A banda The Crashing Brains (Crédito: Jonathan Faria)
O quarteto The Crashing Brains acaba de disponibilizar nas principais plataformas de streaming o single ‘Reaper’ que também ganhou clipe via YouTube. Composição do guitarrista e fundador da banda Alef Silva, a música é inspirada em ‘Breed’, clássico do Nirvana do álbum ‘Nevermind’.
‘Reaper’ aposta em sons mais pesados do que o single anterior, ‘Clown’, para falar sobre libertação de vícios emocionais e desprendimento de sentimentos tóxicos como egoísmo e ódio. A canção também abre os caminhos para o retorno de The Crashing Brains para os shows ao vivo após o período de isolamento social.
A banda, que segue para seu quinto ano de estrada, é formada por Luke Grave (vocal e guitarra), Álef Silva (guitarra, voz de apoio), Marcky Moura (baixo) e Matheus Rapanha (bateria), tem programada apresentação em um festival em 2022 e também prevê lançamento de ‘Premeditated’, seu disco de estreia para o ano que vem.
O quarteto finlandês de rock alternativo Spiritraiser acaba de lançar música e vídeo para o single ‘Stream’ que fará parte do segundo disco da banda com estreia programada para o primeiro semestre de 2022. Jules Näveri (vocal), Uula Korhonen (guitarra), Anssi Ruotanen (baixo) e Kristian Merilahti (bateria e programação) fazem a mistura de diversos elementos do rock e música ambiente sem deixar de incluir guitarras de peso como já visto em ‘Glory’, single que abriu os trabalhos do álbum anteriormente. Assista Stream
Os músicos do Spiritraiser também são envolvidos com outros importantes trabalhos. Jules Näveri é ainda conhecido pelas bandas Profane Omen, Rootbrain e Enemy of the Sun, Uula Korhonen pelo Sleep Of Monsters e Kristian Merilahti também faz música eletrônica sob o codinome Fone. A banda fez sua estreia em 2018 com o álbum Inspiral, disponível nas plataformas digitais.
Atualmente morando no Rio de Janeiro, o vocalista Jules Näveri comenta a composição: “A música é sobre um sonho que nosso guitarrista Uula Korhonen teve. Ele sonhou com “Stream” sendo tocada por vários músicos na nossa antiga sala de ensaio e, assim que ele acordou, gravou para não esquecê-la”.
Para Mikko Lampinen, diretor do clipe, ‘Stream’ é uma música explosiva e poderosa. “Na minha visão de diretor, esse vídeo se volta naturalmente para a visão da mente, mas também para questões pessoais e universais. O objetivo é criar várias histórias pictóricas significativas e interligadas”, conta.
A letra da música foi inspirada numa citação do médico e poeta estadunidense Oliver Wendell Holmes: “Muitas pessoas morrem com sua música ainda nelas. Muitas vezes é porque elas sempre estão preparadas para viver. Antes delas saberem disso, o tempo acaba”.
Para Jules, essa ideia combina muito bem com o fato de Uula ter conseguido transpor para a guitarra uma música surgida em um sonho. “Muitas pessoas devem ter o dom de receber música e arte, mas talvez não sejam capazes de realmente colocar isso para fora delas”, diz o vocalista que é o autor da letra de ‘Stream’.
Créditos de Stream
Letra: Jules Näveri
Música: Uula Korhonen, Anssi Ruotanen, Kristian Merilahti
Arranjos: Spiritraiser
Gravado e mixado por: Aksu Hanttu
Produzido por: Aksu Hanttu & Kristian Merilahti
Gravado em Petrax Studios e SN-Audio Productions Studio
A banda Manger Cadavre? acaba de disponibilizar três sons ao vivo no YouTube gravados no AS Studios para o quadro Black Room Sessions em comemoração aos 10 anos da banda completados agora em novembro. ‘Em Memória’, ‘A Raiva Muda o Mundo’ e ‘Tragédias Previstas’, todas faixas do novo disco Decomposição, ganharam vídeos especiais.
Assista Manger Cadavre? no Black Room Sessions
Nascida em São José dos Campos, no interior de São Paulo, Manger Cadavre? passou a ser reconhecida pela qualidade de seus trabalhos e se tornou sinônimo de resistência enquanto banda independente no cenário da música pesada brasileira. Para virar a primeira década de vida, acaba de lançar o álbum Decomposição e também assinar com o selo Bloodblast, subsidiária da gravadora alemã Nuclear Blast para distribuição digital da obra.
