A icônica vocalista Leather Leone, conhecida mundialmente por seu trabalho com a banda Chastain, fará uma apresentação exclusiva em São Paulo no dia 31 de janeiro. O show acontecerá no Red Star, localizado na Rua Teodoro Sampaio, 512, no bairro de Pinheiros.
Para essa noite especial, Leone estará acompanhada de uma superbanda formada por grandes nomes do metal brasileiro: Marcus Dotta (The Heathen Scÿthe/Metalium) na bateria, Fabio Carito (Warrel Dane/Metalium) no baixo e Kiko Shred (Viper) na guitarra. Como se não bastasse, a vocalista May Puertas, do Torture Squad, também marcará presença com uma participação especial, prometendo ainda mais energia ao evento.
A banda Midgard será a responsável por abrir a noite. O show está marcado para começar às 20h, e os ingressos são limitados.
A Manger Cadavre? anuncia o lançamento de seu quarto álbum, “Como Nascem os Monstros”, que sairá em fevereiro em todas as plataformas digitais – e será lançado posteriormente em formato de CD, através dos selos Vertigem Discos, Brado Records, Helena Discos e BC Noise Records.
“Como Nascem os Monstros” foi gravado em setembro de 2024 no Family Mob Studios, com captação e edição por Leonardo Mesquita, mixagem por Otávio Rossato e masterização por David Menezes.
O trabalho, que é temático, fala sobre o medo como fonte primária de neuroses, aprofundando por vezes de forma direta ou subjetiva, a causa de paralisias, comportamentos nocivos para o indivíduo e como ele nos torna algozes para o outro. Na esfera política, a banda explorou sobre seu uso como fonte de persuasão para manutenção de poder e desmobilização de coletivos de resistência. Eles também abordaram a influência dos aparatos das mídias sociais como ferramentas de manipulação e estímulo de comportamentos calcados sobretudo no medo. Por fim, o medo transforma-se em terror para aqueles que vivem em zonas de conflitos e guerras financiadas por abutres que estão no alto.
Com base nesse conceito, a ilustradora londrinense Bárbara Gil, partiu do pedido da banda que gostaria de algo que mesclasse o anatômico com o abstrato, em que os “monstros” saíssem de onde nasce o medo. E ela não poderia ter feito uma representação melhor. O layout/design gráfico é assinado por Alcides Burn, com foto de Dani Moreira.
Confira o Tracklist de “Como Nascem os Monstros”:
1- Insônia
2- Engaiolados
3- Obsolescência Programada
4- Como Nascem os Monstros
5- Terceira Onda
6- Paralisia
7- Retórica do Silêncio
8- Mortos que caminham
9- Murmúrio
10- Efêmero
11- Câncer do Mundo (Capitalismo)
12- Abutres
A Manger Cadavre? aproveita para divulgar os próximos shows que darão inicio à divulgação da tour de “Como Nascem os Monstros”;
19/01 Rio de Janeiro/RJ @tomarockproducoes
02/02 Taubaté/SP @demoniostte
08/02 Santo André/SP @74club
08/03 TBA
15/03 Lorena/SP @ferrovia.estudio
16/03 SJCampos/SP @hocuspocusstudiocafe
28/03 TBA
29/03 Vilha Velha/ES
30/03 Juiz de Fora/MG @clubenecessaire
05/04 Americana/SP
11/04 Joinville/SC
12/04 Bal. Camboriú/SC @bcnoiserecs
13/04 Florianópolis/SC
03/05 São Paulo/SP @seufffront
07/06 Santa Gertrudes/SP @letsgobarsg
Em breve a banda anunciará mais datas.
A formação da Manger Cadavre? traz Nata Nachthexen (vocal), Paulo Alexandre (guitarra), Marcelo Kruszynski (bateria) e Bruno Henrique (baixo).
Uma das grandes forças do underground brasileiro, o Siegrid Ingrid, acaba de anunciar o lançamento de seu primeiro álbum ao vivo, intitulado “Massacre In Lorena”.
