Caike Scheffer que já trabalhou com Ancesttral em outros projetos. Rodrigo Oliveira assina a mixagem, masterização e a produção dividida com a banda. A gravação aconteceu no Dharma Studios.

Sobre Ancesttral
Ancesttral é considerada uma das principais bandas de Thrash Metal do Brasil. Na estrada desde 2005, a banda fez sua estreia no mesmo ano com o EP ‘Helleluiah’. Com a boa receptividade do material, a banda passou a trabalhar no álbum de estreia, ‘The Famous

Unknown’, lançado em 2007 pela gravadora Voice Music.

Comparações com o Metallica, agenda de shows repleta e críticas favoráveis no Brasil e no exterior fizeram com que o trabalho elevasse o nome Ancesttral na cena brasileira. Tal fato foi comprovado com a conquista de diversos prêmios na eleição dos melhores de 2007.

Musicalmente, as referências vêm de nomes como Metallica e White Zombie, mas, em virtude do background de seus músicos, também segue a escola do Thrash Metal praticado no fim dos anos 1980 e início dos 1990, como Fight, Testament, Megadeth e Slayer. O grupo vem adicionando novos elementos ao som, tanto de bandas de Heavy Metal tradicional, como as mais contemporâneas, na linha de Godsmack e Disturbed.

Usando, de forma inteligente e bem colocada, mensagens de duplo sentido, o grupo fala o que algumas pessoas pensam, mas não têm coragem de dizer. A temática das letras, retratando assuntos do cotidiano, ataca com firmeza a hipocrisia e o falso moralismo.

Ancesttral tem disponível o CD ‘The Famous Unknown’ (2007) e o EP ‘Bloodshed and Violence’ (2012) e ‘Web of Lies’ (2016). A banda é Alexandre Grunheidt (vocal e guitarra), Denis Grunheidt (bateria), Leonardo Brito (guitarra) e Renato Canonico (baixo).

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Exylle lança Sangue nas Ruas

Após dois anos do lançamento de seu primeiro álbum, a banda Exylle vem trazendo seu mais novo EP “Sangue nas Ruas”.

O foco deste novo trabalho é intensificar a mensagem e críticas sobre política e sociedade que a banda vem trazendo desde suas primeiras músicas, sendo que para isso o EP conta com 5 faixas inteiramente em português. As gravações ocorreram durante a pandemia e toda a situação que o Brasil anda passando serviu como inspiração para as composições. Além disso, o estilo característico da banda que mescla o Thrash e Death Metal permanece, porém as novas músicas possuem uma maior influência do hardcore, algo já presente em composições anteriores porém pouco explorado.

O EP também marca a estreia da nova formação da banda, que além de Kevin Vieira e Victor Hugo, conta com Winicius Rodrigues que já tocou em diversas bandas de hardcore de Curitiba (Infarto HC, Böriz Kasööy) e Isaac Murilo, que traz uma grande bagagem tocando em bandas de São Paulo e Curitiba (Porrada, Perpetual).

Sangue nas Ruas já está disponível nas principais plataformas de streaming, além disso, a música Seu Brasil ganhou recentemente um lyric vídeo produzido pela Nordic Filmes

O disco também sairá em formato físico ainda este ano através de um lançamento colaborativo realizado pelos selos Brado Distro, Vertigem Discos, Two Beers or not Two Beers Records, Terceiro Mundo Caos, Poeira Maldita Records, Underground Storm Records, Underground Gräves Distro e Capetóize Distro

Exylle iniciou suas atividades em 2014, e desde então vem se apresentando nas principais casas de shows e eventos da região sul do Brasil.

Lyric vídeo https://www.youtube.com/watch?v=WUMUh4qaifM

Plataformas de Streaming https://onerpm.link/4465533770

Facebook da banda: https://www.facebook.com/ExylleOficial

Instagram da banda:  https://www.instagram.com/exylle_official/
Desde já agradeço pela atenção
Daniel Silvawww.bradodistro.com.br

PLEBE RUDE COMEMORA 40 ANOS COM NOVO SINGLE; OUÇA “68”

No dia 7 de julho de 1981 era formada a Plebe Rude, que se tornou uma das principais bandas de rock do país e carrega na bagagem sete álbuns de estúdio e três ao vivo. Após exatos 40 anos, o grupo lança nesta quarta-feira (7) o primeiro single do disco “Evolução – Vol. II”, intitulado “68”.