Manger Cadavre? conquistou também o papel de expoente no rol das vozes femininas de metal extremo sob comando de sua cofundadora, vocalista e compositora Nata Nachthexen. Passando por uma troca recente de membros, hoje a banda é formada também pelo fundador Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo).
Em Decomposição, que conta com faixa com participação especial de Fernanda Lira (Crypta) e Caio Augusttus (Desalmado) Manger Cadavre? manteve sua essência hardcore mas dessa vez levando a sonoridade para os rumos do death crust.
Decomposição gira em torno de dois pontos centrais de reflexão: pensamentos sobre a existência e outra camada que aborda em tom crítico assuntos como a pandemia. Tem um clipe lançado no YouTube da música Apatia, título inspirado na melancolia, que, no século XIX era tida como o mal do século e chamada de Doença dos Olhos Vazios.
Assista Apatia aqui:
O trabalho é um lançamento conjunto dos selos Xaninho Discos, Poeira Maldita Recs, Helena Discos, Brado Distro, Two Beers or Not Two Beers Records e Tiranossaura Recs e com distribuição digital Blood Blast.
Manger Cadavre? – um questionamento em francês para “Comer Cadáver?” – luta pelo fim de todos os tipos de exploração. Com letras a partir do recorte de classe, faz um hardcore com influências do crust, extremamente politizado. A banda, que teve início em 2011 tem na discografia os singles, splits e álbuns ‘Existimos’, ‘Sua Justiça’, ‘Origem da Queda’, ‘Limbo’, ‘Senhores da Moral’, ‘Revide’, ‘AntiAutoAjuda’ e ‘Inflamar’.
Manger Cadavre? já se apresentou em grandes festivais nacionais como Setembro Negro, Oxigênio Festival, Abril Pro Rock, entre outros e percorreu todas as regiões do Brasil.
Os fãs da banda punk rock Blind Pigs, que anunciou o seu fim em 2016, não têm do que reclamar. Neste ano, os porcos cegos decidiram abastecer as prateleiras de vinil dos colecionadores que clamam pela volta da banda. Após o lançamento do inédito “Lights Out” no início do ano, e da edição comemorativa do clássico “São Paulo Chaos”, é a vez do “The Last Testament”, um EP doze polegadas com tecnologia ainda inédita no Brasil.
Com impressão UV digital, o EP parece ser um ‘picture disc’, mas o vocalista Henrike explica que, apesar da semelhança, a sonoridade é outra. “O picture disc tem as ranhuras impressas em uma película de plástico que é colada no vinil, deixando a qualidade sonora aquém de um LP comum. Já o disco com a impressão UV é um vinil transparente, com as ranhuras prensadas direto no lado A do vinil, e a impressão a laser do lado B, que não toca”, revela.
“The Last Testament”, é assinado pela gravadora americana Pirates Press Records e conta com as três faixas autoriais do álbum “Lights Out”: “Restless Resistance”, “Steel Toe Judges” e “Not Dead Yet”. Além do formato especial, as músicas do novo lançamento foram remasterizadas nos Estados Unidos por Dan Randall, deixando o som da banda ainda mais potente. “Com essa nova masterização, consegui ouvir nuances que não ouvia antes. O som agora parece um soco na cara” diz o guitarrista Gordo.
Apesar do Blind Pigs ainda não cogitar uma retomada nas atividades, a banda diz que pretende manter os lançamentos em vinil. “Ano que vem, teremos algumas surpresas inéditas em vinil para a ‘legião de inconformados’. Posso adiantar que pelo menos dois compactos serão lançados, um deles é o EP ‘Porcos Cegos’ de 2002”, conta Henrike.
“The Last Testament” já está à venda pelo site da Pirates Press Records. Garanta a sua cópia:https://cutt.ly/hRuKepW
Depois de quase 2 anos após o lançamento de “Ruptura do Visível”, o Institution finalmente retomará os shows para dar início a turnê de divulgação do seu aclamado segundo álbum de estúdio. O reencontro aos palcos está marcado para o dia 22 de janeiro de 2022, no Fabrique Club, e contará com a participação especial das bandas Paura, MEE e Bonfire Season.
Totalmente composto em português, diferente do primeiro disco da banda em que as letras eram todas em inglês, “Ruptura do Visível” tem dado orgulho ao Institution. “Para nós este é o nosso melhor trabalho”, revela o vocalista Hélio Siqueira. “Foi tanto tempo compondo esse disco e tanto tempo esperando o mundo melhorar que não vejo a hora de tocar. Esse dia promete e muito”, completa.