O álbum foi gravado ao vivo durante a turnê realizada pelo interior de São Paulo e Minas Gerais, entre os dias 14 e 17 de novembro deste ano, ao lado da lendária banda Nervochaos. Este registro histórico, que captura a energia visceral da banda no palco, será lançado em todas plataformas digitais no dia 13 de dezembro de 2024, mas a banda está em negociações também para possíveis formatos físicos.
Completando seu line-up atual como quarteto, o Siegrid Ingrid é composto por M.Punk (vocal), André Gubber (guitarra), Luiz Berenguer (baixo) e Romulo Minduim (bateria). Com esse time, a banda vem reconquistando cada vez mais o cenário underground com sua agressividade sonora e, ainda, divulgando seu bem-sucedido terceiro álbum “Back From Hell”, lançado exatamente há um ano, que marcou o retorno triunfal da banda após um longo hiato.
Apesar de não haver planos iniciais de gravação, a química entre o público, as bandas e a equipe técnica nesses shows se mostrou tão forte que, ao ouvir a gravação do show, o grupo decidiu transformar aquele momento em seu primeiro álbum ao vivo. Sem cortes ou edições, “Massacre In Lorena” é um retrato cru e autêntico da banda, celebrando sua identidade underground e o peso de seu repertório. É um presente para os fãs que ainda não tiveram a chance de ver a banda ao vivo e um convite para aqueles que desejam estar presentes nas futuras apresentações.
Gravado no Ferrovia Estúdio em Lorena/SP, no dia 14 de novembro, “Massacre In Lorena” conta com 11 faixas de puro thrash metal, hardcore e death metal, incluindo músicas que marcaram toda a trajetória da banda desde os anos 90, mescladas com o material mais recente de “Back From Hell”. O álbum não deixa dúvidas: o Siegrid Ingrid retornou do inferno com força total, mantendo a agressividade e energia que são a sua marca registrada.
A produção do álbum ficou a cargo de Martin Pent (@vavapent), que também assinou a mixagem e masterização. A capa foi criada por Artur Fontenelle (@deadmousedesign), designer conhecido pela sua estética sombria e impactante.
“Esse álbum ao vivo representa muita resiliência para todos nós. Após retomarmos as atividades antes da pandemia, tudo parou. Trabalhamos em material inédito, passamos por mudanças na formação e um processo caótico de gravação, além de anos difíceis. Depois de ‘Back From Hell’, fizemos alguns shows como quinteto, mas ainda enfrentamos mais mudanças, o que não é fácil para nenhuma banda. Agora, com a formação atual como quarteto, engrenamos com vários shows pelo país. O show de Lorena foi brutal, e com a equipe da Tumba Productions, conseguimos capturar a energia necessária para fechar 2024 com chave de ouro. Não só para os fãs, mas para nós como músicos e pessoas!”, concluiu o M.Punk.
Tracklist de “Massacre In Lorena”:
Murder Nojo Forces Never Again The Falsity is True Templo dos Vermes When You Die Drásticas Consequências Demência Enéas Suicide
“Coisas maravilhosas aconteceram esse ano, então, o Siegrid Ingrid realmente voltou com tudo para melhorar e crescer ainda mais graças a excelente vibe que a banda se encontra e “Massacre In Lorena” é a prova cabal de quão importante foram esses momentos”, finalizou o músico.
Não perca a chance de vivenciar o caos sonoro de Siegrid Ingrid em “Massacre In Lorena” em dezembro!
Um dos nomes em evidência no Thrash Metal brasileiro, a PAYBACK acaba de lançar “Entre o Arame e o Arsenal”, videoclipe do single de mesmo nome, que também já está disponível nas principais plataformas de streaming. O vídeo pode ser assistido no Canal Scena.
O clipe foi dirigido por Lucas Souza, da Goblin Filmes e contou com roteiro por Daniel Tulher e Karol Almeida, além da produção de Iara Boson. O projeto foi desenvolvido com apoio da Lei Paulo Gustavo.
Produzido por Alexandre Resende (Studio X) e mixado por Hugo Silva (Family Mob Studios), o novo single da Payback marca a primeira contribuição do guitarrista Pedro Duarte na composição, tendo desenvolvido a parte instrumental. Daniel Tulher, baixista e vocalista, desenvolveu a letra e o baterista e também artista visual Thiago Pena desenvolveu capa, feita com carvão sobre papel.
