Resenha: “Shit And Blood” Pata

Em meados de junho, a banda mineira Pata lançou o álbum “Shit and Blood“, que conta com dez músicas. O trio, que é formado por Lúcia Vulcano (guitarra e voz), Beatriz Moura (bateria) e Luís Friche (baixo), possui influências do grunge e do punk, tendo como maior referência a L7. Produzido, gravado e mixado por Rafael Dutra, masterizado por Ygor Rajao e captado no Estúdio Motor, em Belo Horizonte.

Com nove músicas em inglês, apenas “Selvagem e cabeluda” é em português, cuja letra aborda puberdade, menstruação e a vida adulta. O som que mais chama a atenção é o de abertura: ” Downer” tem guitarras distorcidas muito boas, e um clipe muito divertido. Outro destaque é a “The Witches” que tem uma levada mais stoner. “Next Year”, por sua vez, traz a mensagem política da banda, com um tom de preocupação sobre esse ano de 2019 e as atrocidades do golpista eleito (estavam certas em se preocupar).



Lançado pela Efusiva Records, selo fonográfico feminista criado em 2015 no Rio de Janeiro, tem arte da capa assinada por Lorena Bonna. Lançado pela Efusiva Records, selo fonográfico feminista criado em 2015 no Rio de Janeiro, é uma das bandas mais legais que ouvimos nos últimos tempos. Sonoridade noventista e temáticas atemporais. Recomendamos.


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