“Ruptura do Visível” foi lançado em CD, LP e Digital, conta com nove faixas e produção de Rodolfo Duarte e Muriel Curi. O álbum foi mixado por Fernando Sanches e masterizado pelo americano Brad Boatright, que já trabalhou com nomes como Nails, Poison Idea, Harm’s Way e Full Of Hell.
Lançamento do disco “Ruptura do Visível” Data: 22 de janeiro de 2022 Horário: 18h00 Local: Fabrique Club Endereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo Classificação etária: 16 anos Ingressos: tinyurl.com/3f7j4bwv 1ª lote – R$35 (Meia entrada / Estudante / Promocional*) 2ª lote – R$40 (Meia entrada / Estudante / Promocional*) 3ª lote – R$50 (Meia entrada / Estudante / Promocional*) *O ingresso promocional, para não estudantes, requer a doação de 1 kilo de alimento não perecível na entrada do evento.
Mass Mental Devolution, faixa-título do novo álbum da banda Desalmado, acaba de ganhar clipe que retrata os aspectos angustiantes e degradantes causados pelo vício e dependência digital que a letra da música aborda. Mass Mental Devolution é a quarta música do trabalho a ganhar vídeo.
No filme, o ator Cassio Gondim encarna um homem atormentado pelas oscilações de humor causadas por todo tipo de conteúdo que as redes sociais entregam durante o dia. Do riso fácil com memes e áudios à raiva extremada com notícias e fake news, Mass Mental Devolution mostra o impacto e a fragilidade da pessoa perante a indústria que distribui conteúdo na web. “Para mim foi muito importante expor as emoções humanas nessa relação controversa que hoje temos com o celular. Então, entrar na atmosfera do clipe foi muito fluido, da maneira que tinha que ser!”, conta o ator.
“O celular praticamente se tornou uma extensão do corpo. As pessoas despertam e já pegam o celular na mão e dormem abraçadas ao aparelho. Muito do que se tem decidido na vida não é mais uma decisão genuína, mas sim um desejo primeiramente mostrado pelas redes sociais, por terceiros, que acaba moldando o nosso próprio querer. A rede virou o mestre delas, como diz um trecho da música”, explica o baixista do Desalmado, Bruno Teixeira.
O personagem do clipe também surge usando uma máscara de gás que esconde as expressões que se passam por seu rosto, uma alusão ao uso excessivo de filtros e de fotografias e vídeos com a imagem manipulada que velam completamente as manifestações originais das faces.
O clipe é uma produção da própria banda com direção do guitarrista Estevam Romera e foi gravado no estúdio Family Mob, em São Paulo.
Sobre o Desalmado
Desalmado é uma das principais e mais atuantes bandas do cenário da música extrema no Brasil. O grupo surgiu em 2004 na cidade de São Paulo, tendo se apresentado em centenas de shows e diversos festivais em todas as regiões do Brasil e na Europa.
A banda traz na temática de suas letras questionamentos políticos, sociais e reflexões sobre a natureza humana. Os últimos lançamentos da banda expõem as entranhas de um mundo perverso e alienado subserviente a um sistema manipulado pelas classes dominantes.
O mais recente álbum Mass Mental Devolution tem a distribuição digital realizada mundialmente pelo selo europeu Blood Blast Distribution. As versões físicas no Brasil e América Latina serão produzidas pela Xaninho Disco e Sana Maior Records. Já na Europa, foi lançado em fita cassete e CD com faixas bônus pela Gruesome Records.
Manger Cadavre? é uma banda que nunca decepciona e mais do que isso, sempre nos surpreende com uma ascensão sonora contínua. Você não encontra o mais do mesmo nos lançamentos dessa banda. Você encontra crescimento, cada vez mais peso e a mesma energia irradiante que é transmitida nos shows.
Inaugurando a nova formação, que conta com Nata nos vocais, Marcelo Kruszynski na bateria, Paulo Alexandre na guitarra e Bruno Henrique no baixo, a banda lançou o segundo álbum cheio da carreira, o “Decomposição”. Nesses 10 anos de estrada, a banda produziu muito, com EPs, singles e splits. Dessa vez, temos o sucessor do já clássico “AntiAutoAjuda”, que mostra uma maturidade gigante, fato que tem colocado a banda em evidência também em outros países, levando o nome da cena brasileira à novas fronteiras.