Letra, capa e videoclipe de “Entre o Arame e o Arsenal” criticam a posição de inferioridade na qual os latinoamericanos e outros imigrantes são submetidos, as ações de ódio e xenofobia que são cometidos e incitados por líderes e parte da população estadunidense contra essas populações, além de ironizar a postura migratória de um país outrora colonizado e que há muitos anos pratica imperialismo.
Segundo o Daniel Tulher, a ideia do clipe de do é homenagear os ideais decoloniais: “todo este material é uma afirmação do continente americano (Abya Yala), de norte a sul como lugar de todos os povos, principalmente aqueles que aqui já habitavam e tantos outros que foram trazidos contra suas vontades, escravizados e explorados”, enfatizou.
O videoclipe foi disponibilizado no Canal Scena, maior canal dedicado à música extrema underground no Brasil.
Ficha técnica clipe:
Direção, fotografia e edição: Lucas Souza
Roteiro: Daniel Tulher Karol Almeida
Assistência de Produção Iara Boson
Imigrantes: Débora Coimbra Gustavo Nascimento
Paramilitares: Rodolpho Castro Marcos Henrique
Ficha técnica áudio:
Música por Pedro Duarte Letra por Daniel Tulher Produção e engenharia de som por Alexandre Resende Mixagem e masterização por Hugo Silva
A banda paulista Kaos e os Bastardos, reconhecida por sua ousada fusão de Horror Punk, Metal e Hard Rock, está pronta para romper fronteiras artísticas com um projeto inédito e conceitual. Liderado por Victor Khaos, vocalista e guitarrista da banda, o espetáculo em formato de monólogo musical, provisoriamente intitulado “Circo dos Horrores”, promete unir a intensidade visceral do Punk Rock à profundidade do teatro.
Dividido em três atos, o monólogo é uma narrativa autobiográfica que mergulha em momentos marcantes da vida de Victor. Temas como o impacto de um pai ausente, a violência doméstica na infância, o luto pela perda de um padrinho, as dificuldades nos relacionamentos, a batalha contra a depressão e a busca por redenção ganham vida em uma estrutura intensa e emocional. O ponto alto da história é a reconexão inesperada com seu pai biológico, que simboliza um encerramento emocional e um grito de superação.
No campo musical, “Circo dos Horrores” se destaca por sua ambição. A obra será apresentada em uma faixa contínua de 30 minutos, intercalando músicas e monólogos em uma experiência imersiva. Inspirada na grandiosidade de álbuns como “The Dark Side of the Moon” (Pink Floyd) e na narrativa provocativa de “The Decline” (NOFX), a peça busca criar uma conexão profunda entre a crueza emocional da história e a energia explosiva do Punk Rock.
Tudo indica que a direção do espetáculo estará nas mãos de um dos mais renomados diretores teatrais de São Paulo., prometendo levar as performances de Victor Khaos a um novo patamar, ampliando tanto o alcance quanto a profundidade artística do projeto.
Atualmente, Victor está finalizando a escrita da obra, que tem o potencial de atrair não apenas os fãs de Kaos e os Bastardos, mas também apreciadores de arte experimental, teatro e o universo sombrio do Horror Punk. Embora a data de estreia ainda não tenha sido definida, “Circo dos Horrores” já se posiciona como uma das experiências mais aguardadas para aqueles que buscam intensidade e autenticidade na arte.
Mais do que um espetáculo musical, “Circo dos Horrores” é uma jornada de superação e resistência, reafirmando o espírito do Punk Rock como uma força transformadora tanto no palco quanto na vida real.
Sobre a banda:
O Kaos e os Bastardos estreou no cenário musical em 2022 com o EP de quatro faixas “É Bom Você Ter Medo”, conquistando rapidamente fãs do underground com letras sombrias e performances intensas. Misturando influências do Horror Punk, Metal e Hard Rock, a banda explora o medo e o terror em suas músicas, inspirando-se na literatura fantástica para abordar temas cotidianos de forma obscura e impactante.