A faixa, produzida pelo vocalista Philippe Seabra, faz parte do projeto “Evolução”, que teve seu primeiro volume lançado em 2019. O trabalho narra em um total de 28 canções, a trajetória do ser humano na Terra através de uma ampla análise do homem, do seu desenvolvimento e de sua vivência em sociedade.
 
O baixista André X conta que “68” foi escolhida para apresentar o álbum “Evolução – Vol. II” por discorrer sobre um tema, ainda, relevante. “É sobre um ano marcante do século XX, no qual, em várias localizações do globo, protestos contra o status quo se levantaram, com consequências explosivas”, revela. André X diz que a banda foi atraída pelo fato de que muitos dos levantes foram comandados ou tiveram a participação de jovens. “Além de todas as consequências políticas e sociais, os protestos trouxeram a juventude para a cena global, como protagonistas. Após 1968, minorias e excluídos também passaram a ter voz e serem representados. Foi um ano anti-repressão, que procurou mudar a sociedade, tornando-a mais inclusiva, tolerante e livre. Apanharam muito, mas não cederam”.
 
Seabra também aponta a importância do ano específico escolhido pela Plebe como tema da nova canção. “68 foi um ano de muitas lutas, desde os protestos contra a guerra do Vietnã, dos direitos civis e a primavera de Praga. O assassinato do Martin Luther King talvez tenha sido o fato mais marcante. Mas foi como o ano terminou que marcou 68 e deu significado e esperança para tudo o que aconteceu. O Apollo 8 em dezembro circundou a Lua pela primeira vez e foi ali que vimos toda a fragilidade da Terra através da famosa imagem ‘earthrise’. Um ano tão difícil foi encerrado com a raça humana se vendo na vastidão do espaço. Quem sabe aprenderia a deixar de lado as diferenças e cuidar daquele pontinho no céu”.

Apesar da Plebe Rude se debruçar em um tema do passado com a faixa single de “Evolução – Vol. II”, o baixista conclui que o momento atual está presente em todas as músicas do projeto “Evolução”. “Me pego ouvindo o disco e pensando: essa música é sobre algo que aconteceu na história tempos atrás, mas parece que estamos cantando sobre hoje”. E finaliza: “Com a nova onda conservadora se consolidando, é importante o exemplo histórico de que lutar é possível”. O vocalista concorda: “A letra é assustadoramente atual. Esse momento esdrúxulo que estamos passando pediu um comentário social que ninguém está abordando”.
 
O álbum “Evolução – Vol. II” foi finalizado antes do início da pandemia de Covid-19, no entanto Seabra revela que a faixa ainda inédita, “A Hora de Parar”, teve uma atualização para abarcar o tema. “A trajetória do homem, tristemente previsível, nos fez não ter que atualizar mais nada. O ‘Volume 2’ começa na revolução industrial e segue a história desse curioso rebanho que tende à autodestruição. Mas durante o caminho quem sabe aprenda alguma coisa para reverter esse futuro sombrio”.
 
Quanto aos 40 anos da banda, o vocalista comemora: “Quem diria, hein? Muita história, amizade e conscientização. Parabéns. O rei está morto, viva a Plebe!”
 
“68” ganhou um lyric video assinado por Fernando Dalvi, também responsável pela arte do single.

“68” (Música e letra: Philippe Seabra / André X)

“Ergam os punhos pros direitos civis
Do gramado em frente à Casa Branca as ruas de Paris
 
No Vietnã a caça a Ho Ching Minh
E na América o assassinato do Martin Luther King
 
68 acabou entrando para a história
 
Eu sou realista, sim
E quero o impossível para mim
 
A Primavera de Praga acendeu
Uma chama de esperança pelo leste europeu
 
No Araguaia a mobilização
Enquanto o AI-5 trucidava a constituição
 
68 acabou entrando para a história
 
Eu sou realista, sim
E quero o impossível para mim
Esquentem a guerra fria e saibam sim que é proibido proibir
 
Dezembro de 68 partiu em missão
O Apollo 8 com a humanidade na tripulação
 
Circundou a lua e vimos pela primeira vez
A aurora de um planeta e toda sua insensatez
 