O trabalho, que está saindo em material físico no Brasil pela Xaninho Discos em parceria com um coletivo de selos e com distribuição pela Blood Blast, selo digital da Nuclear Blast, contou com a participação de Fernanda Lira (Crypta e Ex-Nervosa) e de Caio Augusttus (Desalmado) no som Demônios do Terceiro Mundo. A gravação foi realizada no renomado Family Mob Studios, com gravação e mix por Otavio Rossato e masterização por David Menezes.
A arte de capa ficou ao encargo do nosso conterrâneo Wendell Araújo, que exprimiu todo o sentimento das músicas em uma arte detalhada e pesada.
“Decomposição” é um álbum para se ouvir completo. O faixa a faixa te aprisiona num looping do começo ao fim, e quando você se dá conta, está ouvindo mais uma vez. Com afinação mais baixa que os trabalhos anteriores os riffs que caminham entre o death e o black metal, com pitadas de metalpunk, somado ao vocal mais visceral que nunca de Nata são as grandes mudanças que fizeram a Manger Cadavre? se destacar ainda mais. A inclusão de mais pedais duplos nas músicas do é mais um ponto que somou muito à estética dos sons. O baixo, nesse trabalho mais tímido, não deixou a desejar: sujeira e peso na medida certa.
Solta o play para acompanhar o nosso faixa-a-faixa:
Dividimos as músicas em dois blocos: No primeiro temos músicas mais pesadas, calcadas no death metal com o crust, que abordam temáticas com metáforas para temas mais abstratos. O álbum começa com “Epílogo“, que se trata de um som que fala do momento antes da morte e tem andamentos rápidos e com clima pesado. Com o baixo trazendo mais peso, a variedade de elementos na bateria é outro diferencial. Na sequência, “A Raiva Muda o Mundo” tende a ser a nova “O Homem de Bem”, som que faz a galera se matar loucamente nos moshs. “Em Memória” é um som rápido, mas que ao mesmo tempo tem um certo clima pesado. Destaque para o d-beat da bateria que não deixa o som cair. Em uma pegada mais sludge metal mesclada com o crust, encontramos “Vida, Tempo e Morte” e “Apatia“, essa segunda bem arrastada, com elementos do doom metal.
Chegamos a parte mais politizada das músicas. Seria um Lado B de um possível vinil? “Miseráveis“, por sua vez é o som que vai agradar muito aos fãs de Wolfbrigade, com elementos do metalpunk bem marcantes. O som faz uma crítica a apropriação das pautas de representatividade por grandes empresas, mas que no final das contas continuam explorando a todos. “Neocolonialismo” é o som que a galera fará a festa, pois é um crust muito empolgante e que conta com um apontamento ferrenho aos países imperialistas, que tem o Brasil como uma colônia, nos desindustrializando, explorando de todas as formas possíveis e levando as nossas riquezas naturais e mão de obra barata. “Tragédias Previstas” é o som mais hardcore metal da banda, com uma estrutura bem marcante. Mais uma vez temos denúncias sobre aqueles que corroboraram para as tragédias que vivemos, e que não se tratam apenas da Covid-19, mas todas aquelas causadas pelo capitalismo. É um som atemporal enquanto esse sistema existir. “Profetas da Submissão” é um som com um andamento muito rico das cordas, com peso, palhetadas e melodias, além da bateria do hardcore. É o único som que nos lembra mais os trabalhos anteriores da banda. “Demônios do Terceiro Mundo” é a ode dos trabalhadores que se rebelam contra o sistema e seus braços. Analogia perfeita de olhos negros (anarquistas) e corações vermelhos (comunistas) em uma frente antifascista avançando contra os ceifadores. Ainda na pegada mais enérgica, como o som anterior, fechamos o disco com “Cemitério do Mundo“, música com letra do baterista Marcelo, que sintetiza o Brasil na pandemia. Com um solo de guitarra na entrada da música, que remete ao crossover de bandas como Suicidal Tendencies, logo os andamentos caminham para outro rumo, mas que casam perfeitamente com essa novidade. É um som raivoso, um som sentido, um som que transcreve perfeitamente o peso e a revolta que os tempos atuais nos impuseram, terminando com uma vinheta que eterniza absurdos cometidos e ditos pelo atual desgovernador do nosso país.
Todas as mudanças que a banda Manger Cadavre? trouxe em “Decomposição” foram positivas e temos certeza que o trabalho abrirá ainda mais portas para a banda que já vinha em uma ascensão, que foi interrompida pela pandemia. Aguardamos poder desfrutar do álbum com a banda nos palcos, pois a vontade de ver a banda após ouvir esse trabalho, só aumentou.