Liderada por Victor Khaos (vocal e guitarra), a banda prepara o lançamento do segundo EP, “Anjos e Corvos”, previsto para o início de 2025, que incluirá quatro faixas inéditas e um videoclipe. Ambos os EPs, somados a novas composições, formarão o primeiro álbum completo, programado para o segundo semestre de 2025.
Com performances imersivas que mesclam música, cinema de terror brasileiro e teatro, o Kaos e os Bastardos é indicado para fãs de Misfits, Alice Cooper, The Cramps, Zumbis do Espaço e outras referências icônicas do gênero.
Além de Victor Khaos (vocal/guitarra), a formação atual da Kaos e os Bastardos conta com Rodrigo (guitarra), Luan (baixo) e Fábio (bateria).
Atualmente, a banda continua sua trajetória em festivais e casas de shows, realizando apresentações impactantes que vão além da música, criando um paralelo entre performance musical e teatral. O próximo show será dia 25 de janeiro na 2º Edição do In-Fest, na Casa Madá, em São Paulo/SP, junto às bandas Murasakin (@murasakisin_oficial), A Queda de Ofélia (@aquedadeofelia), Listen (@listen_br) e Versalie Waltz (@versaliewaltz).
It’s All Red (Crédito: Fábio Rebelo / VELVET Estúdio Fotográfico)
Você tem medo de multidões? Se sim, saiba que isso tem se tornado cada vez mais comum em tempos de incertezas e desafios sociais. Esse sentimento, conhecido como enoclofobia, é o ponto de partida para “Moment”, o mais novo single da banda It’s All Red. A música mergulha nas complexidades do caos emocional e das batalhas internas, transformando essa luta em uma experiência visceral e universal sobre força e resiliência.
Disponível agora em todas as plataformas digitais e no YouTube
“Moment” vai além do metal moderno convencional que a It’s All Red tem apresentado ao longo de seus 15 anos, trazendo um contraste simbólico e poderoso entre o Rap e o metal. O Rap representa a narrativa crua e direta do conflito interno, enquanto o metal traduz a explosão emocional e a força para enfrentar o caos. Essa dualidade de estilos reflete a luta constante entre vulnerabilidade e resistência, criando uma atmosfera única e densa. “Desde que compus, percebi como essas texturas contrastantes traduzem a batalha interna que todos enfrentamos em algum momento da vida”, comenta o vocalista Tom Zynski.
O videoclipe de “Moment” amplia essa narrativa com uma estética cinematográfica impressionante. Nele, a luta interna é representada de forma simbólica e intensa pela performance da artista circense e contorcionista Dominique Martins que já venceu inúmeros concursos representando sua arte. Para o It’s All Red, foi a realização de um sonho tê-la no clipe, algo desejado desde o clipe de “Integrate Forever”, lançado há dez anos e ainda o maior sucesso da banda no YouTube.
Com direção cuidadosa e uma produção de altíssimo nível, o clipe reforça o caráter reflexivo e quase apocalíptico de “Moment”. A narrativa visual imersiva e os elementos simbólicos criam uma experiência emocional profunda, dialogando com quem busca mais do que música, mas uma jornada de autoconhecimento e superação.
Com “Moment”, It’s All Red reafirma sua posição como uma das bandas mais inovadoras do metal brasileiro, unindo estilos, narrativas e temas que refletem os desafios do mundo atual.
Sobre o It’s All Red
O It’s All Red é uma banda autoral de Porto Alegre, ativa há mais de 15 anos, conhecida por suas performances ao lado de grandes nomes do rock e metal, como Megadeth, Cavalera Conspiracy, Paul Di’Anno, Ratos de Porão, entre outros. Desde 2007, lançaram três álbuns e quatro EPs, além de diversos singles, incluindo três durante a pandemia. Destacaram-se no cenário rock/metal, com seu show enérgico e preciso. A banda já se apresentou em festivais no Brasil e na Argentina, e seus álbuns “The Natural Process Of…”(2010) e “Lead By The Blind” (2015) tiveram ótima repercussão internacional, lançados no Brasil e Europa.
Ficha Técnica – “Moment”
Música:
Vocais e letras: Tom Zynski
Guitarras: Daniel Nodari
Guitarras, baixos e teclados: Rafael Siqueira
Bateria: Renato Siqueira
Mixagem e masterização: Rafael Siqueira no Soma Music Hub
O Sacrifix, uma das grandes promessas do Thrash Metal brasileiro dos últimos anos, anuncia o lançamento de seu novo EP, “Let’s Thrash”, previsto para fevereiro de 2025.