O nascer da terra pra lembrar do que já esquecemos
 
A lua que iluminava a selva do Vietnã
A mesma luz que o Mandela via da prisão
Que refletia na sepultura do Martin Luther King
A luz que a força bruta não consegue extinguir
 
68 acabou entrando para a história
 
Eu sou realista, sim
E quero o impossível para mim
Esquentem a Guerra Fria e saiba, sim que é proibido proibir

Ouça nas principais plataformas digitais:  https://onerpm.link/pleberude68

Conheça Sequóia, nova banda de Daniel Siqueira (Garage Fuzz / CPM 22)

CONHEÇA SEQUÓIA, NOVA BANDA DE DANIEL SIQUEIRA (GARAGE FUZZ / CPM 22)

Assim como a admirável árvore, a banda Sequóia construiu sua história com raízes fortes, que vêm de uma longa amizade entre dois amigos que cresceram na mesma rua, e que já dura mais de 25 anos.

Embora os primeiros arranjos do grupo tenham começado em 2013, foi com a entrada de um novo membro, em 2019, que o projeto ganhou fôlego e trouxe para banda dimensões agigantadas em suas composições.

O trio de rock instrumental formado em Santos, litoral do estado de São Paulo, é composto por Daniel Siqueira, baterista das bandas Garage Fuzz e CPM 22, Fabio Carcavalli, baixista do Mistanásia e ex-integrante do Blackjaw e Leonardo Mangeon na guitarra. Trazem em seu repertório uma sonoridade com influências de Explosions in the Sky e The Mercury Program.

“Nicarágua”, o primeiro single do Sequóia é, curiosamente, também a primeira composição feita pela banda, em homenagem a rua onde Leonardo e Fábio passaram a infância juntos. “Achamos bastante pertinente batizar a nossa primeira música com o nome do lugar onde nos conhecemos há mais de 25 anos atrás, a Rua Nicarágua em São Vicente/SP”, complementa Leonardo, guitarrista da banda.

A produção foi feita pela banda em conjunto com Nando Bassetto (Garage Fuzz), que também foi responsável pelas gravações e mixagem, feitas no estúdio PlayRec, em Santos. A música foi masterizada por Caio “Fake” Fernandes no estúdio Cabeção Music, em São Paulo.

Ao serem questionados sobre este single de estreia, o grupo se diz feliz com o resultado e ansioso em compartilhar este trabalho com os amigos e fãs de suas outras bandas. “Nicarágua representa todo o nosso amor em fazer música e é um presente que queremos dar às pessoas” finaliza Fábio, baixista do Sequóia.

Ouça “Nicarágua”:
https://found.ee/Qzfr0

Caverjets revive Zumbis do Espaço e mostra veia ativista em música nova

Caverjets, banda do Rio de Janeiro, estreia nesta sexta-feira (18) o single ‘Caminhando e Matando’, uma releitura da música da lendária banda Zumbis Do Espaço. A faixa já está disponível nos principais apps de streaming e foi masterizada por Pedro Garcia, baterista do Planet Hemp.

Ouça ‘Caminhando e Matando’
https://onerpm.link/8507870757

A capa do single “Caminhando e Matando” pelo ilustrador Zanon

Xandão do Rock (vocal e baixo), Gimme Mandrix (guitarra), Vitega (bateria) e Pagu (vocal de apoio) conseguiram rearranjar e reescrever de forma “caverjeticamente” ‘Caminhando e Matando’ reunindo ainda influências do punk de Black Flag, Ramones e The Stooges. A música é uma analogia política referente ao atual momento brasileiro e estabelece bem o posicionamento contrário da banda ao atual cenário.

‘Caminhando e Matando’ foi apresentada em primeira mão no festival on-line ‘Solstício do Som – Inverno 2021’,  na Piccola Arena, em Petrópolis, no dia 18 de junho, obedecendo todos os protocolos de segurança à saúde.

Assista o festival

http://bit.ly/caverjets-no-solsticio-do-som

Sobre Caverjets

Rock, ativismo e irreverência são algumas das características da banda Caverjets que chega chacoalhando o cenário do rock nacional sem pedir licença. Recorrendo ao bom humor, aborda situações espinhosas como a cruel realidade sócio-política do país e do mundo.

A banda traz para o debate temas atualíssimos como poliamor e legalização da maconha. O próprio fundador e vocalista da Caverjets, Xandão do Rock, aproveita as letras para dividir sua experiência como usuário medicinal de canabinóides em função de uma dor crônica intratável e que não responde aos medicamentos convencionais para despertar a urgência de se tratar o assunto como questão de saúde pública.