Nota: 9.5
Você pode adquirir o material em CD com os selos abaixo:
Nova música do grupo paulista une elementos modernos ao metal em composição única
O grupo paulista Unicircle está lançando uma nova música, após dois singles e um videoclipe que obtiveram grande retorno de público e crítica. Trata-se da canção “Vulnerable”, disponível em todas as plataformas digitais a partir de 22 de outubro.
Em 2021 o Unicircle recebeu destaque inúmeros em meios de comunicação especializados, como revistas e rádios, entre eles Roadie Crew, Whiplash, e 89 a Radio Rock. Nestas aparições, o grupo recebeu elogios de grandes expoentes do metal nacional.
Após dois singles e um videoclipe com a nova formação, o grupo lança “Vulnerable”, música de metal com elementos clássicos e modernos em sua sonoridade, e cuja a propõe uma meditação sobre o desapego ao ego e a aceitação de nossas vulnerabilidades.
Com energia revigorada, o grupo é atualmente formado por Kaká (bateria), Diego DFC (guitarra/vocal de apoio), Adriano Rossi (guitarra), John Jonsun (baixo) e Marco D’ Lacerda (vocal). O quinteto segue firme nos trabalhos: “Teremos muitas novidades em breve. Mais músicas e vídeos com mensagens importantes e muita energia. Esperamos em breve poder retornar para a estrada”, afirma Diego.
Os singles anteriores que a Unicircle lançou, com a atual formação, foram “Mistake” e “Grief”, que também recebeu um excelente videoclipe, com direção e produção do videoclipe ficou a cargo de Irai Rossi (@studiocr44 / @irairossi) e gravações realizadas no Estúdio GR.
Histórico
O nome Unicircle, derivado de Universe Circle, cria um sentimento unidade entre seus integrantes, onde cada um é parte de um todo na criação da música, e se amplifica no alcance e na comunicação com seu público. A banda originada em São Paulo, em 2018, traz letras sinceras baseadas nas reflexões da vida diária.
As músicas complementam a obra do Unicircle com feeling e técnica, criando um som único e com identidade artística. Siga as redes sociais para acompanhar as atividades da banda e se inscreva no canal do YouTube.
O quinteto finlandês Rootbrain fecha a tríade de singles que abrem os trabalhos para seu disco de estreia Breakwater com o lançamento da faixa Floating Feathers disponível nas principais plataformas digitais. Floating Feathers ganhou também versão em lyric video no canal de YouTube da banda.
O grupo, que fez sua estreia no início de 2021 promovendo uma sonoridade e estética que batizam de Black Grunge, tem no currículo também as músicas Lion Tamer e Gone by the Waves. Black Grunge é a resposta do quinteto formado por um time experiente de músicos vindos das bandas Triptykon, Profane Omen & Kuolemanlaakso ao que escutavam ultimamente e já não agradava. Se juntaram então para criar e pôr em prática o som que eles mesmos queriam escutar: uma junção do peso do heavy metal com a pegada do som nascido em Seattle nos anos 1990.
Levaram assim para Helsinque um pedaço da atmosfera vivida há 30 anos pelo mundo vinda dos Estados Unidos em um casamento com a música pesada que tão bem os finlandeses sabem fazer e são reconhecidos.
A maior curiosidade do Rootbrain é que seu vocalista Jules Näveri mora no Brasil, no Rio de Janeiro, há sete anos e é da cidade que toca os trabalhos com os conterrâneos finlandeses. Seu amor e familiaridade com o país é grande influência para que Rootbrain aposte fichas junto aos brasileiros.
Com lançamento no dia 16 de setembro em todas as plataformas digitais, “Quero Que O Mundo Se Importe” é o nome do novo single da banda pernambucana Diablo Angel. A música marca a nova fase da banda que está com uma nova formação.
Diferente de todos os trabalhos já lançados pela Diablo Angel antes, “Quero Que O Mundo Se Importe” traz elementos eletrônicos dentro de uma sonoridade contemporânea. Com muitos synths, guitarras e reverbs, a música é inspiradora e necessária nesse momento que o mundo passa hoje.
“Depois de dois álbuns lançados, chegou a hora de experimentar ainda mais e trazer novos sons e experiências para a Diablo Angel”, afirma a vocalista e guitarrista, Kira Aderne. Além da cantora, o grupo conta com Nivea Maria nos teclados e synths, Tárcio Luna na guitarra e Vitor Lima na bateria.
“Quero Que o Mundo Se Importe” tem produção de Pedro Diniz, baixista e produtor da Mundo Livre S/A, e trabalhos técnicos de Mathias Canuto do Estúdio Pólvora.