Conhecida por sua pegada visceral e fidelidade ao estilo old school, a banda paulistana consolida sua posição como um dos nomes mais intensos e autênticos da cena thrash atual.
Inspirado por lendas como Slayer, Exodus, Destruction e Kreator, o Sacrifix mantém viva a essência do Thrash Metal clássico, entregando músicas brutais, rápidas e repletas de agressividade. Desta vez, a banda celebra a estreia de sua atual formação – composta por Frank Gasparotto (vocal/guitarra), Diego Domingos (guitarra), Filippe Tonini (baixo) e Fábio Moysés (bateria) – com muito mais força, técnica e esmero.
O destaque do EP é a faixa-título, “Let’s Thrash”, a primeira composta coletivamente por todos os integrantes. “Agora sim estamos revigorados e estabilizados em todos os sentidos”, comentou Frank Gasparotto, refletindo o espírito renovado da banda.
A letra é uma ode apaixonada ao Thrash Metal clássico. “Pode soar clichê, mas não ligamos, pois só quem é do ramo entende o sentimento de tocar e curtir o estilo”, explicou Frank.
Com vocais convidados de Pedro Zupo (Living Metal), ‘gang vocals’ no melhor estilo D.R.I. e S.O.D., a versão de “Let’s Thrash”, que estará na edição física limitada do EP em CD, promete surpreender os fãs com uma introdução inusitada que, segundo os integrantes, “com certeza fará todos dançar… ou não” (risos).
“Let’s Thrash” também é um prelúdio do terceiro álbum do Sacrifix, previsto para o final de 2025. Este novo trabalho seguirá a linha dos lançamentos anteriores, como “World Decay 19” (2021), “The Limit Of Thrash” (2022) e “Killing Machine” (2022), mas com uma abordagem ainda mais técnica, destacando ainda mais as guitarras afiadas e levadas intrigantes de bateria, refletindo as experiências individuais dos músicos.
Além das novas composições, o EP traz gravações ao vivo, feitas em ensaio, de faixas do repertório da banda, mostrando como as músicas antigas soam com a atual formação.
Tracklist de “Let’s Thrash”:
Let’s Thrash (EP Version) * Raped Democracy Rotten Sacrifix Mundo Nojento Let’s Thrash
Gravado no Tori Studios (Diadema/SP) e com ensaios registrados no Armazém Studio (São Paulo/SP), o EP foi produzido pela banda em parceria com Marco Nunes, que também assinou a mixagem e masterização de todos os lançamentos do Sacrifix. A arte é assinada por Emerson da Silva Maia com contracapa e layout por Johnny Z.
Com sua abordagem pesada, caótica e avassaladora, o Sacrifix reforça seu compromisso com o Thrash Metal mais puro e bruto. “Viemos para, além de respeitar os primórdios do Thrash Metal, perturbar o sono dos modistas e separar os adultos das crianças”, finaliza Frank.
A banda Skive, nova promessa do cenário de Minas Gerais, acaba de lançar seu single “Ghosts”, disponível em todas as plataformas de streaming. Mesmo em início de carreira, o grupo já demonstra uma identidade artística única, unindo intensidade sonora, letras introspectivas e uma abordagem visual marcante mirando em nomes da sua geração como Bad Omen e Måneskin.
A capa do single, criada pelo vocalista Pedro Laga, traduz visualmente a essência da música. Inspirada no refrão “O vazio de uma tristeza, assombrado pelos teus fantasmas”, a arte utiliza a clássica figura do fantasma de lençol para simbolizar a simplicidade e o vazio emocional descrito na canção.
“Queria algo que fosse direto e, ao mesmo tempo, intrigante. O fantasma em uma escada, com a mão levantada, representa essa perseguição lenta dos nossos fantasmas emocionais”, explica Pedro que é também professor de Artes visuais e formado em Cinema de Animação e Artes Digitais na UFMG.