Caverjets não se prende a reproduzir um único estilo do Rock e transita livremente por variados gêneros passando pelo Blues e o Rockabilly ao Ska, Punk, Hardcore e Hard Rock. 

O grupo tem um álbum gravado chamado ‘O Manifesto Caverjético’ e planeja o lançamento do disco para os próximos meses. A capa é assinada pelo ilustrador Cristiano Suarez, que em 2019 causou polêmica ao criar um pôster para a lendária banda de punk rock americana Dead Kennedys que mostrava palhaços vestindo camisa da CBF com armas na mão e comemorando sadicamente o extermínio da população das comunidades cariocas.

As músicas já lançadas pela Caverjets são ‘Pequenas Igrejas, Grandes Negócios’, com clipe no YouTube, ‘Uzbequistão’, ‘Prato do Dia’, ‘Genocidas’ e ‘Marchinha da Democracia’.

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Mostrando A Consequência | Entrevista Com A Banda Mineira Aneurose

No berço brasileiro do metal encontramos bandas fizeram e fazem história. Esse é o caso a Aneurose, que está ativa desde 2002 fazendo um thrash metal com muita identidade e peso. Conversamos com o vocalista Wall Almeida que trouxe uma perspectiva mais ampla sobre a banda.

Fale um pouco sobre o início do Aneurose.

Wall Almeida: Quando começamos lá em 2002 a gente só queria tocar, beber e se divertir. Naquela época não pensávamos em ter a banda que nos tornamos hoje. A partir de 2011 quando resolvemos retornar de uma pausa nas atividades com nova formação, buscamos profissionalizar a banda o máximo que podíamos e foi aí que tudo passou a dar mais certo. É muito gratificante olhar para trás e ver tudo que conquistamos, mas é pouco perto do nosso objetivo.

Como foi gravar o “Made in Rage” em meio a pandemia?

Wall Almeida: Na verdade a maior parte das gravações do “Made in Rage” foi finalizada em fevereiro de 2019. Estávamos com material pronto quando a pandemia estourou, causando uma incerteza muito grande em todo o mundo, e por isso resolvemos esperar para lançar o disco. Durante a pandemia escrevemos a música “Ruptura”, essa nós fizemos todo o processo em home office, gravamos em nossas casas e mandamos para nosso produtor Celo Oliveira. Assim, consideramos o disco completo e resolvemos lançar nesse ano.

O clipe da música “Ruptura” tem sido muito elogiado pela galera da mídia independente. Por que a escolha da música?

Wall Almeida: Nossa ideia é fazer clipe para muitas faixas do novo disco. Ruptura retrata o momento atual que estamos vivendo, e por isso foi uma escolha óbvia para nós lançar o primeiro vídeo com essa música.

Ainda sobre a música “Ruptura”, a letra tem um teor bem crítico aos tempos difíceis que vivemos que se aprofundam com a desinformação. Falem um pouco sobre esse som.

Wall Almeida: Essa música é uma das minhas favoritas de toda nossa discografia. Eu estava em casa entediado, tomando umas cachaças e tocando violão e tive a ideia da música e liguei para o Raphael Wagner pra gente compor. Depois disso trabalhamos junto com toda a banda e escrevemos a letra. Espero que a mensagem dessa canção possa abrir os olhos das pessoas quanto à gravidade dessa pandemia.

Com a impossibilidade de shows, as redes sociais tem sido uma forma de aproximar bandas e público. Vemos que vocês são bastante ativos nos canais da banda, sempre interagindo com a galera. Como tem sido para vocês ficar sem o presencial e ficar só com o virtual?

Wall Almeida: As Redes Sociais são hoje nossas maiores aliadas, então com certeza precisamos utilizar ela a nosso favor, mas nada substitui o presencial né? Essa é nossa forma favorita de interagir com o público, tocando, fazendo mosh e trocando ideias. Não vemos a hora disso tudo acabar para voltar para estrada.

Vimos que o “Made in Rage” saiu em material físico. Qual é a importância do CD na era do streaming?

Wall Almeida: Eu particularmente adoro material físico, mas sei que boa parte da galera prefere o streaming. Como já disse certa vez Marcelo Pompeu, “-antes fazíamos shows para vender discos, hoje gravamos discos para vender shows”. O material físico realmente é um cartão de visitas importante, mas nós valorizamos muito os fãs que colecionam nossos discos, então não podíamos deixa-los na mão.

Quais são os planos da banda para o pós pandemia?

Wall Almeida: Se tudo correr bem com a vacinação e imunização da população pode ter queremos pegar a estrada, tocar em todas as regiões do Brasil e quem sabe pela América Latina. Podem esperar também uma edição especial do Aneurose Festival, esperamos fazer um 2022 inesquecível.

Pra esse ano, ainda teremos lançamentos? Teremos novidades?

Wall Almeida: Com certeza! Como disse, em breve lançaremos novos clipes e muito mais! Podem aguardar.

Muito obrigado pela atenção e parabéns pelo trabalho. Esse espaço é de vocês, deixem um recado e os links para contato.

Wall Almeida: Em 2021 não teremos a volta de shows, eventos, e isso é muito prejudicial não só para nós músicos como para todos envolvidos diretamente na indústria de eventos. Porém somos otimistas e acreditamos que temos que fazer nossa parte, estamos trabalhando para gerar conteúdo que dê suporte e alivie as pressões da quarentena e distanciamento social da galera, queremos que nossa música seja uma válvula de escape, e que ajude o pessoal a ficar em casa. Se cada cidadão fizer sua parte as coisas tendem a melhorar. Espero e desejo do fundo do coração que a gente passe logo por essa fase terrível e que seja rápido. Usar máscara, higienizar as mãos, fazer o distanciamento social e se vacinar é o dever de todos que querem ter suas vidas “normais” de volta.

Muito obrigado a você pelo espaço e parabéns pelo seu trabalho, é de extrema importância para nossa cena. Agradeço a todos que sempre nos apoiam e motivam a gente a continuar nessa luta. Rock on!

Links:

Vídeos oficiais:

Ruptura: Aneurose – Ruptura [OFFICIAL MUSIC VIDEO] – YouTube

Deathly, Cold, Chill: https://youtu.be/qKE33FuTngY

Drunk as Skunk: https://www.youtube.com/watch?v=At_lWKlI_uc

Butcher: https://www.youtube.com/watch?v=RLqn4TiPkdc

Hunting Knife: https://www.youtube.com/watch?v=-_CViwA8CXM

Discografia disponível para audição no Spotify, Deezer e demais plataformas de streamings:

Made in Rage (2021)

Juggernaut (2016)

From Hell (2013)

Páginas oficiais:

http://www.aneurose.com.br

Facebook: www.facebook.com/aneurose

Youtube: www.youtube.com/aneurosetv

Instagram: @aneurose

Além da audição: livro “Quando o Som Bate no Peito”, com lançamento em 8 de junho, conduz o leitor pelas sensações que um show de rock pode provocar

Nona publicação literária do escritor e jornalista Márcio Grings traz relatos descritivos e informativos sobre apresentações de grandes nomes da música internacional. Obra compila ainda cerca de 140 imagens dos 34 espetáculos musicais

Sabe aquela sensação de arrebatamento ao presenciar um show de rock ao vivo? É disso que fala o livro Quando o Som Bate no Peito (Memorabilia, 224 páginas), do jornalista, escritor e produtor cultural Márcio Grings. Trata-se de um compilado com 34 resenhas que misturam histórico dos artistas e impressões pessoais sobre performances internacionais de nomes como Bob Dylan, Paul McCartney, Rolling Stones, The Who, Roger Waters, Eric Clapton, Buddy Guy, Deep Purple, Black Sabbath, entre tantos outros.

O lançamento ocorre em 8 de junho, terça-feira, quando será realizado um evento virtual com convidados, como fotógrafos que colaboraram para a publicação, além de um pocket show. Até a data, é possível garantir seu exemplar via pré-venda pelo hotsite interativo. Além dos relatos, a obra tem cerca de 140 imagens, mais da metade destacadas em um álbum colorido. Os cliques foram feitos por 18 fotógrafos profissionais, alguns com passagens por importantes veículos de imprensa. 

O título resgata uma expressão usada para descrever a prática multissensorial de se assistir a uma banda ou músico in loco, algo que fica claro durante a leitura. Isso porque os textos não se resumem a simples análise técnica das apresentações, mas buscam situar o leitor diante da trajetória dos artistas resenhados e das referências do autor, um fã de música inveterado desde meados dos anos 1980.