Com influências que vão de bandas como Knocked Loose a elementos de filmes de terror e obras do artista polonês Piotr Jabłoński, a Skive traz em “Ghosts” uma amostra de sua capacidade de conectar música e imagem em uma narrativa envolvente.
A banda, que emerge do rico cenário musical mineiro, combina a força do metalcore e progressivo à nuances grunge com letras que exploram temas como tristeza, perda e superação. “Ghosts” é apenas o início de uma trajetória promissora, que já desperta atenção pelo cuidado artístico e pela autenticidade.
A Skive —
A Skive é uma banda que traduz sentimentos e personalidades antagônicas, como agressividade e delicadeza. Com um instrumental pesado, o vocal explora um lado mais melódico, criando um contraste que se reflete também nas letras. O eu-lírico aborda temas de raiva e frustração, mas com a consciência de que a violência e a força bruta não são soluções.
Formada em 2023, em Belo Horizonte, a banda destaca-se pela disciplina, dedicação e senso estético e representa a nova cara do rock e metal, já que seus integrantes habitam a faixa dos 20 anos de idade.
O single “Shadow Dance”, lançado este ano, marcou a estreia da banda e, junto com “Ghosts”, pavimenta o caminho para o lançamento do primeiro disco no próximo ano.
Assista Aqui “Shadow Dance”:
Tags:Rock | Metal | Metalcore | Progressivo | Måneskin| Bring me the Horizon | Kryour | Bad Omens | Slipknot
Aos 40 anos, a cantora paulistana Isis Lee estreia no rock com o single “The Angel of Rock” que acaba de ser lançado nas plataformas de streaming e chega com a proposta de enfrentar o etarismo e mostrar que o verdadeiro espírito do rock transcende idade. Inspirada por mulheres como Rita Lee e Pitty, Isis desafia convenções, provando que nunca é tarde para viver o sonho de juventude de fazer rock.
Após construir uma carreira na música gospel, ela agora se dedica ao gênero que sempre a cativou, movida por influências como Oasis, Pearl Jam e Nirvana e apresentando um som que conversa com o que há de mais clássico e característico do gênero. A capa do single foi assinada pelo ilustrador Wendell Araújo, conhecido por trabalhos na cena independente por nomes como Ratos de Porão, Manger Cadavre?, Ave Sangria, Extreme Noise Terror,Mundo Livre S/A e outros. Sobre a letra de “The Angel of Rock”, Isis explica que a música “é a apresentação de alguém como tantas outras, com suas peculiaridades e que sabe de suas fraquezas. Que foge das pessoas por ter medo delas, mas que sabe o quanto pode ser acolhedora quando está por perto”. E completa: “Esta música lança um desafio para que as pessoas possam ver além da superficialidade de reduzir os demais com uma deficiência a apenas esse aspecto”. Mãe e cega devido à retinose pigmentar, Isis enfrenta as limitações de sua condição sem que isso a defina. Ela é acompanhada pelo cão-guia Hug, que a auxilia durante ensaios e apresentações. No entanto, Isis enfatiza que seu maior sonho é ser lembrada pela sua música e pela energia autêntica que compartilha com o público. Isis já marcou presença em eventos de destaque, como Expo Music, Music Experience, o programa Matéria Prima da TV Cultura e o Girl Power Festival do IG&T (Instituto de Guitarra e Tecnologia). “The Angel of Rock” chega para firmar o compromisso de Isis com o rock, mostrando que sua paixão pela música ultrapassa qualquer barreira. Com uma voz carismática e presença simpática, Isis é também criadora de conteúdo digital e fala diretamente com seus seguidores nas redes, de fã para fã, sobre sua paixão pelo universo das bandas.
Sua trajetória profundamente humana ressoa com a experiência de muitos jovens que, em algum momento, sentiram que gostar de rock não era compatível com suas crenças. A carreira de Isis Lee não só enfatiza o poder de seguir sonhos como também o compromisso de viver o rock em sua forma mais autêntica e humana. Sua jornada reforça que a idade ou circunstâncias da vida não são barreiras para quem deseja fazer sua voz ressoar no coração de outros. Entre acordes, composições e uma voz determinada, Isis está pronta para mostrar ao mundo seu “The Angel of Rock”. Siga Isis Lee