“É a visão de um repórter em primeira pessoa, ininterruptamente em busca pela captura do registro documental de um show, quase sempre tentando ver aquilo que muitos não veem”, afirma o escritor. 

Em seu nono trabalho no universo literário, Grings traz o olhar apurado de quem tem a música como fundamento artístico. É essa atenção, somada a uma escrita crítica refinada por anos na atividade do jornalismo cultural, que nos leva a descrições apuradas, jogando luz nos bastidores ou detalhes que talvez o ouvinte comum não perceba em meio a um espetáculo musical.

“Como repórter ou produtor de eventos ligado ao blues e ao rock, tenho noção de que muita coisa rola nas entrelinhas. Como esquecer aquele bate-papo com Willie Walker enquanto ele enxugava uma garrafa de Domecq? Com um taco de bilhar na mão, Willie ‘Big Eyes’ Smith me confidenciou que estava prestes a lançar um disco com Pinepop Perkins (que ganharia o Grammy poucos meses depois). Dan McCafferty, vocalista do Nazareth, ficou sem ar e, do backstage, pude vê-lo recorrendo a um balão de oxigênio para retomar o fôlego. Coisas assim não estão no palco ou aparecem no telão, mas também fazem parte do espetáculo”, diz o autor, que também explica como trabalhou para aprimorar os próprios escritos:

“Na busca de uma harmonização dos relatos compilados no livro, reescrevi boa parte do material que já tinha publicado on-line, logo depois dos shows. Assim, procurei manter o roteiro prescrito nos originais, mas também o revi, corrigindo equívocos e ampliando a experiência resenhada. Assisti vídeos dos shows, ouvi centenas de canções, novamente conferi os setlists, subtraí repetições, reli biografias e livros similares, numa atenta checagem das informações, nunca omitindo a inequívoca voz inicialmente descrita em meus blocos de anotações.”

A live streaming de lançamento, em 8 de junho, será transmitida pelo Canal Pitadas do Sal (www.youtube.com/pitadasdosal) e terá bate-papo com os fotógrafos Lauro Alves, Fabio Codevilla, Ton Müller e Pablito Diego — todos envolvidos nas coberturas narradas no livro.

Além disso, a celebração virtual terá performance de Vinicius Brum, músico que fará releituras de temas relacionados ao conteúdo da publicação.

Lançamento da Memorabilia Store, Quando o Som Bate no Peito contém 224 páginas e aproximadamente 140 fotos — sendo 71 coloridas encartadas em um libreto de 40 páginas em papel couchê. As imagens foram clicadas por 18 fotógrafos: Adriana Franciosi, Ana Bittencourt, Camila Gonçalves, Carlos Macedo, Cris Santoro, Ericson Friedrich, Fabiano Dallmeyer (in memoriam), Fábio Codevilla, Fábio Mattos, Gika Oliva, Isadora Neumann, Juliana Pozzatii, Lauro Alves, Pablito Diego, Rafael Cony, Ton Müller, Yuri Weber e Zé Carlos de Andrade.

Vida em turnê nos EUA vira documentário no canal da banda carioca de death metal Forceps

Da esq: Emmanuel Ivan (baterista), Doug Murdoch (vocal), Bruno Tavares (Guitarrista), Thiago Barbosa (Baixista) – Crédito: Daniel Croce

O quarteto de Death Metal carioca Forceps acaba de lançar em seu canal no YouTube cinco episódios do documentário sobre a ‘Mastering Exctinction USA Tour’, turnê que a banda realizou nos Estados Unidos em 2017, em um giro de 25 shows em 31 dias que percorreu quase 12 mil quilômetros em 15 estados. 

▶Assista no canal do Forceps no YouTube:
https://www.youtube.com/forcepsdeath

A turnê começou em 13 de outubro de 2017, em Denver, e foi finalizada em 12 de novembro de 2017, em Kansas City. O documentário começa mostrando a preparação do Forceps para a maratona de shows, desde a compra de equipamentos, os ensaios já nos Estados Unidos até dificuldades de última hora que a banda teve de enfrentar, como problemas com a companhia aérea e atrasos na entrega do merch oficial da banda. 

O Forceps realizou a turnê de divulgação do álbum ‘Mastering Extinction’, álbum também lançado em 2017, em um motorhome. O veículo é basicamente uma casa com um motor, com banheiro, cozinha e camas que facilita a logística pela estrada. 

Além de cenas de bastidores, das apresentações e da recepção calorosa que a banda recebeu dos fãs norte-americanos, o documentário ‘Mastering Exctinction USA Tour’ é um excelente registro de como uma banda independente deve se organizar para levar sua música para o exterior.

Sobre o Forceps

Nascida no ano de 2006 na cidade do Rio de Janeiro, Forceps é formada por Doug Murdoch (vocal), Bruno Tavares (guitarra), Thiago Barbosa (baixo) e Emmanuel Iván (Bateria). A banda tem na discografia três lançamentos oficiais: Corporeality (Demo 2009),  Humanicide (EP 2012) e  Mastering Extinction (Full 2017). Atualmente está trabalhando material inédito que deve ser lançado em julho deste ano.

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YouTube: youtube.com/forcepsdeath

Bandcamp: forceps.bandcamp.com

CLAUSTROFOBIA: MARCUS D’ANGELO lança playthrough do single “Riff Cult”



Claustrofobia lançou o single “Riff Cult” em todas as plataformas de streaming através do selo Canil Records e o videoclipe foi lançado com exclusividade pela Decibel Magazine, que considerou a música um hino matador criado pelo power trio brasileiro de thrash/death.

Fechando a divulgação do single, o Claustrofobia lança o playthrough da música com o guitarrista e vocalista Marcus D’Angelo, produzido no Swamp Loco Studios, próprio local de ensaio da banda.

D’Angelo usa a já clássica combinação Jackson RR24, EVH 5150, com EMG Pickups 81 com cordas Giannini e Maccabos. Com a guitarra Jackson, seu estilo tecnicamente desafiador e elegância visual, D’Angelo fecha com chave de ouro a divulgação de “Riff Cult”, single que foi super significativo e representou muita gente “Eu não poderia deixar de fazer um playthrough pra essa música que tem Riff no nome (Risos). Gravamos no nosso estúdio no mesmo tipo de cenário do clipe mantendo a proposta de respeitar esse momento de isolamento e mostrando também o quanto a arte nos ajudou. A arte falou mais alto e mal podemos esperar pra mostrar para o mundo o que produzimos durante esse tempo de isolamento. Foi tudo muito inspirador”, explica Marcus D’Angelo.https://www.youtube.com/embed/y2apw2_zfYY?feature=oembed“Riff Cult” foi produzido pelo renomado produtor brasileiro Adair Daufembach que já trabalhou com nomes como Megadeth, Angra, Kiko Loureiro, Aquiles Priester, Dirk Verbeuren e Tony MacAlpine. Para o Claustrofobia, a música é uma homenagem aos Riffs, componente chave do metal. O vocalista Marcus D’Angelo enfatiza esse aspecto afirmando “Consideramos uma cultura, um culto. É o gancho de todo o Metal, tudo nasce do riff da guitarra. E Riff após Riff (Riff by Riff), nós vamos alimentando nossa paixão pelo Metal, alimentando nosso desejo de continuar o legado. O Riff é o que nos vicia no bom sentido. Nessa quarentena o amor pelo Metal ficou mais evidente, sem shows e sem contato com os fãs, então decidimos fazer uma homenagem e celebrar”.A banda também disponibilizou em seu canal do Youtube o making of do videoclipe “Riff Cult”Assista AQUI.

“Construir um culto é uma daquelas coisas que são fáceis na teoria, mas difícil na prática – se você não for o Claustrofobia . Você irá banguear com o novo vídeo de Caio D`Angelo para o hino emocionante e matador ‘Riff Cult’”  –  Decibel Magazine

“Em ‘Riff Cult’ o grupo traz seu metal-tributo aos riffs com sua própria maneira de criar riffs de death metal, groovy e thrash em abundância ” –  Metal Injection

Gênero:  Thrash Metal / Death MetalSelo: Canil Records

Produtor: Adair Daufembach

Gravação, mixagem e masterização: Adair Daufembach – Northwood Sound Studio

Fotografia: Courtney Ware / Edição: Junior Imigrante

Formação:
Marcus D`Angelo (vocal e guitarra)
Caio D`Angelo (bateria)
Rafael Yamada (baixo e vocal de apoio)

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